domingo, 25 de março de 2012

Novos dados podem ajudar a tratar a calvície nos homens

Um estudo publicado esta semana na revista Science Translational Medicine desvenda novos dados que poderão ajudar a atrasar e tratar a calvície masculina. Os resultados da pesquisa liderada pela Faculdade de Medicina de Filadélfia da Universidade da Pensilvânia mostram que as substâncias chamadas de prostaglandinas, feitas de ácidos gordos, que temos no nosso organismo podem controlar o crescimento do cabelo.
A calvície de padrão masculino (ou alopecia androgenética) é a causa mais comum de perda e enfraquecimento do cabelo. O problema tem sido explicado apontando para uma combinação entre factores hormonais e predisposição genética mas tem sido difícil apontar uma causa exacta.
Desta vez, os investigadores analisaram os escalpes de 22 homens com calvície padrão e encontraram diferenças significativas entre a zona (ainda) coberta pelo cabelo e onde este já não existia. Os locais mais “carecas” tinham níveis elevados de uma prostaglandina chamada D2.
Em laboratório, os investigadores usaram um folículo de cabelo humano e foram aumentando a concentração desta substância constatando que esta conseguia travar o crescimento do cabelo. A experiência também foi realizada em ratinhos.
Os cientistas identificaram ainda o receptor (uma proteína chamada GPR44) usado por esta prostaglandina para bloquear o crescimento do cabelo. Assim, concluem, fármacos capazes de inibir esta proteína deverão conseguir atrasar a calvície masculina. É preciso agora testar esta hipótese. Para já, há pelo menos mais uma esperança para os homens calvos ou carecas. E, quem sabe, estes testes também possam oferecer uma resposta para problemas de calvície das mulheres.
Segundo dados conhecidos, a calvície de padrão masculino (que faz com que os folículos do cabelo encolham e produzam cabelos de uma espessura microscópica) afecta oito em cada dez homens com menos de 70 anos.

Fonte: Público

sábado, 24 de março de 2012

Planetas que 'viajam' a 50 milhões quilómetros/hora

Especialistas comprovaram que, tal como existem estrelas hipervelozes, também há planetas que passam a grande velocidade pela Via Láctea. Se alguém lá vivesse, "seria como estar montado num touro mecânico".
Quando há sete anos os astrónomos descobriram uma estrela hiperveloz - passou pela galáxia a 2,4 milhões quilómetros/hora - surgiu a questão se era possível algo idêntico acontecer com um planeta. Desde então já são conhecidas 16 estrelas do género e especialistas do centro de Astrofísica de Harvard Smithsonian e da Universidade de Dartmouth revelam agora que sim: também há planetas a passar pela Via Láctea muito, muito rapidamente.
"Esses mundos podem ser os objetos voadores mais rápidos da nossa galáxia", salienta Avi Loeb, um dos autores do estudo. Os planetas podem passar uma velocidade de 50 milhões quilómetros/hora, qualquer coisa como 14 mil quilómetros por segundo. "Se alguém vivesse [num planeta desses], seria como estar montado num touro mecânico desde o centro da Via Láctea até ao universo exterior", acrescentou.
"Além das partículas subatómicas, não conheço nada que seja capaz de abandonar a galáxia tão rápido como fazem estes planetas errantes", salientou Idan Ginsburg, investigador da Universidade de Dartmouth.
Isto acontece um sistema estelar duplo aproxima-se demasiado de um buraco negro. As forças gravitacionais fazem com que a união se rompa e uma das estrelas é puxada para o buraco negro.

Fonte: Diário de Notícias

sexta-feira, 23 de março de 2012

Escócia testa diagnóstico precoce do cancro do pulmão

O Serviço Nacional de Saúde britânico acredita que, com esta análise de sangue desenvolvida por uma equipa da Universidade de Nottingham, será possível tratar o cancro do pulmão de forma mais precoce.
Milhares de fumadores ou ex-fumadores escoceses vão ser submetidos a uma análise de sangue para determinar se estão a desenvolver cancro do pulmão, testes que serão feitos pelo Serviço Nacional de Saúde britânico.
Na base desta análise, está o facto de as autoridades acreditarem que este teste, que poderá detetar cancro do pulmão meses ou até cinco anos antes de este começar a crescer, permite um diagnóstico precoce mais eficaz e uma poupança de vidas e de dinheiro.
Este teste foi desenvolvido por uma equipa da Universidade de Nottingham e verifica os níveis de anticorpos no sangue, isto porque as células cancerígenas têm proteínas diferentes das células normais a que o sistema imunitário responde produzindo grandes quantidades de antcorpos.
Depois de ter sido testado nos EUA, será experimentado na Escócia, que tem uma das mais altas taxas de cancro do pulmão no mundo, primeiro em 10 mil pessoas que fumaram pelo menos 20 cigarros por dia durante mais de duas décadas.
Este teste, que pode abrir a porta a tratamento em fases mais precoces da doença, será implementado em todo o Reino Unido caso tenha sucesso na Escócia.

Fonte: TSF

quinta-feira, 22 de março de 2012

Exercícios no ginásio podem levar mulheres ao orgasmo!

O simples exercício físico feito, por exemplo, num ginásio, pode proporcionar às mulheres prazer sexual e conduzi-las ao orgasmo. Essa foi a conclusão a que chegaram investigadores da Universidade de Indiana, nos EUA. Os estudiosos concluíram que fazer abdominais, trepar uma corda, usar a bicicleta estática ou o levantar pesos é quanto basta a muitas mulheres para atingirem o prazer sexual.
Para Debby Herbenick, directora-adjunta do Centro para a Promoção da Saúde Sexual da Universidade de Indiana, nos EUA, os dados a que os estudos chegaram "são interessantes porque sugerem que o orgasmo não é necessariamente um evento sexual. Os dados também podem ensinar-nos mais acerca dos processos corporais por detrás das experiências obtidas pelas mulheres".
O estudo foi publicado numa edição especial da revista "Sexual and Relationship Therapy" dedicada à saúde sexual. O trabalho de investigação foi elaborado através de inquéritos realizados a 124 mulheres, que afirmaram ter experimentado orgasmos induzidos através de exercício, e 246 mulheres que experimentaram prazer sexual induzido da mesma forma, sem chegar até ao final.
As mulheres tinham idades compreendidas entre os 18 e os 63 anos, a maioria era casada ou tinha companheiro e cerca de 69% afirmaram ser heterossexuais.
Os estudos provam que quatro em cada dez mulheres que experimentaram o prazer sexual o fizeram em mais de dez ocasiões. Por outro lado, 20% das mulheres que alcançaram o orgasmo disseram que não puderam controlar a experiência. A maioria chegou ao orgasmo sem o recurso a qualquer fantasia sexual ou a pensamento em alguém por quem tivesse atração sexual.
Quanto ao exercício que praticavam e que as levava ao prazer sexual, mais de metade das mulheres inquiridas referiu os abdominais. Contudo, outras citaram o levantamento de pesos (26,5%), prática de yoga (20%), exercícios na bicicleta (15,8%) e corrida (13,2%).
O exercício considerado como o mais satisfatório foi a "cadeira do capitão", que consiste num banco onde os braços estão apoiados e as mulheres levantam os joelhos até ao peito ou em ângulo de 90 graus.
De acordo com Debby Herbenick, há ainda muita investigação a fazer, nomeadamente no sentido de perceber quais são os factores que conduzem ao prazer sexual a partir do exercício físico. Para já, reconhece como grande vantagem dos estudos o facto de terem permitido que as mulheres que conhecem prazer sexual com a ginástica se sintam "mais normais".

Fonte: Jornal de Notícias

Os 10 locais 'invisíveis' no Google Maps

Desde aldeias na Coreia do Norte a uma central de energia no Utah, nos Estados Unidos, nem todos os locais estão visíveis a partir do Google Maps. Estão lá, mas as imagens aparecem distorcidas por motivos de segurança.
Afinal nem todos os locais do planeta estão visíveis no Google Maps. Alguns países distorceram as imagens de certos sítios por razões de segurança.
Por exemplo, se um utilizador da Internet quiser ver as ruas das cidades da Coreia do Norte, não poderá. Assim como o Palácio Real em Amesterdão ou uma central de energia no campus da Universidade de Cornell em Ithaca, Nova Iorque.
"As imagens aéreas do satélite do Google Maps e do Google Earth provêm de variadas fontes comerciais e públicas, garante Deanna Yick, porta-voz do Google.
"Os fornecedores destas imagens são obrigados a cumprir a lei dos países onde operam, portanto, algumas imagens são distorcidas", acrescentou.
Eis 10 dos locais que não se podem ver no Google Maps:
Palácio Real de Amesterdão - Holanda
Aeroporto Internacional de Buffalo Niagara - Estados Unidos
Parque Nacional Tantauco - Chile
Keowee Dam - Estados Unidos
Local por definir na Rússia
Aeroporto Minami Torishima - Japão
Edifício Michael Aaf - Estados Unidos
Central de energia do campus da Universidade de Cornel - Estados Unidos
Cidade da Babilónia - Iraque
Vlissingen - Holanda

Fonte: Diário de Notícias