domingo, 24 de junho de 2012

Novo iPhone irá tornar acessórios antigos inúteis

A Apple está a deixar muitos dos seus fãs indignados porque se prepara para mudar, no próximo iPhone 5, o conetor que tem utilizado em todos os seus aparelhos do género. A confirmar-se, isto fará com que todos os acessórios criados para os iPhones, iPods e iPads se tornam obsoletos.
Em causa estão os rumores de que a nova versão do smartphone da Aplle vir com um conector de 19 pinos, substituindo o de 30 pinos atual.
O suposto novo conector pode ser visto num post do MobileFun num vídeo no YouTube da ETradeSupply, que trabalha com peças.
Os utilizadores indignados juntaram-se já online para se manifestar contra esta decisão, que alterará radicalmente o tamanho do conector do iPhone que deverá ser lançado em outubro. Ao fazê-lo, todos os acessórios atuais, como 'docking stations' ou carregadores, terão de ser substituídos.
Segundo o Daily Mail, que avança com a notícia, esta possibilidade está também a deixar os fabricantes de acessórios irritados.
O blogue especializado em tecnologia TechCrunch afirma que esta informação foi confirmada por três fabricantes diferentes. A Apple, por seu lado, não o confirmou, mas também não o desmentiu.
O tradicional conector de 30 pinos é utilizado pela Apple desde que foi lançado o iPod de terceira geração. Diversos docks e cabos - até mesmo acessórios mais simples como capas de silicone - foram fabricados tendo em conta o tamanho e o padrão daquele conector. O novo conetor permite que o telefone seja mais fino e que utilize cabo magnético.

Fonte: Diário de Notícias

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Descobertos dois planetas quase "colados"

Foram detetados pelo telescópio Kepler e estão a 1200 anos-luz da Terra. Orbitam a mesma estrela 20 a 30 vezes mais próximos um do outro do que qualquer planeta do sistema solar.
Estão muito próximos um do outro, mas não chocam. A descoberta foi feita por investigadores das universidades de Washington e de Harvard. "Estes dois planetas estão mais perto um do outro do que em qualquer outro sistema que tenhamos encontrado", refere Eric Agol citado pelo ABC, cientista da Universidade de Washington e um dos autores do artigo publicado na Science.
Estes dois mundos estão cinco vezes mais perto do que a Lua da Terra (menos de dois milhões de quilómetros), mas nunca colidiram. Os investigadores tentam agora compreender como é possível que dois planetas tão diferentes têm órbitas tão próximas.

Fonte: Diário de Notícias

quarta-feira, 20 de junho de 2012

E a humanidade pesa... quase 300 milhões de toneladas

Em 2005, a massa corporal total da população adulta mundial era de 287 milhões de toneladas, segundo cientistas britânicos que acabam de publicar a sua estimativa na revista BMC Public Health.
Ian Roberts e colegas, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, escrevem que, para obter os seus resultados, utilizaram dados disponíveis sobre o índice de massa corporal de cada país (IMC, que quando superior a 25 indica excesso de peso e a partir de 30 obesidade), bem como a distribuição da altura nas populações correspondentes.
Do total dessa biomassa, explicam ainda, 15 milhões de toneladas representam o excesso de peso e 3,5 milhões a obesidade. E um terço desses 3,5 milhões de toneladas vivem na América do Norte, embora aquela região só represente, em termos demográficos, 6% da população global! A título de comparação, a Ásia, onde vive 61% da população mundial, só contribui para 13% da biomassa humana devida à obesidade. E já agora, os dez países mais “pesados” são, para além dos EUA, o Kuwait , Croácia, Qatar, Egipto, Emirados Árabes Unidos, Trinidade e Tobago, Argentina, Grécia e Bahrein e os dez mais “leves” a Coreia do Norte, Camboja, Burundi, Nepal, República Democrática do Congo, Bangladesh, Sri Lanka, Etiópia, Vietname e Eritreia.
“Uma tonelada de biomassa corresponde a perto de 12 adultos na América do Norte e a 17 na Ásia”, precisam os autores. “E se todos os países tivessem a distribuição do índice de massa corporal dos EUA, o aumento de biomassa humana seria de 58 milhões de toneladas, correspondendo às necessidade energéticas de 473 milhões de adultos.”
Ou seja, não basta reduzir o crescimento populacional. Também é preciso travar o consumo excessivo de alimentos. "[No futuro], o aumento do excesso de peso da população poderia ter o mesmo impacto nas necessidades alimentares globais do que um aumento populacional de quase meio milhão de pessoas", concluem.

Fonte: Público

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Uma galáxia quase tão antiga como o universo

Dois telescópios japoneses descobriram uma galáxia a 12 900 milhões de anos luz da Terra, a mais longínqua descoberta até hoje.
Chama-se SXDF-NB1006-2 e está a 12 900 milhões de anos luz da Terra. A galáxia descoberta pelos telesc+opios japoneses Subaru e Keck é assim a mais longínqua jamais encontrada. Olhar para ela significa estar a olhar para as origens do universo, uma vez que à escala astronómica, mais longe é igual a mais antigo.
Os astrónomos que realizaram este trabalho, publicado no Astrophysical Journal, esperam que o estudo desta galáxia ajude a perceber o que aconteceu nos primórdios do universo.

Fonte: Diário de Notícias

sábado, 16 de junho de 2012

Macacos sobreviveram à infecção pelo vírus de Ébola

Um cocktail de anticorpos que foi administrado entre 24 horas e 48 horas a seguir à infecção pela estirpe mais letal do vírus de Ébola permitiu salvar a vida de macacos infectados.
Actualmente, os tratamentos disponíveis contra este vírus, que provoca uma febre hemorrágica altamente contagiosa e letal em poucos dias, só têm alguma hipótese de funcionar quando são iniciados minutos após a infecção.
Gary Kobinger, da Universidade de Manitoba, Canadá, e colegas, que publicaram os seus resultados na revista Science Translational Medicine, infectaram nove macacos (Macaca fascicularis) com a estirpe Zaire do vírus (responsável pelos surtos da doença no ex-Zaire, a actual República Democrática do Congo). Horas mais tarde, administraram a oito deles a primeira de três doses de uma mistura de três anticorpos, cada um dirigido contra uma região diferente da proteína do invólucro viral que permite a entrada do vírus nas suas células-alvo. Os anticorpos provinham de ratinhos que tinha sido previamente vacinados com fragmentos do vírus.
Os quatro macacos que iniciaram o tratamento após 24 horas sobreviveram todos, sem efeitos indesejáveis aparentes. Dos quatro que só iniciaram o tratamento após 48 horas, sobreviveram dois. O macaco que não tinha sido tratado morreu da doença passados cinco dias.
“Os anticorpos fizeram abrandar a replicação do vírus até o sistema imunitário dos próprios animais entrar em acção e evacuar completamente o vírus”, diz Kobinger, citado pelo site Nature.com.
Os cientistas consideram os resultados mais promissores do que as anteriores tentativas de tratamento à base de anticorpos. Segundo o mesmo site, a empresa de biotecnologia Defyrus, de Toronto, já está a desenvolver um tratamento contra o vírus de Ébola que integra estes anticorpos e cuja segurança de utilização em seres humanos deverá ser testada até finais de 2014.

Fonte: Público