Uma equipa de arqueólogos checos escavou uma tumba faraónica de uma princesa com 4500 anos, no sul do Cairo, anunciou hoje o Ministério de Antiguidades do Egito.
El-Bialy, do ministério, disse hoje à Associated Press que no sítio das escavações o sepulcro da princesa Shert Nebti está rodeado pelos túmulos de quatro altos funcionários da V Dinastia, que datam de cerca de 2500 antes de Cristo, no complexo de Abu Sir, perto da pirâmide de degraus de Saqqara.
El-Bialy afirmou que será possível abrir o túmulo ao público.
A indústria de turismo no Egito, vital para a economia do país, sofreu uma forte quebra, devido à instabilidade interna do país, na esteira do levantamento do ano passado que derrubou o líder autocrático Hosni Mubarak, noticia a AP.
Em comunicado, emitido sexta-feira, o ministro das Antiguidades, Mohammed Ibrahim, afirmou que a antecâmara para o túmulo da princesa inclui quatro colunas de pedra calcária com inscrições hieroglíficas.
Fonte: Diário de Notícias
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
Apple não pode utilizar marca iPhone no México
A gigante da maça perdeu uma ação legal em tribunais mexicanos contra a empresa iFone, não podendo utilizar a sua marca no país.
A instância de recurso determinou que apenas a companhia mexicana poderá utilizar a designação 'iPhone' ou 'iFone'. A decisão acabou com um processo judicial de três anos entre a Apple e a companhia mexicana.
A empresa de telecomunicações 'iFone' nasceu no México em 2003, para passados seis anos receber uma carta da Apple dizendo que iria ser processada por utilizar um nome com uma fonética muito parecida à da gigante americana. A pequena companhia mexicana processou também a Apple. Agora, o tribunal vem dar razão à empresa nacional.
A companhia de telecomunicações exige agora 40% dos lucros de todos os iPhones vendidos no México até a data. Neste momento ainda é incerto se a Apple poderá vender o novo iPhone5 no país.
Fonte: Diário de Notícias
A instância de recurso determinou que apenas a companhia mexicana poderá utilizar a designação 'iPhone' ou 'iFone'. A decisão acabou com um processo judicial de três anos entre a Apple e a companhia mexicana.
A empresa de telecomunicações 'iFone' nasceu no México em 2003, para passados seis anos receber uma carta da Apple dizendo que iria ser processada por utilizar um nome com uma fonética muito parecida à da gigante americana. A pequena companhia mexicana processou também a Apple. Agora, o tribunal vem dar razão à empresa nacional.
A companhia de telecomunicações exige agora 40% dos lucros de todos os iPhones vendidos no México até a data. Neste momento ainda é incerto se a Apple poderá vender o novo iPhone5 no país.
Fonte: Diário de Notícias
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sábado, 3 de novembro de 2012
Elefante imita voz humana e fala coreano
O elefante asiático, chamado Koshik, é capaz de imitar a voz humana e até mesmo de pronunciar palavras em coreano.
Quem já visitou o Jardim Zoológico de Lisboa lembra-se com certeza do elefante que tocava o sino em troca de uma moeda. No 'Everland Zoo', na Coreia do Sul, as capacidades do elefante local vão ainda mais longe.
Koshik é um elefante singular. Aprendeu a imitar a voz humana e o seu vocabulário inclui, pelo menos, cinco palavras em coreano: "olá", "não", "senta-te", "deita-te" e "bom". O animal, que está no zoológico 'Everland Zoo', na Coreia do Sul, utiliza a tromba, que coloca na boca, para transformar o seu bramido natural numa imitação da voz humana, conseguindo, assim, formar palavras, notícia o site da BBC.
Quem já visitou o Jardim Zoológico de Lisboa lembra-se com certeza do elefante que tocava o sino em troca de uma moeda. No 'Everland Zoo', na Coreia do Sul, as capacidades do elefante local vão ainda mais longe.
Koshik é um elefante singular. Aprendeu a imitar a voz humana e o seu vocabulário inclui, pelo menos, cinco palavras em coreano: "olá", "não", "senta-te", "deita-te" e "bom". O animal, que está no zoológico 'Everland Zoo', na Coreia do Sul, utiliza a tromba, que coloca na boca, para transformar o seu bramido natural numa imitação da voz humana, conseguindo, assim, formar palavras, notícia o site da BBC.
Koshik entra assim para a lista dos animais que conseguem reproduzir o som humano quase na perfeição. À semelhança da beluga, também conhecida por baleia branca, que cativou fãs por todo o mundo depois de ter captado o som da voz humana e de o ter conseguido imitar, o elefante Koshik foi ainda mais longe, pois além de imitar a voz dos seres humanos consegue também pronunciar algumas palavras, diz a BBC.
Angela Stoeger, da Universidade de Viena, explicou que a voz humana se baseia essencialmente em dois aspetos: o tom e o timbre. "Surpreendentemente, Koshik é capaz de desenvolver tanto um como outro. Pode imitar os seus treinadores, algo que é notável num animal com tantas diferenças do homem", afirmou ao jornal espanhol 'El Mundo'.
Não está totalmente claro o motivo pelo qual Koshik adotou este mecanismo vocal, no entanto os investigadores sugerem que o facto de ser o único elefante no zoológico da Coreia do Sul, desde há cinco anos, e o facto de o seu único contacto ser com seres humanos, tenha ajudado a desenvolver essa aptidão, diz o site do jornal espanhol 'El Mundo'.
"Acreditamos que Koshik começou a adaptar a sua vocalização aos seres humanos com que convivia para fortalecer a sua socialização, algo que já se observou noutras espécies", disse Angela Stoeger, também ao 'El Mundo'.
Fonte: Diário de Notícias
Angela Stoeger, da Universidade de Viena, explicou que a voz humana se baseia essencialmente em dois aspetos: o tom e o timbre. "Surpreendentemente, Koshik é capaz de desenvolver tanto um como outro. Pode imitar os seus treinadores, algo que é notável num animal com tantas diferenças do homem", afirmou ao jornal espanhol 'El Mundo'.
Não está totalmente claro o motivo pelo qual Koshik adotou este mecanismo vocal, no entanto os investigadores sugerem que o facto de ser o único elefante no zoológico da Coreia do Sul, desde há cinco anos, e o facto de o seu único contacto ser com seres humanos, tenha ajudado a desenvolver essa aptidão, diz o site do jornal espanhol 'El Mundo'.
"Acreditamos que Koshik começou a adaptar a sua vocalização aos seres humanos com que convivia para fortalecer a sua socialização, algo que já se observou noutras espécies", disse Angela Stoeger, também ao 'El Mundo'.
Fonte: Diário de Notícias
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sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Depois de 2050, metade da população portuguesa terá um cancro, alerta Sobrinho Simões
Actualmente, um em cada três portugueses vai ter pelo menos um cancro durante a sua vida. A partir de meados do século XXI, os casos de cancro vão aumentar e então um em cada dois portugueses – ou seja, metade da população – desenvolverá um cancro ao longo da vida. O alerta é do cientista Manuel Sobrinho Simões, director do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (Ipatimup), no lançamento, esta segunda-feira, da Associação Portuguesa de Investigação em Cancro, afiliada da congénere European Association for Cancer Research.
Explicando melhor o alerta de Sobrinho Simões, o investigador diz que metade dos portugueses que nascerem daqui a dez ou 15 anos – por volta de 2025 a 2030 – e que em meados deste século chegarão à idade adulta vão desenvolver cancro. “Metade das pessoas que nascerem daqui a dez anos vai ter pelo menos um cancro. O cancro vai aumentar”, esclarece ainda.
“Já hoje estamos a ter mais gente que desenvolve o segundo e o terceiro cancro. A ideia de que as pessoas que tiveram um cancro safaram-se é errada”, refere ainda. “Quem teve um cancro que se curou ou que está controlado tem mais risco do que a população em geral. É uma questão de susceptibilidade genética, de estilo de vida e de condições ambientais.”
Procurando não criar alarmismos, Sobrinho Simões diz que não devemos ficar “assustados”, porque as taxas de cura e de controlo dos cancros têm aumentado. E também está confiante de que “não vai faltar dinheiro para a investigação nesta área”. “A indústria farmacêutica sabe também que isto é uma área extraordinária do ponto de vista económico, porque, se metade da população tem cancro e se os tratamentos não são baratos, isso é um estímulo para eles. Portanto, acredito que vai haver dinheiro. Estou com medo, mas acredito”, acrescentou Sobrinho Simões, citado pela agência de notícias Lusa. “Mas vamos evoluir de forma inexorável para ter mais cancro e doença neuropsiquiátricas, as doenças da velhice.”
A Associação Portuguesa de Investigação em Cancro que acaba de nascer “pretende ocupar um espaço que estranhamente continua vazio em Portugal, o da coordenação da investigação multidisciplinar em cancro (Portugal é dos raros países europeus sem qualquer estrutura deste tipo) ”, lê-se no comunicado de imprensa sobre o lançamento da associação, que pretende desempenhar um papel central na articulação, tanto nacional como internacional, das actividades de investigação do cancro, agregando quem trabalha nesta área. Também pretende contribuir para a divulgação da investigação feita em Portugal.
No entanto, apesar de ser “a coisa mais importante que aconteceu em Portugal nos últimos anos em termos de investigação em cancro”, Sobrinho Simões receia que a nova associação “não funcione”: “Nós, em Portugal, somos muito bons a fazer os eventos e depois não somos tão bons a manter e a sustentar. É um dia muito feliz, mas é uma responsabilidade horrorosa”, admitiu o investigador, um dos responsáveis pela criação da nova associação. “O nosso objectivo é que Portugal passe a ser um nó nas redes de investigação e tratamento, mas para isso é preciso que os dois mundos, que costumam estar separados, o da investigação fundamental e o da clínica, passem a trabalhar em conjunto.”
Para Sobrinho Simões, “a saúde tem condições excepcionais para reter em Portugal os investigadores”, por considerar que “no domínio da investigação em saúde e em cancro há condições tão boas para oferecer aos investigadores como qualquer país europeu da nossa dimensão”.
A nova associação vai funcionar a partir do próximo ano, com a criação de um site, a realização de reuniões regulares e levantamentos nacionais sobre o que existe: “E, depois, com a apresentação de propostas para começar a funcionar de maneira mais integrada com a Europa e entre nós”, referiu Leonor David, investigadora do Ipatimup, que preside a comissão instaladora da associação.
Fonte: Publico
Explicando melhor o alerta de Sobrinho Simões, o investigador diz que metade dos portugueses que nascerem daqui a dez ou 15 anos – por volta de 2025 a 2030 – e que em meados deste século chegarão à idade adulta vão desenvolver cancro. “Metade das pessoas que nascerem daqui a dez anos vai ter pelo menos um cancro. O cancro vai aumentar”, esclarece ainda.
“Já hoje estamos a ter mais gente que desenvolve o segundo e o terceiro cancro. A ideia de que as pessoas que tiveram um cancro safaram-se é errada”, refere ainda. “Quem teve um cancro que se curou ou que está controlado tem mais risco do que a população em geral. É uma questão de susceptibilidade genética, de estilo de vida e de condições ambientais.”
Procurando não criar alarmismos, Sobrinho Simões diz que não devemos ficar “assustados”, porque as taxas de cura e de controlo dos cancros têm aumentado. E também está confiante de que “não vai faltar dinheiro para a investigação nesta área”. “A indústria farmacêutica sabe também que isto é uma área extraordinária do ponto de vista económico, porque, se metade da população tem cancro e se os tratamentos não são baratos, isso é um estímulo para eles. Portanto, acredito que vai haver dinheiro. Estou com medo, mas acredito”, acrescentou Sobrinho Simões, citado pela agência de notícias Lusa. “Mas vamos evoluir de forma inexorável para ter mais cancro e doença neuropsiquiátricas, as doenças da velhice.”
A Associação Portuguesa de Investigação em Cancro que acaba de nascer “pretende ocupar um espaço que estranhamente continua vazio em Portugal, o da coordenação da investigação multidisciplinar em cancro (Portugal é dos raros países europeus sem qualquer estrutura deste tipo) ”, lê-se no comunicado de imprensa sobre o lançamento da associação, que pretende desempenhar um papel central na articulação, tanto nacional como internacional, das actividades de investigação do cancro, agregando quem trabalha nesta área. Também pretende contribuir para a divulgação da investigação feita em Portugal.
No entanto, apesar de ser “a coisa mais importante que aconteceu em Portugal nos últimos anos em termos de investigação em cancro”, Sobrinho Simões receia que a nova associação “não funcione”: “Nós, em Portugal, somos muito bons a fazer os eventos e depois não somos tão bons a manter e a sustentar. É um dia muito feliz, mas é uma responsabilidade horrorosa”, admitiu o investigador, um dos responsáveis pela criação da nova associação. “O nosso objectivo é que Portugal passe a ser um nó nas redes de investigação e tratamento, mas para isso é preciso que os dois mundos, que costumam estar separados, o da investigação fundamental e o da clínica, passem a trabalhar em conjunto.”
Para Sobrinho Simões, “a saúde tem condições excepcionais para reter em Portugal os investigadores”, por considerar que “no domínio da investigação em saúde e em cancro há condições tão boas para oferecer aos investigadores como qualquer país europeu da nossa dimensão”.
A nova associação vai funcionar a partir do próximo ano, com a criação de um site, a realização de reuniões regulares e levantamentos nacionais sobre o que existe: “E, depois, com a apresentação de propostas para começar a funcionar de maneira mais integrada com a Europa e entre nós”, referiu Leonor David, investigadora do Ipatimup, que preside a comissão instaladora da associação.
Fonte: Publico
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Descoberta uma nova espécie de lagartixa
Cientistas australianos descobriram uma nova espécie de lagartixa no sudoeste da Austrália que se acredita estar em perigo de extinção devido ao desenvolvimento urbano, informaram hoje académicos.
A Ctenotus ora tem seis centímetros de comprimento e habita nas dunas existentes a sul da cidade de Perth, na Austrália Ocidental, informou a Universidade Nacional Australiana em comunicado.
"Esta lagartixa enfrenta um sério risco de desaparecer", alertou um dos cientistas envolvidos na descoberta, Geoffrey Kay.
Os cientistas australianos conseguiram observar apenas poucos exemplares da nova espécie pelo facto de o seu habitat natural estar a ser ameaçado com a urbanização derivada do crescimento de Perth.
A descoberta foi feita durante uma pesquisa a sul de Perth para determinar o nível de biodiversidade no sudoeste da Austrália.
O sudoeste da Austrália é considerado como um dos 25 lugares do mundo com maior biodiversidade, a par de Madagáscar, das selvas tropicais da África Ocidental e do Cerrado no Brasil, refere a nota da Universidade Nacional Australiana.
Fonte: Diário de Notícias
A Ctenotus ora tem seis centímetros de comprimento e habita nas dunas existentes a sul da cidade de Perth, na Austrália Ocidental, informou a Universidade Nacional Australiana em comunicado.
"Esta lagartixa enfrenta um sério risco de desaparecer", alertou um dos cientistas envolvidos na descoberta, Geoffrey Kay.
Os cientistas australianos conseguiram observar apenas poucos exemplares da nova espécie pelo facto de o seu habitat natural estar a ser ameaçado com a urbanização derivada do crescimento de Perth.
A descoberta foi feita durante uma pesquisa a sul de Perth para determinar o nível de biodiversidade no sudoeste da Austrália.
O sudoeste da Austrália é considerado como um dos 25 lugares do mundo com maior biodiversidade, a par de Madagáscar, das selvas tropicais da África Ocidental e do Cerrado no Brasil, refere a nota da Universidade Nacional Australiana.
Fonte: Diário de Notícias
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