quarta-feira, 10 de abril de 2013

Mulheres sentem-se mais atraídas por homens com pénis grandes

Estudo revela que elas gostam mais de homens altos e espadaúdos e com o pénis grande. Preferência pode ter tido consequências na evolução do órgão sexual masculino.
O tamanho do pénis é uma característica anatómica do homem que contribui para atracção sexual da mulher e poderá ter tido importância na sua evolução. As mulheres sentem-se mais atraídas por homens com pénis grande, revela um artigo publicado nesta segunda-feira na revista Proceedings of the Natural Academy of Sciences dos Estados Unidos.
“Desde há muito tempo que este tema entusiasma a imaginação do público”, diz o biólogo Michael Jennions, da Universidade Nacional Australiana, em Camberra, que liderou o estudo. “Se olharmos para as revistas que estão nos quiosques, muitas vezes há artigos com títulos como Será que o tamanho do pénis é importante?”, destaca o cientista, citado pela agência AFP, explicando que a equipa tentou abordar o tema do ponto de vista científico.
“Os biólogos acreditam que, antes, quando o homem moderno não utilizava roupa, as mulheres utilizavam o tamanho do pénis como um dos factores para escolher o melhor parceiro para a reprodução, mas pouco foi feito para testar esta hipótese”, explica o cientista. Esta hipótese obriga a considerar que, ao longo da evolução, se escolheram homens com pénis maiores.
A equipa australiana tentou avaliar este factor, mas num contexto mais alargado do corpo masculino. Os cientistas tiveram em conta a altura do homem e a largura dos ombros em relação à largura da cintura. Deste modo, construíram várias figuras, anatomicamente perfeitas de homens. Iam variando o tamanho do pénis flácido, entre 5 e 13 centímetros de comprimento com diâmetro proporcional; a altura, entre 1,63 e 1,87 metros; e a largura dos ombros. Ao todo, foram produzidas 343 figuras diferentes.
Depois, 105 mulheres heterossexuais, com uma idade média de 26 anos, participaram no estudo: observaram 53 das 343 figuras masculinas em tamanho real, escolhidas à sorte, e atribuíram a cada uma delas valores de um a sete, consoante o grau de atracção que sentiam. As participantes só sabiam que estavam a entrar num estudo sobre atracção sexual genérica, não tinham conhecimento de que o objectivo era avaliar se o tamanho do pénis influenciava a atracção que as mulheres têm pelos homens.
Estudos anteriores já tinham mostrado que as mulheres preferem homens altos e com os ombros largos. O novo trabalho revelou que o tamanho do pénis também é importante para a atracção sexual, e confirmou que elas preferem homens mais altos e espadaúdos.
Apesar de os pénis maiores corresponderem a uma maior atracção, o aumento de atracção já não é tão acentuado a partir dos 7,6 centímetros de comprimento quando não está erecto. Mais, os cientistas verificaram que a atracção pelo tamanho do pénis dependia do resto do corpo masculino. “Se um homem tiver um corpo pequeno em forma de pêra [com a cintura mais larga do que os os ombros], um pénis grande não vai aumentar o seu sex appeal”, diz ainda Brian Mautz, co-autor do artigo. Por outro lado, os pénis grandes provocavam maior atracção numa figura masculina mais alta ou com os ombros maiores.
“Os nossos resultados apoiam a hipótese de que a escolha sexual das mulheres levou à evolução de pénis maiores nos humanos”, conclui o artigo.

Fonte: Público

terça-feira, 9 de abril de 2013

Descoberta nova tarântula gigante

Foi descoberta numa aldeia do Sri Lanka uma nova espécie de tarântula que tem aproximadamente o tamanho de um rosto.
Uma nova espécie de tarântula, rara, foi identificado por cientistas da Organização de Biodiversidade Educacional e de Pesquisa do Sri Lanka. O exemplar descoberta, que ficou com o nome científico 'Poecilotheria rajaei', tem patas de 20 cm com marcas amarelas e, uma banda côr-de-rosa em redor do abdómen.
Já há três anos, os cientistas tinham sabido da existência de um exemplar igual ao descoberto. No entanto, nunca chegaram a vê-lo com vida, pois os habitantes da cidade de Mankulam, onde fora encontrada este tipo de tarântula pela primeira vez, abateram o aracnídeo.
Agora, de regresso ao local, uma equipa de investigadores da mesma organanização acabaram por encontrar mais destes enormes exemplares, desta feita, vivos, daí terem registado a descoberta como uma nova espécie, mais concretamente, rara e com características muito próprias: prefere viver em velhos troncos e é descrita no site da organização como "colorida, rápida e venenosa".

Fonte: Correio da Manhã

segunda-feira, 8 de abril de 2013

NASA planeia missão robótica para capturar asteroide

A agência espacial norte-americana (NASA) está a planear uma missão robótica para capturar um pequeno asteroide, antes de o rebocar e colocar na órbita da Lua, indicou um senador norte-americano.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai propor para este novo projeto cem milhões de dólares no orçamento para 2014, que deve submeter ao Congresso na quarta-feira.
"Isto faz parte do que será um programa muito mais alargado", disse na sexta-feira à noite na sua página eletrónica o senador Bill Nelson, um democrata da Florida e membro da subcomissão do espaço do Senado.
"Este programa combina a investigação necessária para explorar os recursos dos asteroides e os meios de desviar a trajetória em caso de ameaça para a Terra, bem como desenvolver tecnologias que permitam facilitar uma futura missão (tripulada) a Marte", acrescentou.
O senador explicou que a ideia deste projeto foi inicialmente avançada em 2012 pelo instituto de tecnologia da Califórnia, em Pasadena, e desenvolvida pela NASA e pelo gabinete de ciência e tecnologia da Casa Branca, que convidaram outros centros de investigação e universidades a participar.
O objetivo de Obama de enviar astronautas para um asteroide próximo da Terra até 2025 não pode ser concretizado com o orçamento atualmente projetado para os próximos anos.
Mas, ao rebocar com uma sonda robot um asteroide de 500 toneladas para a proximidade da Terra, como na órbita da Lua, seria possível dar aos astronautas um destino para um destes corpos espaciais "a um custo aceitável", indicou o senador Nelson, citando um estudo realizado por cientistas.
O objetivo da visita a um asteroide por astronautas norte-americanoss registaria um avanço de quatro anos, acrescentou.

Fonte: Diário de Notícias

domingo, 7 de abril de 2013

Nova epidemia de dengue no Brasil

Doença propaga-se através de mosquito e aumentou 279%, diz Ministério da Saúde do país.
O número de casos de dengue, uma doença viral propagada através de um mosquito, aumentou 279% no primeiro trimestre deste ano face ao período homólogo de 2012, no Brasil, informou na quinta-feira o Ministério da Saúde do país.
"Os casos com dengue aumentaram 279% entre Janeiro e Março passados, em comparação com o mesmo período em 2012", informou o Ministério da Saúde, num comunicado de imprensa, citado pela AFP.
As notificações recebidas passaram de 167,2 mil para 635,1 mil nas 12 primeiras semanas deste ano.
"Desde o dia 1 de Janeiro até 23 de Março foram registados 635.161 casos de dengue, dos quais 1243 são considerados graves, e foram registadas 108 mortes", acrescentou a mesma fonte ministerial.
Esta doença propaga-se, normalmente, através do mosquito Aedes aegypti e provoca febres altas, dores de cabeça, dores nas articulações, podendo tornar-se hemorrágica e mortal.
Em 2012, registaram-se 167.279 casos de dengue e ocorreram 102 mortes.
Apesar do aumento nas notificações, o registo de casos graves diminuiu de 1316 para 1243.
A quantidade de mortes passou, todavia, de 102 para 108 casos. Os estados com maior incidência da doença são Mato Grosso do Sul (2947,8 casos por 100 mil habitantes), Goiás (1366,9 por 100 mil) e Espírito Santo (801,5 por 100 mil), lê-se na página da Internet brasileira “Combate a dengue”.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a maior parte dos casos notificados são de vírus que circulam há pouco tempo no país.
“A maior parte da circulação é de dengue tipo 4, que é um vírus novo, que vem circulando desde 2011 no país. E uma circulação também de dengue tipo 1. Ou seja, afecta pessoas que não tiveram dengue tipo 1 ao longo da história da epidemia de dengue no nosso país, que começou em 1985″, afirmou.
Em 2010, o Brasil registou uma epidemia de dengue que afectou 579.818 pessoas e fez 285 mortes, segundo os números oficiais, e que foram revistos em baixa.
No Brasil, 95% dos casos aparecem no primeiro semestre no ano e os piores meses são Abril e Maio.

Fonte: Público

sábado, 6 de abril de 2013

Tartaruga declarada extinta afinal nunca existiu

Testes de ADN revelam que espécie de tarturuga de água doce achada extinta na realidade nunca existiu.
Cientistas anunciaram esta quinta-feira, após décadas de pesquisas, que uma espécie de tartaruga de água doce que se pensava ser originária das Seychelles e que foi declarada extinta na realidade nunca existiu.
Testes de ADN revelaram que a alegada espécie 'Pelusios seychellensis' "nunca existiu", afirmou a equipa de investigadores da Alemanha e da Áustria na revista científica PloS One.
Comparações genéticas mostraram que a espécie é a mesma da tartaruga da África ocidental conhecida como 'Pelusios castaneus', que poderá ter sido levada para o arquipélago do oceano Índico ocidental no final do século XIX.
Apenas três espécimes do final do século XIX são conhecidos atualmente e tartarugas vivas nunca foram encontradas, apesar das buscas intensivas em Mahe, levando a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais a declarar a 'Pelusios seychellensis' extinta em 2003.
Os cientistas estavam intrigados face à semelhança da tartaruga com a 'Pelusios castaneus', mas como provinham de zonas distantes acreditavam tratar-se de duas espécies diferentes pois seria pouco provável que a pequena tartaruga tenha conseguido chegar até às Seychelles por meios naturais.
Isto deixava duas possibilidades - ou o espécime foi incorretamente classificado ou a tartaruga foi transportada da África ocidental até às Seychelles no final do século XIX, disseram os autores do estudo.
"Em virtude da considerável distância entre os dois locais, a segunda opção parece a mais viável", concluíram os investigadores.

Fonte: Correio da Manhã