quarta-feira, 24 de abril de 2013

Garfo ajuda a perder peso

O talher vibra quando quem o está a segurar está a comer mais rápido do que deveria. Inventores franceses garantem que esta é uma forma de combater obesidade.

Os nutricionistas são unânimes: quanto mais devagar se comer, melhor para a balança e para a saúde. Mas como da teoria à prática vai uma longa distância, uma equipa de criativos criou uma invenção que promete ajudar as pessoas a comer melhor: um garfo eletrónico que vibra quando se come rapidamente, lembrando ao utilizador que tem de abrandar o ritmo.
A invenção foi o grande sucesso no CES 2013, uma conferência de tecnologia, realizada em janeiro, mas só agora está disponível para pré-venda no site de promoção de invenções Kickstarter.com e os seus criadores franceses asseguram que o invento pode ajudar a combater a obesidade e problemas digestivos.
As pessoas que desembolsarem 89 dólares (cerca de 68 euros) receberão um garfo HAPIfork antes do seu lançamento oficial previsto para o final do ano.
O objeto tem luzes LED, um cabo USB e um software para computadores e smartphones que permite aos utilizadores monitorizar o seu progresso na forma de comer mais lentamente, ou seja, de forma mais saudável.

Fonte: Correio da Manhã

terça-feira, 23 de abril de 2013

Roupa interior que se controla com o iPhone

A empresa britânica Durex criou uma linha de lingerie que se pode fazer vibrar através de uma aplicação para telefones móveis.
Manter uma relação à distância nem sempre é fácil, mas a marca de preservativos Durex decidiu dar uma ajuda. Por isso criou uma linha de roupa interior que conta com uma série de pequenos vibradores repartidos por pontos estratégicos e que podem ser controlados através de uma aplicação para iPhone.
Como se pode ler no blogue espanhol Gadgetos, esta linha de lingerie, batizada Fundawear permite aos dois membros de um casal simular a proximidade, mesmo estando afastados.
A Durex garante que, de momento, esta aplicação é apenas uma experiência, mas pode vir a ter continuidade.

Fonte: Diário de Notícias

domingo, 21 de abril de 2013

Cientistas detectaram sinais de consciência em bebés de cinco meses

Quando é que começamos a tornar-nos conscientes do mundo que nos rodeia? Segundo os mais recentes resultados, isso poderá acontecér muito mais cedo do que se pensava.
Pela primeira vez, foi possível detectar, no cérebro de bebés com apenas cinco meses de vida, um tipo de actividade cerebral que assinala que a sua consciência visual está a emergir. Os resultados são publicados esta sexta-feira na revista Science.
Sabe-se que, nos adultos, a apresentação de uma imagem, mesmo por brevíssimos instantes, dá origem a um padrão de activação neuronal característico, explica a Science no seu site. A activação começa no córtex visual e, passados uns 300 milissegundos, a mensagem chega ao córtex pré-frontal, a região do cérebro onde residem as nossas mais sofisticadas funções cognitivas – e em particular o pensamento.
Sid Kouider e colegas da Ecole Normale Supérieure, em Paris, decidiram testar, através da técnica de electroencefalografia, se a segunda fase deste padrão de ondas cerebrais se verificava também nos bebés muito novos. O estudo envolveu 80 crianças de cinco, 12 e 15 meses de idade, cuja actividade cerebral foi medida graças a um “gorro” de electrodos, enquanto visionavam séries de imagens dentro das quais estava “escondida” a de uma face humana.
Confirmaram assim que os bebés com mais de um ano respondiam àquela imagem desenvolvendo o mesmo tipo de resposta neuronal semelhante à dos adultos – o que não admira, visto que, nesta idade, a interacção visual e social do bebé com o mundo já é muito rica. Mas ficaram surpreendidos ao descobrirem que, embora de forma incipiente e muito mais lenta, essa segunda fase da resposta cerebral já estava presente nos bebés de cinco meses.
Quer isto dizer que desde tão cedo, os bebés têm consciência do que viram, que sabem que viram uma face? Nem por isso: Kouider, citado pela revista New Scientist, diz que o trabalho não constitui uma prova directa de que os bebés estão a ter uma experiência subjectiva. Segundo ele, não é claro que os timings da segunda fase da resposta cerebral, que são ainda muito lentos, permitam uma autêntica experiência consciente. 
Mas os rudimentos já lá estão, concluem os cientistas. “Estes resultados mostram que os mecanismos cerebrais subjacentes à percepção consciente já estão presentes na primeira infância”, escrevem no seu artigo na Science.
A abordagem utilizada neste trabalho também poderá servir, salientam, para perceber melhor os estados de consciência mínima nos adultos – seja na sequencia de lesões cerebrais, seja durante uma anestesia – para determinar até que ponto essas pessoas têm consciência do mundo exterior.

Fonte: Público

sábado, 20 de abril de 2013

Uma aplicação que evita relações amorosas com familiares

Islandeses criam aplicação para telemóvel que evita o risco de relacionamentos amorosos entre familiares. A campanha, bem humorada, tem como lema a frase: "Se eu tivesse esta aplicação no ano passado, provavelmente não teria levado a minha prima para casa".
A Islândia é um país do norte da Europa com uma população tão reduzida que quase todos os islandeses são parentes uns dos outros. Por isso, como escreve o jornal "News of Iceland", praticamente qualquer islandês que comece uma relação com um compatriota poderá estar a fazê-lo com um familiar.
Para evitar o problema, três engenheiros da Sad Engineer Studios criaram agora uma aplicação para telemóvel (bump technology) que está a ser um sucesso na Islândia. Usando a nova aplicação, antes de começarem uma relação amorosa, os islandeses podem aceder através dos seus telemóveis (só para Android) ao "Islendingabok" (Livro dos Islandeses), uma base de dados onde estão registadas todas as informações geneológicas de cada islandês e descobrir facilmente se o seu futuro par é ou não um familiar próximo.
A campanha, bem humorada, tem como lema "Se eu tivesse esta aplicação no ano passado, provavelmente não teria levado a minha prima para casa"

Fonte: Diário de Notícias

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Empresa quer levar humanos a viver em Marte

Uma empresa holandesa quer criar a primeira colónia de humanos em Marte.
A ‘Mars One’ quer levar a cabo o seu objetivo de criar a primeira 'vila' humana em Marte.
Em 2014, a empresa vai enviar um robot explorador e em 2016, quer instalar um satélite em Marte para enviar material para acomodar os humanos.
Os novos inquilinos de Marte deverão partir em 2022, chegando ao local no ano seguinte, segundo informa o site da ‘Mars One’.
A seleção dos candidatos será feita através de um reality show, que irá mostrar a toda a preparação da viagem e a chegada a Marte.

Fonte: Correio da Manhã