terça-feira, 25 de junho de 2013

'Chip' diagnostica gripe em 10 minutos

Com o sensor, os utilizadores poderão saber em minutos se têm gripe, bastando colocar uma amostra de muco no aparelho, relata o diário económico japonês Nikkei.
A tecnologia funciona alterando a voltagem quando entra em contacto com o vírus: em dez minutos surge o diagnóstico, uma rapidez com que os investigadores contam para reduzir as hipóteses de propagação da doença.
O sistema tem uma precisão até 10 mil vezes superior aos métodos convencionais.

Fonte: Correio da Manhã

domingo, 23 de junho de 2013

Facebook partilha por erro contactos de 6 milhões

A rede social Facebook, a mais utilizada do planeta, sofreu uma avaria informática que o levou a que o sistema partilhasse por erro contactos de seis milhões de utilizadores, admitiu a empresa na noite de ontem.
Nenhuma informação financeira dos utilizadores foi divulgada, garante o gigante da Internet, acrescentando que a avaria limitou-se a revelar, por erro, números de telefone e endereços de correio eletrónico.
Em comunicado, citado pela AFP, a empresa fundada por Mark Zuckerberg afirma "não existir qualquer prova de que a avaria foi utilizada para fins malignos", acrescentado estar "irritado e envergonhado" com o sucedido.
Os utilizadores atingidos foram já avisados por e-mail, prossegue o Facebook.
A partilha de informação involuntária aconteceu a utilizadores que utilizaram a ferramenta "Download Your Information" para fazer um arquivo local da sua informação naquela rede social.

Fonte: Diário de Notícias

sábado, 11 de maio de 2013

Tratamento promete o fim dos cabelos brancos

Cientistas afirmam ter descoberto a "raíz" do problema, pondo um ponto final às colorações para esconder os brancos.
Cientistas da Bradford University School of Sciences, em Inglaterra, afirmam ter descoberto um tratamento que põe fim aos cabelos brancos. A notícia foi divulgada pela Nature World News.
Segundo a equipa, os cabelos grisalhos aparecem por acumulação de peróxido de hidrogénio no folículo capilar, o que causa o branqueamento de dentro para fora dos fios de cabelo. Para contrariar esta sequência os pesquisadores desenvolveram um método para atingir esta acumulação de hidrogénio: trata-se de um composto de raios ultravioleta B ativado com luz solar.
Este tratamento  pode ainda ajudar no vitiligo, doença que causa despigmentação da pele.

Fonte: Correio da Manhã

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Empresa cria robôs que identificam mau cheiro dos pés

A empresa japonesa CrazyLabo criou em parceria com o Instituto de Tecnologia da Universidade Kitakyushu dois robôs, em forma de cabeça de mulher e de um cão, capazes de identificar o mau cheiro dos pés e mau hálito.
Quando ativados, ambos os robôs são capazes de reconhecer e catalogar o mau cheiro, reagindo para que o utilizador tome medidas para evitar a situação, explica a edição online do diário Asahi.
O robô Kaori, de cabelos castanhos e olhos azuis, analisa e quantifica os componentes na respiração e avalia o odor numa escala de quatro níveis.
Depois de catalogar, Kaori emite respostas irónicas variando entre "cheira a citrino", como comentário positivo, ou "você tem mau hálito", "não consigo suportar" ou, em casos mais graves, "emergência".
Já o cão Shuntaro identifica o cheiro dos pés, não responde como os humanos, mas abana a cabeça em sinal positivo, ladra e rosna se considerar mau cheiro nos pés ou desmaia se o odor é muito desagradável.
"Quero continuar a fazer coisas que façam as pessoas rir", explicou Kennosuke Tsutsumi, presidente da CrazyLabo, que garante ter iniciado o projeto depois de familiares seus se queixarem do seu hálito e do cheiro dos seus pés.
Nos planos da empresa está a criação de um outro robô capaz de identificar mentiras e que vai reagir como o Pinóquio, fazendo crescer o nariz.

Fonte: Diário de Notícias

terça-feira, 7 de maio de 2013

Vacina contra a heroína testada com sucesso em ratos toxicodependentes

Se também funcionar no ser humano, a vacina poderá permitir neutralizar os subprodutos psicoactivos da heroína logo no sangue, antes deles penetrarem no cérebro.
Uma equipa de cientistas do Instituto de Investigação Scripps (EUA) anuncia esta segunda-feira resultados promissores de um teste pré-clínico, em ratos de laboratório dependentes da heroína, de uma vacina contra esta droga. O estudo é publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
Já existem vacinas experimentais contra a cocaína, a nicotina ou a meta-anfetamina, explica aquele instituto em comunicado. E como as moléculas das drogas psicoactivas costumam ser demasiado pequenas para estimular, pela sua simples presença, a produção de anticorpos pelo organismo, essas vacinas são compostas por fragmentos-chave da droga em causa acoplados a proteínas, que são moléculas muito maiores e mais susceptíveis de provocar uma resposta imunitária.
No caso da heroína, porém, acrescia-se uma dificuldade: o facto de esta droga se desintegrar rapidamente no sangue, dando origem a um outro composto – chamado 6-acetilmorfina – que penetra no cérebro e é responsável por grande parte do efeito da heroína.
Agora, Joel Schlosburg e colegas parecem ter conseguido ultrapassar esse obstáculo ao desenvolverem, nos últimos três anos, uma vacina "dinâmica" que estimula a produção de anticorpos dirigidos não apenas contra a heroína, mas também contra a 6-acetilmorfina e a morfina. “A vacina consegue seguir o rasto à droga à medida que ela é metabolizada, mantendo os subprodutos activos fora do cérebro”, diz Kim Janda, um dos co-autores do trabalho, citado pelo mesmo comunicado.
Mas os cientistas precisavam de testar efectivamente a eficácia da vacina. Por isso, administraram-na a ratos viciados na droga. "Demos a vacina a ratos que já tinha sido expostos à heroína, o que representa uma situação de evidente relevância para a clínica humana", comenta Schlosburg.
E mostraram assim que, mesmo os animais já eram profundamente dependentes da droga – ao ponto de a auto-administrarem de forma compulsiva e em doses cada vez maiores –, a vacina fazia com que, quando esses animais eram desmamados e a seguir novamente expostos à heroína, já não tornavam a desenvolver esses comportamentos. “Os ratos heroinómanos privados da droga costumam retomar um comportamento compulsivo se voltarem a ter acesso a ela”, diz George Koob, um outro co-autor, “mas a nossa vacina impede que isso aconteça”. E em grande parte, a vacina experimental também bloqueia, afirmam os autores, as propriedades analgésicas da heroína e os seus efeitos sobre os circuitos de recompensa cerebrais.
Mas como, por outro lado, ela não bloqueia os efeitos da metadona nem de outras substâncias utilizadas no tratamento da toxicodependência, “será em princípio possível administrá-la em simultâneo com as terapias convencionais”, salienta pelo seu lado Schlosburg.
Os cientistas pensam portanto que, se a vacina demonstrar eficácia em futuros ensaios clínicos no ser humano, poderá vir um dia a fazer parte da panóplia de tratamentos utilizados contra a dependência da heroína, que se estima afecta mais de 10 milhões de pessoas no mundo.

Fonte: Público