domingo, 22 de setembro de 2013

Vida «extraterrestre» descoberta na atmosfera

Cientistas britânicos acreditam ter descoberto partículas vivas vindas do Espaço...
Uma equipa de cientistas da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, acredita ter encontrado partículas vivas provenientes do Espaço depois de ter enviado um balão de pesquisas para a estratosfera. Uma experiência, que de acordo com a mesma equipa de cientistas, demonstra a chegada à Terra de vida extraterrestre.
De acordo com a Sky News, o balão de pesquisas, especialmente desenhado para o efeito, percorreu 27 quilómetros até chegar à estratosfera (a segunda camada da atmosfera) durante a chuva de meteoros de 12 de agosto de 2013. O balão conseguiu recolher pequenos organismos que a equipa de investigadores conclui terem chegado do Espaço.
«A maioria das pessoas dirá que estas partículas biológicas chegaram à estratosfera a partir da Terra, mas sabe-se que uma partícula desse tamanho não pode alcançar alturas de, por exemplo, 27 quilómetros. Isso só seria possível com uma única exceção: teria de ter havido uma erupção vulcânica violenta e isso não aconteceu nos últimos três anos», refere Milton Wainwright, professor do departamento de Biologia Molecular da Universidade de Sheffield e responsável pela experiência.
Na sequência desse raciocínio, a equipa de Wainwright concluiu que «há vida que chega continuamente do Espaço para a Terra, pelo que a vida não é algo exclusivo do nosso planeta e é muito possível que nem sequer tenha sido cá originada».
Os resultados da experiência foram publicados no portal Journal of Cosmology. Aguarda-se agora um estudo mais detalhado, depois de os cientistas recolherem mais amostras durante uma nova chuva de meteoros em outubro, que se prevê tenha uma elevada densidade de poeira cósmica.
«Se continuar a chegar vida do Espaço, teremos de alterar por completo a nossa visão da biologia e da evolução», afirma Milton Wainwright.

Fonte: TVI24

sábado, 21 de setembro de 2013

Cientistas descobrem gene que ajuda a esquecer

Descoberta pode ajudar pessoas que sofrem de stress pós-traumático.
Investigadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) descobriram o gene que ajuda a apagar experiências traumáticas.
Tet1 é o nome do gene em questão. Este controla a memória ao manipular os níveis de metilação do DNA, ou seja, através da alteração do acesso aos genes.
Para testar como este gene afeta a memória, os investigadores fizeram uma experiência com ratos. Os animais recebiam choques em determinada gaiola para ficarem com medo e, pouco depois, eram postos na mesma gaiola - sem o tal choque. As suas reações foram gravadas.
 
Resultados da investigação
Como resultado, os ratos com níveis normais do gene Tet1 acabaram por esquecer o choque, permitindo que as novas memórias substituíssem as antigas. Contudo, ficou provado que os ratos com baixos níveis de Tet1 esqueceram as más memórias com  maior dificuldade.
Portanto, o baixo nível de Tet1 é a chave para a compreensão deste problema. Se os médicos encontrarem uma maneira de elevar os níveis deste gene, as pessoas que sofrem de stress pós-traumático serão capazes de deixar que as lembranças positivas apaguem os seus traumas.
"O que acontece durante a extinção da memória não é o apagar da memória original. O antigo vestígio de memória diz aos ratos que o lugar é perigoso. Mas a nova memória informa-os de que, afinal, é um lugar seguro. Há duas opções de memória que competem uma com a outra", explica Li-Huei Tsai, diretora do Instituto Picower para a Aprendizagem e Memória do MIT.
Por outras palavras, elevar os níveis do gene Tet1 pode vir a ajudar as pessoas a decidirem aquilo que querem, ou não, recordar. Todavia, é provável que demore algum tempo a passar esta pesquisa para um plano efetivo de tratamento para pessoas que sofram de stress pós-traumático. Afinal, a experiência ainda só foi realizada em ratos. Isto se esquecermos 'O Despertar da Mente', filme de Michael Gondry, protagonizado por Jim Carrey que parece ter sido a inspiração para este estudo.

Fonte: Coreeio da Manhã

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Tecnologia arrefece bebidas em 45 segundos

Uma tecnologia financiada pela União Europeia refrigera uma bebida em 45 segundos, o que permite uma poupança energética de até 80% e a consequente redução do impacto ambiental, anunciou a Comissão Europeia (CE).
Em comunicado, a CE explica que o Rapidcool visa reduzir o consumo de energia na refrigeração de bebidas no ponto de venda, já que em toda a Europa se estima que o consumo elétrico dos frigoríficos e congeladores comerciais equivalha às necessidades energéticas de 20 milhões de famílias.
O dispositivo, informa a comissão, arrefece uma lata ou uma garrafa até 4ºC em 45 segundos ou menos e poderia "substituir a maioria, se não todos, os refrigeradores de bebidas de vitrina aberta, a nível mundial".
Com esta tecnologia de arrefecimento rápido, as bebidas pré-embaladas podem ser armazenadas à temperatura ambiente e refrigeradas em menos de um minuto.
Desenvolvido por uma empresa britânica com um financiamento europeu de 903 mil euros, o Rapidcool permite uma poupança energética de 80% comparativamente a alguns refrigeradores com vitrina aberta e de 54% em frigoríficos de porta de vidro.
"O potencial de poupança em custos de eletricidade equivale a 832Euro por frigorífico por ano, comparativamente a refrigeradores de vitrina aberta e 219Euro relativamente a refrigeradores de porta de vidro", esclarece a CE.
Além da poupança em termos energéticos, o projeto tem também impacto a nível das emissões de dióxido de carbono emitidas pelos frigoríficos comerciais de todo o mundo.
"Orgulhamo-nos de poder contribuir para a redução das emissões de gases de efeito de estufa a nível global, através de uma tecnologia sustentável revolucionária e pretendemos continuar a desenvolver o produto tanto para uso comercial como para uso doméstico", disse o fundador da empresa responsável, Kelvin Hall, citado pela CE.
Michael Jennings, porta-voz de Investigação, Inovação e Ciência da Comissão Europeia, afirma por seu lado que este produto "irá preservar os recursos financeiros das empresas, o meio ambiente e criará postos de emprego".
Desde 2007, a Europa já investiu cerca de 50 mil milhões de euros em projetos de desenvolvimento e inovação para suportar a competitividade da economia europeia e ampliar as fronteiras do conhecimento humano. O orçamento europeu para esta área representa 12 por cento do total de investimento público em desenvolvimento feito pelos 27 Estados-Membros e é focado, maioritariamente, em áreas como a saúde, o ambiente, transporte, alimentação e energia.
Em 2014, a União Europeia irá lançar um novo Programa Quadro de Financiamento na área de Desenvolvimento e Inovação, denominado Horizonte 2020.

Fonte: Diário de Notícias

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Apple cria aplicação para «matar» iphones roubados

Depois das pressões de vários procuradores norte-americanos perante a vaga de roubos de telemóveis inteligentes.
Depois das pressões de vários procuradores norte-americanos perante a vaga de roubos de telemóveis inteligentes (smartphones), a Apple será a primeira fabricante a incorporar uma aplicação que inutiliza os aparelhos roubados para tentar deter os ladrões.
O procurador do distrito de São Francisco, George Gascón, e o procurador-geral de Nova Iorque, Eric T. Schneiderman, anunciaram esta quarta-feira o que consideram ser «um primeiro passo importante para o fim da epidemia mundial de roubos de telemóveis inteligentes».
Esta aplicação «Activation Lock», é anunciada depois de em junho passado ambos os procuradores terem lançado o plano de alerta para o roubo de smartphones, depois do aumento de agressões na sequência de assaltos para roubar os telemóveis, com 1,6 milhões em 2012.
Schneiderman e Gascón reuniram-se com representantes da Apple, Google/Motorola, Samsung e Microsoft para apelar à «obrigação social e moral» das empresas tecnológicas em desenvolver um «kill switch», ou seja, um sistema que «mate» o telemóvel quando é roubado.
A Apple tornou-se, agora, na primeira a apresentar a sua solução após lançar o seu sistema operativo mais recente, o iOS7, uma aplicação que «resultará num meio eficaz de dissuasão de roubo», segundo os procuradores.
No entanto, alertaram os utilizadores que «os ladrões não vão reagir da noite para o dia», pelo que será «vital» que os consumidores estejam conscientes disso.

Fonte: TVI24

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Jovem de 15 anos vai iluminar o mundo

Com 15 anos, Ann Makosinski criou uma lanterna cuja energia é gerada pelo calor do corpo humano. Basta segurá-la na mão e... faz-se luz.
A Feira de Ciência do Google decorre no próximo dia 21 de setembro e estarão em concurso 14 projetos diferentes, cujos responsáveis são jovens entre os 13 e os 18 anos de todo o mundo.
Um dos projetos mais entusiasmantes, e cujo vídeo já ganhou contornos virais na Internet, é o de Ann Makosinski, uma jovem de 15 anos que frequenta o liceu de Victoria, no estado canadiano de British Columbia.
Ann criou uma lanterna que se ilumina na palma das nossas mãos. A energia é gerada com o calor produzido pelo corpo humano e, livre de baterias, a lanterna consegue manter o foco de luz durante cerca de 20 minutos.
Mas Ann terá a concorrência de outros jovens finalistas, mais de metade oriundos dos EUA. Dos 14 projetos a concurso, oito são de escolas norte-americanas. Da Europa participam três cientistas, oriundos da Grécia, Turquia e Rússia. Da Ásia, vêm outros dois, de Índia e Singapura, e o último participante viajará desde a Austrália.
O vencedor do projeto vai receber uma bolsa escolar no valor de 50 mil dólares (cerca de 38 mil euros) e uma viagem às paradisíacas ilhas Galápagos.

Fonte: Correio da Manhã