terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Agora já pode deixar-se o Facebook em herança

O Facebook estreou esta semana, nos Estados Unidos, uma opção de segurança que permite ao utilizador escolher uma pessoa da rede de amigos para gerir a conta na rede social depois de morrer. Por enquanto, ainda não há data para a opção chegar à Europa.
De acordo com a BBC, esta opção «legacy contact» ( «contacto de legado») funciona como um testamento, em que o utilizador pode escolher um dos amigos na rede social para gerir a conta depois de falecer. Este recurso já aparece nas definições de segurança, mas ainda só está disponível nos EUA, embora existam planos de a expandir a mais países.
Se for necessário ativar a opção, a pessoa selecionada poderá controlar determinados aspetos da conta da pessoa que morreu, escolhendo a foto de perfil e de capa. Poderá também colocar publicações antigas no topo da página e responder a pedidos de amizade, ou poderá simplesmente apagá-la.
Mas, note-se: o amigo escolhido para cuidar do perfil não poderá fazer o «login» como se fosse a pessoa que faleceu. Ou seja, não poderá colocar novos posts como se fosse a pessoa que morreu, ver as mensagens privadas, ou mesmo enviar mensagens de qualquer espécie como se fosse a própria pessoa.
Ainda de acordo com a rede social, é possível informar se o utilizador prefere ter a conta de Facebook excluída de forma permanente. Até o momento, era possível transformar uma conta em memorial, sem um novo administrador.
Em comunicado, a gerente de produto do Facebook, Vanessa Callison-Burch, explica como excluir dados e proteger a identidade digital de pessoas mortas.
«O Facebook é um lugar para se relacionar com os amigos e família. Para muitos de nós, também é um lugar para lembrar e honrar aqueles que perdemos», refere o comunicado.
O Facebook já possuía um sistema para identificar, de acordo com as publicações no mural, os utilizadores falecidos. Depois de identificadas, estas contas já não aparecem nas sugestões de amigos, em anúncios e noutros locais públicos da rede social.
Para quem usa a rede social em inglês, basta aceder a configurações, escolher «Security» e, em seguida, «Legacy Contact». A função é a última da lista e sugere que «escolha um familiar ou amigo próximo para cuidar da conta caso aconteça algo». É possível enviar uma mensagem ao escolhido.

Fonte: TVI24

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Está a tentar engravidar? Não beba álcool!

Colégio de Obstetrícia do Reino Unido diz que abstinência, até quando a mulher está a tentar engravidar, é a única forma de garantir que bebé não é prejudicado pelo álcool.
O Colégio de Obstetrícia e Ginecologia (RCOG na sigla inglesa) do Reino Unido recomenda a não ingestão de álcool pelas mulheres que estão a tentar engravidar, aconselhando também a abstinência pelo menos nos primeiros três meses de gestação.
Segundo os especialistas britânicos, não beber álcool é a única forma de assegurar que o bebé não é prejudicado. Nos EUA, os médicos dizem que a ingestão de álcool na gravidez não é segura em qualquer altura da gestação.
De acordo com a BBC, o Colégio de Obstetrícia britânico, que emitiu agora novas diretrizes para os médicos em exercício, refere que a ingestão de álcool durante a gravidez pode afetar o feto, uma vez que o álcool passa da mãe para a criança através da placenta. Se for consumido quando a mulher está a tentar engravidar e durante os primeiros três meses de gestação, o álcool pode agravar o risco de aborto.
Após os três primeiros meses de gravidez, os especialistas britânicos aconselham as mulheres a beber apenas um ou dois copos de álcool mas até duas vezes por semana. Ultrapassar estas quantidades pode afetar o desenvolvimento do bebé, sobretudo a forma como o cérebro se desenvolve e como a própria criança cresce dentro do útero. A ingestão de bebidas alcoólicas pode levar a restrições no crescimento do feto e a um aumento do risco de nados-mortos ou partos prematuros.
Philippa Marsden, do Colégio de Obstetrícia britânico, aconselha as mulheres que planeiam engravidar a não beber durante esse período e diz mesmo que se o parceiro beber em demasia o casal terá maior dificuldade para conceber. "Durante os primeiros meses de gravidez, a abordagem mais segura é a abstenção. Depois do primeiro trimestre, é aconselhável não ultrapassar os limites recomendados se a mulher decidir beber álcool. O mesmo se aplica às mulheres que estão a amamentar", acrescenta. "Se a mulher deixar de beber a determinada altura da gravidez, pode fazer a diferença para o bebé. No entanto, em certas ocasiões, o dano já está feito e não é reversível", conclui.
Para Simon Newell, do Colégio de Pediatria britânico, as novas diretrizes são importantes, já que atualmente existe muita desinformação em relação aos efeitos do álcool na gravidez. Só no Reino Unido, cerca de 6000 crianças nascem todos os anos com problemas que resultam diretamente da ingestão de bebidas alcoólicas por parte da mãe. "É impossível dizer qual a quantidade 'segura' de álcool que uma mãe deve ingerir, uma vez que cada gravidez é diferente. O nosso conselho para às mães é que não arrisquem a saúde do bebé e não bebam álcool de todo".
Ainda assim, e porque nem todas as gravidezes são planeadas, a presidente executiva do British Pregnancy Advisory Service, que aconselha mulheres com gravidezes indesejadas no Reino Unido, explica que as mulheres que tenham bebido antes de descobrirem a gravidez não devem ficar excessivamente preocupadas ou considerar imediatamente a possibilidade de um aborto. "Não há necessidade de chegar a esse ponto de ansiedade", sublinhou.

Fonte: Diário de Notícias

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Apple prepara construção de carro elétrico

De acordo com o jornal norte-americano, citado pela agência France Presse (AFP), centenas de funcionários foram associados a este projeto tido como secreto e vários executivos da Apple estiveram reunidos na Áustria para obter informações junto dos fabricantes de automóveis.
"A Apple espera deixar a sua marca no mercado dos carros elétricos como já o fez com os 'smartphones' através do iPhone", escreveu o jornal, citando fontes próximas do processo.
A empresa vai precisar de "vários anos" até que a sua viatura veja a luz do dia, adianta o Wall Street Journal.
O jornal refere que o número de funcionários e quadros da empresa envolvidos no projeto mostram que "está a ser levado a sério".
Outro gigante tecnológico, o Google, deverá iniciar testes em cidade ainda este ano do seu projeto de viatura sem condutor.
O projeto da Apple viria concorrer com o fabricante norte-americano de carros elétricos Tesla, que pretende marcar presença nas garagens da classe média norte-americana nos próximos dois anos.

Fonte: Notícias ao Minuto

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Bactéria transforma energia solar em combustível líquido

Uma equipa de cientistas da Universidade de Harvard descobriu uma forma de converter energia solar em combustível líquido, através de uma bactéria.  Até ao momento, a energia solar podia ser convertida em hidrogénio, através de células fotovoltaicas, que depois de armazenado podia ser usado.
Agora, os cientistas descobriram uma forma de usar a luz solar para dividir a água em hidrogénio e oxigénio. Depois convertem o hidrogénio juntamente com o dióxido de carbono em combustível líquido isoprapanol, através do uso de uma bactéria. 
«Isto é a prova de é possível ter uma forma de converter a energia solar e armazená-la sob a forma de combustível líquido», afirma uma das cientistas envolvidas no projeto, Pamela Silver.
A conquista é a nova esperança, principalmente nos países em desenvolvimento, onde a capacidade de produzir energia localmente será entendida como uma benção.

Fonte: TVI24

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Danos na massa cinzenta do cérebro dos fumadores podem ser reversíveis

Outros estudos têm relacionado o fumo de cigarros com o declínio cognitivo e demência e alguns referem uma degeneração cerebral.
Os danos na camada exterior do cérebro causados pelo tabagismo podem ser reversíveis depois de a pessoa parar de fumar, mas poderá levar anos, segundo um estudo hoje publicado no jornal Molecular Psychiatry, da revista Nature..
As ressonâncias magnéticas de 50 escoceses septuagenários confirmaram uma ligação entre o fumo e uma aceleração no desgaste relacionado com a idade do córtex - a camada externa da massa cinzenta, de acordo com os investigadores que publicaram o estudo. Mas os investigadores também referiram, pela primeira vez, o potencial de recuperação após a pessoa deixar de fumar.
O córtex dos ex-fumadores no grupo "parece ter recuperado parcialmente para cada ano sem fumar", de acordo com a equipa multinacional autora do estudo. Os investigadores advertem que "embora a recuperação parcial pareça possível, pode ser um processo longo".
Outros estudos têm relacionado o fumo de cigarros com o declínio cognitivo e demência e alguns referem uma degeneração cerebral.
"As evidências sugerem que os fumadores têm, em média, um funcionamento cognitivo global um pouco mais pobre numa idade avançada, assim como menores médias em vários domínios cognitivos, como a flexibilidade cognitiva e memória".
No entanto, nunca havia sido demonstrado se os efeitos poderiam reversíveis.
Neste novo estudo, o grupo de investigadores utilizou pessoas que participaram noutra investigação, em 1947, quando estavam na escola e viram as suas funções cognitivas testadas.
Os participantes sobreviventes foram submetidos a ressonâncias magnéticas, em 2007. Entre estes havia 36 fumadores, 223 ex-fumadores e 245 que nunca fumaram, tendo os participantes em média 73 anos, segundo o estudo.
Não houve diferenças significantes entre o QI (coeficiente de inteligência) na infância e na velhice, tendo sido o grupo dividido, quase igualmente, apenas entre homens e mulheres.
As análises das ressonâncias mostraram que os fumadores recorrentes "tinham um córtex mais fino do que os que nunca tinham fumado", referiu ainda o estudo.
O estudo referiu que aqueles que deixaram de fumar podem apresentar uma desaceleração, para um ritmo mais lento, do afinamento do córtex, passando a um afinamento normal característico em idades mais avançadas.

Fonte: Diário de Notícias

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Núcleo interno da Terra afinal tem ele próprio um núcleo

A enorme bola de ferro que está no centro da Terra não é, afinal, uniforme, revela um estudo publicado na 'Nature'.
Uma equipa de cientistas chineses e norte-americanos desenvolveu uma investigação que sugere que o núcleo interno da Terra é uma região sólida composta por duas partes, teoria que poderá fornecer novas informações sobre a origem do planeta.
A investigação, hoje divulgada pela revista especializada britânica Nature, foi desenvolvida por especialistas da Universidade de Illinois (Estados Unidos) e da Universidade de Nanjing (China).
O grupo de geofísicos acredita que o núcleo interno da Terra tem outra zona diferente no centro, ou seja, o núcleo interno do planeta integra, ele próprio, um núcleo interno. Os cientistas sugerem que a estrutura de cristais de ferro é diferente daquela que está na parte externa do núcleo.
Uma vez que não é possível uma observação direta do núcleo da Terra, os especialistas apoiaram a investigação numa nova técnica de deteção das ondas geradas pelos terramotos. A técnica permitiu analisar a forma como os ecos gerados pelos sismos mudam à medida que circulam dentro do planeta.
Liderada por Xiaodong Song, professor da Universidade de Illinois, a equipa sugere que o núcleo interno da Terra, uma grande massa de ferro sólido cristalizado mais pequena do que a Lua, é composto por duas partes. Os dados das ondas sísmicas revelaram que os cristais de ferro da parte mais interna do núcleo estão alinhados em direção este/oeste.
Por sua vez, os cristais de ferro que estão no núcleo designado como "exterior" estão alinhados em direção norte/sul, de forma vertical. "O facto de estarmos a descobrir diferentes estruturas em distintas regiões do núcleo interno poderá dizer-nos alguma coisa sobre a longa história da Terra. Poderá ser a chave para a evolução do planeta", afirmou Xiaodong Song.
A investigação agora divulgada aponta para que o núcleo interno possa conter cristais de diferentes estados, que se formaram em condições distintas, e que o planeta Terra terá sofrido uma mudança dramática durante esse período. O núcleo interno da Terra, situado a cerca de 5.000 quilómetros debaixo da superfície terrestre, e continua a crescer aproximadamente 0,5 milímetros por ano.

Fonte: Diário de Notícias

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Sol, bactérias e uma folha biónica criam combustível líquido eficiente

Cientistas norte-americanos combinam tecnologia e seres vivos para obter isopropanol.Cientistas da Universidade de Harvard e do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram uma tecnologia que permite obter combustível líquido a partir da energia solar. Esta foi apresentada num artigo publicado esta segunda-feira na revista Proceedings of the National Academy of Science (PNAS).
A tecnologia está concentrada num dispositivo batizado de "folha biónica" em homenagem às semelhanças das suas funções com o mundo vegetal.
Através da fotossíntese, aproveitando a energia do Sol, as plantas obtêm glicose a partir de dióxido de carbono e de água. No caso da "folha biónica", através de um processo com várias etapas, o resultado final é o álcool isopropanol.
O processo foi tornado possível através de catalisadores, desenvolvidos por Daniel Nocera - químico e professor de Energia na Universidade de Harvard - que permitem utilizar a energia solar para dividir a água (H2O) em hidrogénio (H) e oxigénio (O2). A etapa final consiste na conversão do hidrogénio em isopropanol (C3H80) através da ação de bactérias geneticamente modificadas do género Ralstonia eutropha.

Fonte: Diário de Notícias

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Yik Yak: o que é que esta nova rede social tem?

Yik Yak é a nova rede social que, à semelhança do Facebook, nasceu para uso dentro dos campos universitários. A grande diferença é que os utilizadores fazem sempre as publicações de forma anónima. A aplicação está disponível para Android e iOS.
Tyler Droll e Brooks Buffington tiveram a ideia aquando da realização de uma pós-graduação na Furman University, na Carolina do Sul, Estados Unidos, iniciando no mesmo local o projeto que rapidamente se espalhou a outros campos universitários.
«Os utilizadores podem pensar nesta ideia como um local, um Twitter anónimo ou um local de avisos virtuais», afirma Droll.
No Yik Yak podem ser publicadas mensagens de texto, também chamadas de «yaks» e estas podem ser votadas pelos «yakkers» como positivas ou negativas. Os votos ajudam a classificar as publicações que serão mais populares quanto mais pontuação conseguir. Os Yakkers podem também fazer comentários, transformando as publicações em tópicos de conversa.
De forma a garantir aquilo que é a grande diferença das outras redes sociais ou seja o anonimato, os utilizadores não têm foto nem qualquer tipo de símbolo que permita a distinção entre si.
A um certo ponto a plataforma tinha tantas utilizadores que Brooks Buffington acreditou que «Yik Yak tinha efetivamente chegado perto do Facebook». Hoje, a rede está espalhada por cerca de 1 500 campos universitários.
«As pessoas começaram a partilhar a ideia nas férias da primavera. E nós acabámos o semestre que se seguiu com uma adesão à plataforma entre os 200 e 300 campos universitários», refere Droll sobre o impulso da rede em 2014.
«Estamos a começar a ficar numa boa posição noutros países de língua inglesa como o Canadá, Reino Unido e Austrália», acrescenta Buffington.
O problema surgiu quando o serviço começou a ser usado de forma errada e por quem não era suposto ser utilizado, ou seja, pelas escolas básicas e secundárias. «Eu odeio Yik Yak, mas não posso sair do Yik Yak», lamenta uma rapariga de 16 anos, que apesar de condenar a linguagem usada pela plataforma diz não conseguir desligar-se porque sabe que vai sentir saudades das conversas com os amigos e colegas de turma.
Com o objetivo de apagar a rede que dizem ser especialmente atrativa para o cyberbullying surgiu uma petição online assinada por mais de 78 mil pessoas, onde um ex-usuário anónimo partilhou que a plataforma o encorajou a cometer o suicídio devido a comentários abusivos por parte de terceiros. 
O site tem feito esforços para que os utilizadores mais jovens sejam bloqueados por uma delimitação geográfica que opera em cada escola primária do país e não permite a entrada no serviço nesses locais. Mas uma vez que saem do limite da escola podem de novo aceder à rede e aí os pais têm responsabilidade de intervir e ajudar os filhos a fazer escolhas seguras na internet.
«Nós tentamos manter qualquer pessoa que não tenha idade suficiente para frequentar a universidade  fora da aplicação, devido à forma de configuração do nosso sistema operativo que requer uma certa maturidade. Agora, eu diria que perto de 95%, se não mais, dos utilizadores têm idade suficiente», defende Buffington.
 A aplicação dá a qualquer um a possibilidade de ver o que se passa ao redor, especialmente quando usado numa densa rede urbana onde existe várias universidades. Permite também observar as conversas de uma universidade específica sendo uma ótima forma de cada um se ligar à antiga universidade.
«Nós vimos alertas no sistema do campo universitário e eles usam Yik Yak para manter as pessoas atentas, por exemplo, aos dias de neve e de gelo na estrada, que podem repentinamente fechar a Universidade».
Embora o sistema tenha sido criado para os utilizadores do campo universitário, os criadores não excluem a ideia de o alargar para fora da universidade.
«Temos visto a plataforma a funcionar muito bem em aeroportos e na 'Disney World' e em muitos lugares do mundo por várias pessoas, mas neste momento estamos concentrados na Universidade», afirma Droll.

Fonte: TVI24

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Fazer demasiado 'jogging' é tão mau como não fazer exercício físico

Um novo estudo mostra que as pessoas que praticam 'jogging' durante demasiado tempo ou com demasiada intensidade ficam com o mesmo risco de morrer que pessoas que não praticam nada.
Fazer demasiado jogging poderá ser tão mau como não fazer nenhum exercício físico, mostra um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology. O estudo acompanhou mil pessoas, das quais algumas praticavam jogging e outras não, ao longo de doze anos. Constatou-se que aqueles que corriam durante mais do que quatro horas por semana tinham as taxas de mortalidade tão altas como aqueles que não faziam nenhum exercício.
O estudo também verificou, porém, as vantagens do exercício moderado: aqueles que corriam a um ritmo estável durante menos de duas horas e meia por semana tinham a menor probabilidade de morrer no período analisado.
O investigador Jacob Louis Marott disse à BBC: "Não é preciso fazer assim tanto exercício físico para ter um bom impacto na saúde, e talvez não se deva fazer demasiado". Os cientistas responsáveis dizem não saber o que está por trás dos resultados do estudo, mas que poderão estar relacionados com alterações que acontecem no coração quando se faz esforços.
Os cientistas concluem ainda que o ritmo ideal para fazer jogging será por volta de oito quilómetros por hora, e que correr muito mais depressa do que isso também poderá ser prejudicial.
"Não existem nenhumas recomendações de exercício no mundo que mencionem um limite ao exercício que se pode fazer com segurança, mas talvez exista um limite", disse Marott.

Fonte: Diário de Notícias

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Atenção: Aqueles tremores nas pálpebras podem ser perigosos

Os pequenos espasmos ou tremores que por vezes sente nos olhos (que aparecem e desaparecem sem razão aparente) não são, regra geral, motivo para preocupação, de acordo com as declarações de um oftalmologista norte-americano à Time. “Esfrega-se um bocadinho e eventualmente passa”, referiu o especialista.
Para se livrar destes espasmos, pode ter que parar de tomar cafeína, pois quando tomada em demasia torna-se uma causa destes pequenos tremores. Estar muito tempo sem dormir e o stress também podem ser fatores, escreve a mesma publicação.
Regra geral, os espasmos sentidos nas pálpebras são benignos, mas pode não ser sempre assim. “Se os espasmos se alargarem à cara ou pescoço, a história já é outra”, diz o oftalmologista.
Não é comum, mas ter estes pequenos tremores de forma frequente ou consistentemente num dos lados da cara (ou mesmo em toda a pálpebra, fazendo com que o olho se feche ou pisque involuntariamente) pode ser razão para ir ver o seu médico, pois existe um número alargado de riscos que só um oftalmologista pode averiguar.

Fonte: Notícias ao Minuto

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Voluntários emprestam visão a cegos

Gostava de ser voluntário e não tem tempo? Com a aplicação dinamarquesa para iOS Be My Eyes pode ajudar cegos de todo o mundo através de uma simples videochamada. Tudo funciona de uma forma simples. Apenas tem que instalar a app e estar ligado à Internet, seja por Wi-Fi ou 3G/4G. Quando um invisual precisar de ajuda em tarefas do quotidiano, como verificar a validade de um medicamento, certificar-se que está no lugar certo ou a utilizar os ingredientes corretos para cozinhar faz uma simples chamada telefónica. Se fizer parte da rede de voluntários recebe uma notificação e se estiver disponível a chamada é estabelecida. A partir daí basta descrever o que aparece no ecrã do seu telemóvel ao invisual que está do outro lado da videochamada. Na prática funciona como o Skype, mas com maior acessibilidade para cegos ou pessoas com dificuldades de visão.

Fonte: Correio da Manhã

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Já pode imprimir comida com a «Foodini»

«Foodini», como é chamada a nova impressora 3D, permite imprimir uma grande variedade de pratos, sejam eles doces ou salgados.
A impressora não é muito diferente de outras em três dimensões, mas ao invés de utensílios do dia-dia, brinquedos ou até próteses para fins médicos, o que sai do equipamento são ingredientes em pasta. Os ingredientes triturados são colocados numa cápsula que é inserida na máquina. Saem crus, pelo que têm de ser cozinhados posteriormente.
«A tecnologia é a mesma. Mas com os plásticos há apenas um ponto de fusão, enquanto que os alimentos têm diferentes temperaturas, consistências e texturas. A comida tem formas diferentes», afirma o cofundador de «Natural Machines», Lynette Kucsma.
«Natural Machines» é a empresa espanhola que criou a «Foodini» que pretende, através de alimentos frescos promover uma alimentação saudável e rentabilizar o tempo na cozinha. «Na essência, é uma mini máquina de alimentos encolhida ao tamanho de um forno», afirma Kucsma.
Este equipamento parece um bom auxiliar para quem é preguiçoso na cozinha, pois basta pressionar um botão para imprimir o que se deseja. Mas a empresa defende que a impressora foi criada para cuidar apenas das partes difíceis e mais morosas na preparação dos alimentos, que desencorajam os preguiçosos da cozinha a preparar comida em casa.
O processo de impressão é lento, mas mais rápido do que a regular impressão 3D. Capaz de criar pratos complexos, como decorações de bolo com muitos detalhes ou comida de formas não muito comuns, «Foodini», tem a capacidade de ser útil para receitas que exigem precisão e destreza.
Atualmente, o dispositivo imprime apenas alimentos não cozinhados, mas no futuro o modelo irá preparar e cozinhar a comida, que estará pronta assim que sair do equipamento.
Para além disso, «tem um ecrã táctil na parte da frente que se conecta num site de receitas», refere Kucsma. Os utilizadores podem também ter o controlo remoto através do uso do smartphone e partilhar receitas com a comunidade.
«Nós temos realizado testes e toda a gente tem gostado da comida. O microondas, por exemplo, nos anos 70 era um equipamento que as pessoas temiam um pouco. Pensavam que a comida estava envenenada devido À radiação, mas com o avançar dos tempos as mentalidades mudam e agora quase toda a gente tem um em casa», sustenta.
A impressora só deverá chegar ao consumidor no segundo semestre de 2015 e tem um preço aproximado de 800 euros.

Fonte: TVI24

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Roupa que controla a humidade e a celulite: a revolução têxtil chegou

Tecnologia e matérias-primas inovadoras são o foco da feira de têxteis na Colômbia. Seis empresas portuguesas marcam presença.
Roupa que controla a humidade do corpo, protege dos raios solares ou ajuda a melhorar a circulação. Inovações que levam a roupa além da função de tapar o corpo estão a ser apresentadas na maior feira têxtil da América Latina, que decorre até amanhã em Medellín, na Colômbia. Estes exemplos de roupas inteligentes e lúdicas e matérias-primas inovadoras juntam-se ao talento dos empresários de sucesso na cadeia têxtil para formar "os três eixos temáticos" da 27.ª edição da Colombiatex, que começou na terça-feira.
Mais de 500 expositores, entre os quais seis portugueses, vão apresentar as suas novidades para a confeção, esperando conquistar os mais de dez mil compradores colombianos e internacionais e os 26 mil visitantes esperados.
De Portugal chegaram cinco empresas sob a alçada da Selectiva Moda, que se movem no setor dos fios, etiquetas e bordados. A presença nacional fica completa com uma empresa que vende máquinas para a indústria.

Fonte: Diário de Notícias

sábado, 31 de janeiro de 2015

E se substituísse o cartão da empresa por um chip implantado na mão?

Um núcleo de empresas na Suécia está a experimentar uma maneira inovadora de identificar os trabalhadores. Em vez de cartões de identificação ou códigos, o pessoal pode agora optar por receber um implante debaixo da pele da mão, com o qual pode abrir portas ou usar a fotocopiadora com apenas um movimento.
O chip, do tamanho de um grão de arroz, é implantado entre o polegar e o indicador. Serve para identificar aquele que recebeu o implante - trata-se de uma RFID (radio-frequency identification, ou seja, identificação por radiofrequência), e é reconhecido pelos sensores nas portas e outros aparelhos no edifício Epicenter, em Estocolmo, como se se tratasse de um cartão identificativo ou de um código.
"Já interagimos com a tecnologia a toda a hora", conta à BBC um membro do Swedish Biohacking Group, um grupo que se dedica a desenvolver formas de integrar as novas tecnologias no corpo humano. "Hoje em dia é um pouco confuso - precisamos de códigos pin e palavras-passe. Não seria mais fácil simplesmente tocar as coisas com a mão? É muito intuitivo", diz Hannes Sjoblad, responsável pela realização dos implantes.
No Epicenter, porém, nem todos são a favor da nova medida. O repórter da BBC entrevistou algumas pessoas e, embora algumas parecessem entusiasmadas com as possibilidades, outras rejeitavam a ideia de receber o implante, especialmente "apenas para abrir uma porta". Os trabalhadores do Epicenter não são obrigados a receber o chip, podendo optar por usar identificação mais tradicional.
Hannes Sjoblad, no entanto, diz que o objetivo é mais amplo do que apenas o de substituir os cartões. O Swedish Biohacking Group está a preparar-se para o futuro, para quando empresas e governos desejarem colocar implantes nas pessoas.
"Queremos perceber bem esta tecnologia antes que as grandes empresas e os governos venham dizer-nos que toda a gente devia ter um chip - o chip dos impostos, o chip do Google ou do Facebook". Para Sjoblad, é importante que a tecnologia seja estudada e experimentada antes por developers independentes como acontece no Epicenter.

Fonte: Diário de Notícias

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Aquecer comida no micro-ondas é prejudicial à saúde?

O micro-ondas é um dos eletrodomésticos mais utilizados em todo o mundo, pela sua rapidez em aquecer, cozinhar ou descongelar certos alimentos.
No entanto, será que este aparelho tem algum efeito na nossa saúde? Diz-se que irradia ondas perigosas aos seres humanos, que deteriora a comida e que lhe retira os seus componentes principais. Mas será tudo isto verdade?
A explicação:
- O calor do micro-ondas não chega a todas as partes dos alimentos. Ao não aquecer suficientemente a comida, algumas bactérias podem sobreviver e provocar um mal-estar intestinal. Para que o calor se propague por toda a comida, deixe arrefecer o prato um pouco no micro-ondas para que depois se distribua uniformemente.
- Segundo um estudo, alguns alimentos processados no micro-ondas podem perder os seus nutrientes, como os antioxidantes. As ondas eletromagnéticas fazem vibrar as moléculas de água que geram um calor do interior para o exterior alterando a sua estrutura química.
- A comida acaba por ter menos sabor em comparação àquela que é cozinhada de forma convencional.
- Também os alimentos se desidratam mais rápido devido às fortes ondas eletromagnéticas que fazem aquecer mais rapidamente através deste equipamento.
No entanto, há que pensar naquelas pessoas que não têm outra solução, seja porque no trabalho só têm à sua disposição este aparelho ou porque precisam de ser rápidos.
A estas pessoas deixamos alguns conselhos:
- Não use recipientes de plástico para aquecer a comida.
- Deixe a comida repousar durante alguns segundos no micro-ondas.
- Aqueça a refeição em recipientes de vidro ou cerâmica, especializados para esse efeito.
- Antes de colocar a comida a aquecer, abra a porta do aparelho para arejar, durante alguns minutos. Só depois é que deve aquecer.

Fonte: Notícias ao Minuto

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Sente-se nesta cadeira e faça exercício enquanto vê televisão

Chama-se Tao Chair e é o protótipo de uma cadeira que exercita os seus músculos. A ideia pertence à start up Tao-Wellness que apresentou o mecanismo inovador na Consumer Eletronic Show, a maior feira tecnológica do mundo que teve lugar este mês em Las Vegas, nos Estados Unidos.
Segundo o Gizmag, a cadeira permite ao seu utilizador queimar calorias e fortalecer os músculos, enquanto assiste descansado à sua série preferida na televisão.
O objetivo deste protótipo não é o de desencorajar as pessoas de fazer exercício físico a sério, mas é uma forma de, pontualmente, conseguir juntar o exercício a um momento de descontração em frente ao televisor.
Escreve o Gizmag que a cadeira trabalha os músculos da mesma forma que um exercício de pilates. Para começar a exercitar os músculos basta empurrar ou puxar os apoios da cadeira. Num dos braços está instalado um visor onde se pode ver, entre outras informações, quantas calorias foram queimadas.
A Tao Chair não passa ainda de um protótipo, mas os seus criadores esperam poder torna-la uma realidade no mercado o mais breve possível.

Fonte: Notícias ao Minuto

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Asteroide aproximou-se da Terra

Fenómeno foi detetado pela NASA. Um asteroide do tamanho de dois navios-cruzeiro aproximou-se ontem da Terra, sem qualquer risco de colisão, anunciou a NASA. O asteroide de 500 metros de diâmetro, batizado como 2004 BL86 e descoberto em 2004, cruzou o planeta às 16h19 GMT, a 1,2 milhões de quilómetros, uma distância três vezes a que separa a Terra da Lua.

Fonte: Correio da Manhã

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Com esta aplicação pode ter a relação amorosa que sempre desejou

O amor real pode não ter preço, mas o amor virtual pode ser comprado e deverá custar cerca de 25 dólares (21 euros) por mês. Este é o preço da aplicação que lhe permite ter um namorado ou namorada virtual capaz de lhe mandar mensagens escritas e de voz.
Chama-se «Invisible Boyfriend» (Namorado Invisível) ou «Invisible Girlfriend» (Namorada Invísivel), conforme o pretendido, e faz com  que os seus utilizadores possam fingir que estão numa relação.
O utilizador pode criar um parceiro virtual à sua medida: escolher o nome, a idade, a imagem e que tipo de história quer que o software invente sobre o início da relação.
«Dá-te provas reais de que estás numa relação – mesmo que não estejas – para que possas viver nos teus próprios termos», diz o site da aplicação.
A ideia terá começado como uma brincadeira, em 2009, quando o co-fundador Matthew Homann comprou os domínios há nove anos atrás. Em 2009, Homann e Kyle Tabor ganharam um concurso de projetos start-up e a partir daí começaram a trabalhar num sistema de computador que permitisse gerar sensações humanas.
Não é claro, no entanto, como é que a aplicação funciona realmente e qual o controlo humano sobre as mensagens vendidas aos clientes.
Certo é que o namorado ou namorada invisível terá um custo que deverá rondar os 25 dólares (21 euros), num pacote que inclui 100 mensagens de texto, 10 mensagens de voz e uma nota romântica escrita à mão.
A ferramenta foi lançada recentemente nos Estados Unidose  já está a dar que falar, apesar de ainda estar em fase de testes.

Fonte: TVI24

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Cientistas inventam um teletransportador como o de Star Trek... ou quase

Não é preciso conhecer bem a série Star Trek para já ter ouvido falar da sua máquina de teletransporte, o transporter, ou a icónica frase "Beam me up, Scotty!" que era dita pelos personagens quando precisavam de ser transportados de volta para a nave. Inspirados no funcionamento do transporter da série, investigadores alemães no Instituto Hasso Plattner de Potsdam inventaram um sistema a que chamaram, em homenagem ao engenheiro da Enterprise, Scotty.
O sistema Scotty é parecido com o sistema de teletransporte da série Star Trek porque "desloca" objetos no espaço destruindo-os num local e reconstruindo-os noutro. Funciona com duas impressoras 3D. Numa delas é colocada o objeto original, que vai sendo fotografado à medida que é moído, camada a camada, por uma espécie de lima, até estar completamente destruído. As fotografias servem para criar um modelo do objeto, que é enviado para uma impressora 3D num outro local. Essa impressora cria uma cópia do objeto original, que deixou de existir. Este processo não requer a intervenção do utilizador, que só precisa de escolher o destinatário do objeto e carregar no botão que diz "relocalizar".
A máquina ainda tem, porém, muitas desvantagens relativamente ao transporter da Enterprise. Os objetos têm que ser pintados de preto para que as fotografias de alto contraste consigam gerar um modelo 3D, e a impressora que recebe o modelo só consegue criar objetos de plástico, com pouco pormenor e apenas de uma cor.
A investigação dos cientistas alemães, publicada no âmbito da conferência internacional Tangible, Embedded and Embodied Interaction, ainda tem um longo caminho a percorrer. O método de criar um modelo 3D através de fotografias não é muito eficiente, e a cópia gerada ainda deixa muito a desejar em relação ao objeto original, que deixa de existir. "O sistema Scotty vai ter que ser refinado no que toca a gerar a cópia no local de chegada antes de ser utilizado seriamente por alguém", diz o correspondente do site de tecnologia Gizmodo. "O objeto relocalizado parece uma fotocópia de uma fotocópia".
O jornal britânico The Guardian destaca, porém, que ainda não há muitas aplicações reais para o envio de uma cópia que destrói o original. No entanto, o sistema de envio de modelos encriptados diretamente para uma impressora pode ser útil para empresas que queiram vender bens através de impressoras 3D em casa dos compradores - assim, poderiam certificar-se de que apenas uma cópia do produto seria impressa por compra feita.

Fonte: Diário de Notícias

domingo, 25 de janeiro de 2015

iBrailler Notes: A aplicação destinada aos invisuais

Chama-se iBrailler Notes e é uma aplicação para iPad que foi lançada há muito pouco tempo.
Ao descarregar esta aplicação aparecerá no ecrã do gadget um teclado em braille que irá acompanhar o movimento dos dedos do usuário.
Segundo o Wired, a app só suporta, para já, teclado em inglês dos Estados Unidos, mas a Apple já está a trabalhar para que a mesma tenha outras línguas.
Funções como copiar, colar, desfazer ou refazer estão organizadas de forma a facilitar a vida aos invisuais.

Fonte: Correio da Manhã