segunda-feira, 30 de março de 2015

Os drones do Facebook têm asas maiores do que um Boeing 737 e já voam

Os drones gigantes são feitos de um material tão leve que pesam menos que um carro, e vão levar Internet aos lugares mais remotos do planeta.
O Facebook já começou a testar os seus drones gigantes que tenciona usar para levar a Internet a locais que não têm infraestrutura terrestre. Têm asas mais compridas que as de um avião Boeing 737, mas são feitos de material tão leve que pesam menos do que um carro. De acordo com uma publicação na página de Facebook do fundador da empresa e rede social, Mark Zuckerberg, os primeiros testes já começaram no Reino Unido.
"Estou entusiasmado por partilhar que completámos com sucesso o nosso primeiro voo de teste destas aeronaves no Reino Unido", escreveu Zuckerberg. "Aeronaves como estas vão ajudar a ligar o mundo inteiro, porque podem servir os 10 por cento da população mundial que vivem em comunidades remotas sem infraestrutura de Internet", afirmou o CEO da empresa.
Os drones que o Facebook está a desenvolver, cujo nome de código é Aquila, funcionam a energia solar e vão ser capazes de voar durante meses sem terem que aterrar, a altitudes de 60 mil pés (mais de 18 mil metros).
Os drones do projeto Aquila vão transmitir sinal Internet dessa altitude usando lasers. A técnica foi apresentada já o ano passado.
"Queremos servir todas as pessoas do mundo", disse o diretor do Conectivity Lab do Facebook, Yael Maguire. O Facebook quer ter mais de mil drones a voar pelo mundo para fornecer ligação Internet mesmo aos lugares mais remotos. "Podemos alcançar um ponto em que todas as pessoas do mundo recebem a mesma mensagem ao mesmo tempo? Estou a antecipar esse dia", disse Maguire numa conferência esta quarta-feira em São Francisco, citado pelo New York Times.
Aquila, na mitologia clássica, era a águia que carregava para o céu os relâmpagos do deus Júpiter, lembra o mesmo jornal norte-americano: o nome, diz o New York Times, é "indicativo das ambições altas da empresa".
O Facebook não é a única empresa a ter estas ambições. A Google tem um projeto semelhante em marcha, mas com o uso de balões para transmitir Internet a lugares remotos, e comprou ainda a Titan Aerospace, uma empresa de drones, presumivelmente para o mesmo efeito. A revista Fortune relembra que, embora ambas as empresas tenham enquadrado os seus projetos de maneira a mostrar objetivos puramente humanitários, "também vão beneficiar materialmente de ter mais humanos ligados à Internet que possam transformar em utilizadores".

Fonte: Diário de Notícias

domingo, 29 de março de 2015

Tenha cuidado com o seu Android. Há um vírus que lhe rouba dados

O Android tem tido diversos problemas relacionados com a segurança. Os novos vírus descobertos e os bugs do sistema têm feito com que as informações e dados dos utilizadores tenham sido roubados por diversas vezes.
De acordo com o pplware, o novo vírus Podec conseguiu mostrar a sofisticação dos ciber criminosos já que conseguiu ultrapassar os mecanismos Captcha, utilizados como ferramenta anti-spam, e roubar dinheiro a partir de smartphones.
O objetivo do vírus é que haja uma subscrição de serviços de valor acrescentado. Na Europa, maioritariamente na Rússia, este vírus tem afetado muitos clientes do sistema Android mas está a crescer para a América do Sul.
Para se afastarem deste vírus, os utilizadores devem ter atenção às aplicações obtidas fora das lojas oficiais.

Fonte: Notícias ao Minuto

sábado, 28 de março de 2015

Oculus chegam em 2015

Jogar em realidade virtual vai ser possível "este ano", afirmou o chefe de tecnologia do Facebook, Mike Schroepfer. Numa das conferências do F8 desta quinta-feira, Schroepfer revelou que isto seria possível através de "algo" comercializado pela Oculus, a empresa de realidade virtual adquirida pelo Facebook. Uma versão avançada do Eve: Valkyrie, o jogo que põe o jogador no cockpit de uma nava espacial, foi também revelado no evento.

Fonte: Correio da Manhã

sexta-feira, 27 de março de 2015

Júpiter terá contribuído para a existência de vida na Terra

As mudanças de órbita de Júpiter podem ter contribuído de forma fundamental para o aparecimento de vida na Terra, avança um novo estudo elaborado por investigadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia e do Observatório da Universidade da Califórnia.
Os astrónomos criaram um modelo experimental que simula a formação de Júpiter e Saturno, a que deram o nome «Grand Tack». A simulação mostra que, numa altura em que o Sistema Solar era ainda muito jovem, Júpiter entrou em rota de colisão com a estrela do nosso sistema, aproximando-se da zona mais interior do sistema.
A análise de outros sistemas planetares, diz-nos que essa é uma zona onde, estatisticamente, há uma elevada probabilidade de encontrar-mos superterras - planetas com órbitas que duram cerca de 100 dias e com centenas de vezes a massa da Terra.
No entanto, no nosso sistema, tais planetas não existem. Tal facto, argumenta o estudo, deve-se à migração orbital de Júpiter. Os investigadores, Konstantin Batygina e Greg Laughlinb, teorizam que após a formação de Saturno, Júpiter voltou a recuar, desviando-se da sua rota de colisão com o Sol e tomando a posição orbital que demonstra atualmente.
Esta mudança de direção pode ter colocado Júpiter em rota de colisão com eventuais jovens planetas, destruindo-os.
«É a mesma coisa que nos faz preocupar com colisões de satélites na baixa órbita terrestre. Os seus fragmentos começariam a chocar uns com os outros, aumentando o risco de uma reação em cadeia», afirmou Gregory Laughlin em comunicado.
Júpiter é o planeta mais volumoso do Sistema Solar, com um volume que é cerca de 1321 vezes maior que o da Terra. O planeta é tão grande, que a sua massa é cerca de duas vezes e meia maior que a do conjunto de todos os outros planetas do sistema solar. A sua dimensão, massa e densidade conferem-lhe a capacidade de suportar esses impactos.
O estudo propõe ainda que os destroços desses eventuais planetas destruídos por Júpiter terão migrado em direção ao Sol, originando novos planetas - Mercúrio, Vénus e Terra. Esta hipótese confere ainda uma explicação para o facto de estes três planetas serem muito mais jovens que os restantes no sistema solar.
 
Fonte: TVI24

quarta-feira, 25 de março de 2015

Hainan Airlines fez voo entre Xangai e Pequim com biocombustível de azeite

Boeing 737 com uma centena de passageiros a bordo chegou a Pequim com combustível feito com azeite de cozinha recolhido em restaurantes e reciclado.
A companhia aérea Hainan Airlines completou este fim de semana o primeiro voo de passageiros do país utilizando como combustível azeite reciclado, algo que o setor da aviação nacional considerou como um "passo de gigante" para a indústria.
O voo regular, com um Boeing 737, com uma centena de passageiros a bordo, partiu sábado de Xangai, capital económica da China, e chegou a Pequim utilizando biocombustível elaborado pela refinaria chinesa Sinopec com azeite de cozinha recolhido em restaurantes e reciclado, revelou a imprensa chinesa.
O vice-presidente da Hainan Airlines, Pu Ming, foi o piloto do voo onde foi utilizado também combustível tradicional, numa proporção de 50%-50% para cada um dos motores.
A Hainan Airlines antecipou-se à Dragon Air, uma companhia de Hong Kong subsidiária da Cathay Pacific, que tinha anunciado para o mesmo dia um voo com idêntico combustível, mas que foi adiado por problemas com autorizações legais.
O biocombustível utilizado emite entre 50% e 80% menos dióxido de carbono que os voos com combustível tradicional, e com isto espera-se reduzir a contaminação que gera a navegação aérea, ainda que a sua utilização atual seja pontual devido ao elevado preço.
Os primeiros aviões de passageiros que utilizaram biocombustível foram os da companhia alemã Lufthansa, em 2011, ano em que a China começou a realizar ensaios com esta tecnologia.

Fonte: Diário de Notícias