sábado, 2 de maio de 2015

Descoberto dinossauro-pássaro com asas de morcego. Confuso?

Cientistas chineses descrevem descoberta como uma bizarra criatura voadora.É dinossauro, tem o tamanho de um pombo, asas de morcego e é a mais recente descoberta (bizarra) da comunidade científica. Chama-se Yi qi, que significa “asa estranha” em Mandarim e foi descoberto na China, segundo um trabalho publicado na revista Nature, na quarta-feira.
Viveu cerca de 160 milhões de anos durante o Período Jurássico, dez milhões de anos antes daquela que é considerada a primeira ave, o Archaeopteryx. E, apesar de ter “asas de morcego”, este último só surgiu 100 milhões de anos depois. Pesava 230 gramas e tinha 63 centímetros de comprimento.
Toda esta informação consta num fóssil descoberto na província chinesa de Hebei há cerca de dez anos e pode trazer novos dados sobre a evolução dos dinossauros.
Isto porque foi um dos primeiros com aparente capacidade para voar, apesar de pouco sucesso na tarefa. E ao contrário de outros “dinossauros voadores”, as suas asas eram formadas por membranas, como as dos morcegos, e não por penas, como acontece com os pássaros.
“Trata-se de uma experiência falhada, uma evolução que não foi conseguida”, explicou à CNN o paleontólogo Xu Xing, do Instituto chinês de Paleontologia Vertebrada e Paleoantropologia, um dos investigadores.
“Nos últimos 30 anos têm sido muitas as descobertas que mostram que as aves são mesmo descendentes dos dinossauros”, observou, admitindo que esta nova espécie deveria deslizar pelo ar em vez de voar.

Fonte:: TVI24

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Por que é que os mosquitos picam mais umas pessoas que outras?

Os cientistas pediram a pares de gémeos que se deixassem morder por mosquitos, e demonstraram pela primeira vez a importância do código genético nesta questão.
Por que é que os mosquitos preferem certas pessoas? Uma equipa de investigadores que pediu a pares de gémeos idênticos e de gémeos fraternos para se deixarem picar por mosquitos descobriu que a diferença pode estar escrita no código genético. A atração do mosquito por determinada pessoa é definida por componentes do odor corporal que são definidos por certos genes. É a primeira vez que isto é demonstrado.
Os investigadores de uma universidade londrina já tinham concluído, num estudo anterior, que algumas pessoas parecem "cheirar melhor" para os mosquitos do que outras, e que um cheiro corporal específico atrai mais as picadas desses insetos. Para aprofundar as causas disso, os cientistas pediram a 18 pares de gémeos idênticos, cujos genes são iguais, e a 19 pares de gémeos fraternos, que não são geneticamente idênticos, para se deixarem picar por mosquitos.
Numa espécie de caixa de plástico com dois tubos, cada um dos gémeos colocava uma mão num tubo, e o ar que passava pelo tubo era direcionado para um grupo de mosquitos que, atraído pelo cheiro, podia escolher viajar por um tubo ou pelo outro. Os investigadores descobriram que os genes têm um papel significativo no momento em que o mosquito escolhe quem picar.
"Os gémeos idênticos eram muito semelhantes no seu nível de atratividade para os mosquitos, e os gémeos que não eram idênticos eram muito diferentes no seu nível de atratividade", explicou à rádio NPR o principal cientista do estudo, James Logan da London School of Hygiene & Tropical Medicine. "Isso sugere que o facto de se ser atrativo ou repelente para os mosquitos é controlado geneticamente".
O estudo, publicado na quarta-feira na revista científica Plos One, mostra assim que existe um fator genético na forma como os mosquitos se sentem mais atraídos a picar certas pessoas, mas os cientistas ainda estão longe de perceber quais os genes que regulam esse processo.
O responsável pelo estudo, James Logan, disse à NPR que a compreensão do que torna uma pessoa mais ou menos atrativa para os mosquitos pode ajudar a desenvolver melhores repelentes. Os mosquitos são responsáveis pela transmissão de muitas doenças, incluindo a febre-amarela e o dengue.

Fonte: Diário de Notícias

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Nova espécie de dinossauro descoberta no Chile

Foi um miúdo de sete anos, Diego Suaréz, que descobriu os fósseis. O dinossauro ficou com o seu nome.
Era pouco maior do que um peru, mas podia chegar a ter três metros, e embora fosse muito parecido com o temível Velociraptor, com membros dianteiros e tronco muito robustos, tinha as patas desprovidas de garras e fazia uma simples dieta herbívora. O Chilessaurus diegosuaresi é uma nova espécie de dinossauro que foi descoberta nas montanhas do sul do Chile, na Patagónia. Viveu há cerca de 145 milhões e, ao combinar uma série de características de diferentes famílias dos antigos répteis gigantes, revelou ser um mosaico que mostra que há ainda muito para descobrir sobre a evolução dos dinossauros.
"O Chlilessaurus demonstra que há muitos dados que ainda desconhecemos sobre a diversificação precoce dos principais grupos de dinossauros", explica Martín Ezcurra, da universidade britânica de Birmingham e um dos cientistas que estudaram os fósseis do dinossauro. "Os nossos dados", sublinha o geólogo, "demonstram que é necessário ter o maior cuidado na identificação de fragmentos isolados de fósseis destes antigos répteis, porque eles podem conduzir a falsas relações se pertencerem a espécies como esta, que agregam padrões morfológicos de diferentes famílias".
A história deste dinossauro, que é também o primeiro espécime completo do Jurássico encontrado no Chile, está contada no nome com que os cientistas o batizaram. Chilessaurus percebe-se de imediato, mas diegosuarezi tem mais que se lhe diga. Poder-se-ia pensar numa homenagem a algum paleontólogo chileno, mas não. Diego Suaréz é um rapaz de sete anos. Filho dos geólogos chilenos Manuel Suarez e Rita de la Cruz, que também são autores do estudo publicado ontem na Nature, no qual é apresentada a nova espécie, Diego foi o descobridor dos fósseis. Numa saída de campo com os pais, quando estes procuravam amostras geológicas para estudar a formação andina naquela região austral do Chile, Diego pôs-se à procura de pedras coloridas e achou piada àquelas, que se verificou depois serem os ossos fossilizados da nova espécie de dinossauro.

Fonte: Diário de Notícias

terça-feira, 28 de abril de 2015

Cientista descobre "Tubarão de bolso" num congelador

Estes pequenos tubarões são tão raros que este é apenas o segundo a ser encontrado.
O tubarão de bolso é tão raro que, até hoje, só foi encontrado duas vezes: uma delas há 36 anos perto do Peru, e a segunda em 2010 na costa do estado do Louisiana nos Estados Unidos. Mas o segundo espécime passou três anos num congelador antes de ter intrigado um cientista que se apercebeu de que não se tratava de um peixe qualquer. O pequeno tubarão mede apenas 12 centímetros.
Apesar de ser pequeno o suficiente para caber num bolso, o nome deste tubarão vem de uma pequena bolsa por cima da sua barbatana peitoral, que contém uma glândula cuja utilidade ainda é desconhecida, mas que poderá servir para libertar feromonas.
O pequeno espécime foi apanhado em 2010, numa missão da agência norte-americana responsável pelos oceanos e atmosfera (National Oceanic and Atmospheric Administration, ou NOAA) que procurava perceber melhor os hábitos alimentares dos cachalotes.
O animal ficou congelado durante três anos, até que o cientista Mark Grace o descobriu e ficou intrigado pela sua bolsa sobre a barbatana. Mark Grace chamou investigadores da Universidade de Tulane para o ajudarem a identificar o espécime.
No estudo publicado a semana passada na revista especializada Zootaxa, os investigadores mostram que o pequeno espécime agora encontrado é um macho recém-nascido, que pertence à mesma espécie do tubarão encontrado em 1979.
O outro espécime foi encontrado perto do Peru enquanto este surgiu no Golfo do México, junto à costa do estado do Louisiana. "Descobri-lo deixou-nos a pensar onde estarão a mãe e o pai, e como é que chegaram ao Golfo", disse Mark Grace, citado no comunicado da NOAA.

Fonte: Diário de Notícias

domingo, 26 de abril de 2015

'Liquidmorphium': Chegou o telefone mais seguro do mundo

A empresa Turing Robotic apresenta agora o seu Turing Phone, um aparelho construído em ‘liquidmorphium’, um material mais forte do que o aço, composto por zircónio, cobre, alumínio, níquel e prata, descreve o Tek.
Este metal, refira-se, encontra-se apenas no aro que circunda o aparelho e no qual assenta a restante estrutura, composta por materiais diversos como vidro, plástico e até cerâmica.
O novo telefone tem todo o aspeto de um produto premium, refere a mesma publicação, com um design composto por linhas retas e que aposta em contrastes fortes de cor, no entanto as especificações técnicas deixam um pouco a desejar.
O Turing Phone deverá chegar ao mercado a 10 de agosto com um preço que rondará os 740 dólares (cerca de 680 euros), na versão mais barata.

Fonte: Notícias ao Minuto