quarta-feira, 27 de maio de 2015

Apague ficheiros para sempre no computador

Tem ficheiros no seu computador que quer destruir completamente? Não basta mandá-los para a 'Reciclagem' no ambiente de trabalho. O chamado 'caixote do lixo' apenas remove o ficheiro do computador. Mesmo que esvazie a Reciclagem, o documento continua lá, só o caminho virtual para lá chegar é que é apagado. O ficheiro continua guardado no disco, apenas está numa zona de acesso mais difícil. Há várias formas fáceis e eficientes de se livrar de ficheiros e todas elas envolvem regravar com outros dados, como se fosse rabiscar sobre as palavras já escritas num pedaço de papel. Soluções para o problema O Eraser é uma ferramenta gratuita que lhe permite localizar ficheiros específicos no seu Windows e substituí-los antes de apagar o diretório. Assim que for instalado, o Eraser pode ser utilizando ao clicar com o botão direito do rato no ficheiro em causa, escolher o ícone do Eraser e selecionar a opçãp 'erase'. Se se sentir mais confortável, pode substituir o ficheiro várias vezes, para garantir que ele é mesmo eliminado. O CCleaner serve para eliminar áreas específicas e aplicações do seu computador, como um motor de busca, uma pasta ou mesmo esvaziar o espaço de ficheiros apagados que não foram eliminados de forma correta inicialmente. Se o seu equipamento for Apple, opte pelo Security Empty Trash. Apagar ficheiros num computador desta marca, de forma segura, faz-se através do caixote do lixo. Arraste os ficheiros que quer apagar para o lixo e depois siga os passos Procurar > Esvaziar lixo de forma segura. E já está. Também pode apagar o seu disco inteiro com a app Disk Utility, ao escolher a opção "Apagar" e depois clicar em "Opções de segurança".

Fonte: Correio da Manhã

terça-feira, 26 de maio de 2015

Doentes vão poder tratar depressão através do smartphone

A partir de setembro, os utentes do Serviço Nacional de Saúde com depressão ligeira a moderada vão poder contar com uma plataforma digital de autoajuda prescrita pelo médico de família para combater a doença e prevenir o suicídio.
Esta plataforma, que faz parte de um projeto da EUTIMIA – representante em Portugal da Aliança Europeia contra a Depressão em Portugal, será apresentada na quarta-feira.
Trata-se de uma ferramenta cognitiva comportamental, por módulos, que as pessoas utilizam quando é prescrita pelo médico de família, e que depois é guiada pelo próprio médico de família ou enfermeiro ou psicólogo dos cuidados de saúde primários, que trabalham em equipa, explicou à Lusa o psiquiatra Ricardo Gusmão, dirigente da EUTIMIA.
A plataforma tem oito módulos, o que significa que em oito semanas se faz o tratamento, e “basicamente responde às necessidades de 90% dos doentes com depressão nos cuidados de saúde primários”.
Reconhecendo que nem todos os utentes usam internet e smartphones, Ricardo Gusmão assegura que este é um instrumento que se “afigura como de crescente importância”, pois comprovadamente funciona, que “é o mais importante”.
Num dos módulos, exemplificados por Ricardo Gusmão, o despertador toca e a aplicação regista a que horas é que a pessoa acordou e pergunta imediatamente a que horas é que se deitou no dia anterior e como é que a pessoa dormiu.
“Isto tem a ver com a qualidade do sono, que é importantíssimo para a saúde mental das pessoas.”
Se estiverem a fazer medicação, há um módulo de uma semana sobre essa questão, que responde às principais preocupações de cada um dos doentes com este assunto.
“As pessoas são chamadas a interagir com o smartphone ou o tablet e, desta forma, registar os resultados que são enviados para a pessoa que está a orientar este processo do tratamento.”
Segundo o psiquiatra, está demonstrado cientificamente que funciona tanto como ir ao psicólogo fazer esta técnica cognitivo-comportamental face a face.
“No fundo é uma psicoterapia adaptada à interação do individuo com ele próprio e com a ajuda de um terceiro.”
Para pôr em prática este projeto, os médicos vão ser treinados para reconhecer quem é que tem indicação para lhe ser prescrita esta plataforma e os enfermeiros e psicólogos vão ser treinados para fazer essa orientação.
O projeto já começou, as ferramentas estão a ser adaptadas e estão a ser introduzidas melhorias, disse, acrescentando que o projeto “vai para o terreno depois de setembro”.
Em setembro, vai ser feita a formação primeiro dos líderes regionais - entre 12 e 20 pessoas que trabalham no norte – para depois estes treinarem “peritos em depressão” que trabalham nos cuidados de saúde primários e que ficam capacitados para diagnosticar e tratar a depressão, inclusivamente por meios não farmacológicos.
Ao todo o projeto prevê a formação de um universo de 4.300 profissionais dos cuidados de saúde primários (1.700 médicos de família e 2.435 enfermeiros, entre outros especialistas), dos quais 900 serão os considerados peritos em depressão.
O projeto vai envolver um milhão de utentes, sendo que se estima que 200 mil sofram de depressão. Os outros envolvidos são pessoas com patologias mentais comuns que utilizam os cuidados de saúde primários.
Este projeto, juntamente com outro que visa promover a saúde mental em contexto escolar e combater o ciberbullying, vão ser desenvolvidos graças a uma verba de 730 mil euros obtida através da Administração Central do Sistema de Saúde, no âmbito do programa EEA Grants (linha de financiamento concedida pela Islândia, Liechtenstein e Noruega aos estados Membros da União Europeia.
A EUTIMIA é uma organização não governamental com menos de dois anos de existência criada para apoiar sobreviventes do suicídio.

Fonte: TVI24

domingo, 24 de maio de 2015

Após anos de dores, mulher descobre que é alérgica ao sémen do marido

Britânica que sentia fortes dores após ter relações sexuais foi durante anos erradamente diagnosticada com uma doença sexualmente transmissível. Uma condição que pode afetar até 12% das mulheres.
O caso é raro mas grave e surge agora em público em jeito de alerta para o facto de muitos médicos não estarem alertados para a possibilidade: Marie Cuthbertson, hoje com 50 anos, sofreu mais de dez anos de cada vez que tinha relações sexuais com o marido, Mark. Só ao fim de uma década é que descobriram que ela é alérgica ao sémen do homem que escolheu para se casar.
O problema surgiu quando ela tinha cerca de 30 anos. Após ter relações sexuais com o marido, de todas as vezes, Marie Cuthbertson sentia dores intensas e uma grave inflamação vaginal.
Consultou vários médicos de clínica geral e todos lhe disseram que se trataria de uma doença sexualmente transmissível, receitando-lhe antibióticos.
"Todos os médicos desvalorizaram a minha ideia de que estaria a ter uma reação física ao sexo", disse a britânica ao jornal Daily Mail. "Eles diziam que essas coisas não acontecem e sugeriram que o meu marido estivesse a ser infiel - o que é insultuoso para ambos".
Os antibióticos que os clínicos receitaram a Marie não fizeram qualquer efeito e o casal adaptou-se como pôde - chegaram a ter um filho. Mas o sofrimento continuou.
"A inflamação [vaginal] só atingia o ponto máximo horas após [o ato sexual]. Por isso eu tinha a certeza de que não se tratava de uma simples infeção", prossegue a mulher.
Até que, há cerca de dez anos, um clínico geral a encaminhou para uma clínica ginecológica, onde finalmente lhe fizeram o diagnóstico correto: Marie é alérgica ao sémen do marido e só consegue evitar a reação alérgica utilizando preservativos.
Esta é uma condição rara, mas mais frequente do que talvez se possa pensar: segundo especialistas ouvidos pelo Mail, uma em cada dez mulheres pode ter esse problema - e poderá não o ter diagnosticado.
E não são as únicas: o também britânico Express refere um estudo científico holandês que identificou 45 homens com reações alérgicas ao seu próprio sémen, sentindo com fortes dores e sintomas semelhantes aos da gripo de cada vez que ejaculam.

Fonte: Diário de Notícias

sábado, 23 de maio de 2015

Novos medicamentos vão "revolucionar" tratamento da trombose

Nova classe de fármacos já está disponível em Portugal, mas é preciso uniformizar tratamentos.
O cirurgião vascular Armando Mansilha disse hoje que existe uma nova classe de fármacos, com "comprovada eficácia" e com "melhoria do perfil de segurança", que provavelmente "vai revolucionar todo o tratamento da trombose venosa profunda e da embolia pulmonar".
Citando estudos europeus já divulgados, Armando Mansilha, que é também professor na Faculdade de Medicina do Porto, salientou que "a mortalidade por tromboembolismo venoso é superior à mortalidade conjunta de acidentes de viação, cancro da mama, da próstata e sida. Todas estas causas juntas matam menos do que o tromboembolismo venoso".
A nova classe de fármacos, já disponível em Portugal, "diminui o risco de novos eventos, porque a retrombose é grave, diminui o risco de novas embolias pulmonares, tem uma segurança aumentada no sentido de diminuir o risco de hemorragia e tem uma enorme facilidade em termos posológicos porque os doentes não têm de fazer um controle laboratorial regular", sublinhou.
O especialista falava na apresentação de um manual de boas práticas para diagnóstico e tratamento do tromboembolismo venoso, um documento que alerta para a necessidade de uniformizar o tratamento da trombose em Portugal.
Os novos medicamentos, anticoagulantes orais, "estão a ser progressivamente introduzidos" no mercado português, mas Armando Mansilha considerou que é fundamental alertar a comunidade clínica e científica para a sua existência e para as suas vantagens.
Este é um dos objetivos do livro "Diagnóstico e terapêutica do tromboembolismo venoso - evidência e recomendações", coordenado por Armando Mansilha, mas que reúne contribuições de especialistas de diferentes áreas, nomeadamente da cirurgia vascular, medicina interna, oncologia médica, obstetrícia e imunoterapia, entre outras.
O documento, considerado o "mais completo" manual de boas práticas no tratamento da trombose editado em Portugal, vai ser distribuído pelos hospitais e unidades de saúde familiar.
O objetivo é uniformizar procedimentos na abordagem terapêutica desta patologia, para proporcionar a todos os pacientes o melhor tratamento possível.
O tromboembolismo venoso (TEV) é uma doença caracterizada pela formação de coágulos (trombos) nas veias, que compreende a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP).
Constitui a terceira causa mais comum de doença cardiovascular, logo após a síndrome coronária aguda e o acidente vascular cerebral. Atinge particularmente os pacientes hospitalizados, os doentes oncológicos e as grávidas e/ou puérperas com mais de 35 anos.

Fonte: Diário de Notícias

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Sabia que tem 10 segundos para cancelar um e-mail que enviou sem querer?

Estava a responder a um anúncio de emprego e deu conta que tinha uma gralha no e-mail, mas já enviou? Recebeu um e-mail irado da namorada, respondeu no mesmo tom e arrependeu-se mal carregou no "enviar"? Bem, agora tem 10 segundos para anular o envio de e-mails se usar o Gmail.
Não podia ser mais fácil, mas primeiro tem de ativar essa funcionalidade. Depois de fazer login na sua conta do Gmail, procure as definições (canto superior direito) e, em seguida, carregue em "Labs" (está a azul, entre "Chat" e "Off-line"). Nos "Labs disponíveis", a funcionalidade de anular "enviar" surge em primeiro lugar. Só tem de clicar, do lado direito, onde diz "ativar" e, por fim, guardar as alterações.
E pronto. A partir de agora, mal envie e-mails tem 10 segundos para anular o envio. E corrigir as gralhas ou pensar duas vezes antes de enviar um e-mail mal direcionado.

Fonte: Dinheiro Vivo