Cientistas temem que a internet chegue a um ponto de rutura em oito anos, avança a Metro UK.
Um cientista deixa, inclusivamente, apenas duas opções aos internautas: ou estão dispostos a pagar mais por uma banda melhor ou sujeitam-se às constantes falhas de rede que vão existir.
O problema, refere a Metro UK, está nos cabos e fibras óticas que enviam os dados para os computadores, smartphones e tablets.
Estes irão atingir o seu limite de armazenamento de dados em oito anos, o que significa que as empresas terão que instalar mais cabos se quiserem manter a qualidade do serviço. Isso não ficará barato.
Fonte: Notícias ao Minuto
terça-feira, 5 de maio de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Saiba como fazer para ter mais bateria no seu iPhone
Utiliza muito o seu smartphone, seja para chamadas, mensagens, vídeos ou fotografias e ele está constantemente a ficar sem bateria? Sem dúvida que há algumas formas de contrariar esta situação.
Saiba de algumas dicas:
- Reduza o número de notificações que aparece no ecrã quando o telemóvel está bloqueado. A verdade é que estas notificações ajudam-no a perceber mais facilmente se alguém entrou em contacto consigo, mas faz com que o seu telemóvel gaste mais bateria.
- Veja quais as apps que drenam mais a bateria do seu telemóvel, para evitar clicar nelas constantemente.
- Diminua o brilho do seu ecrã. Esta deve ser a primeira coisa a fazer para aumentar a capacidade da sua bateria.
- Desligue a opção de localização. Normalmente o iPhone está a par dos locais onde se encontra e consoante isso vai personalizando o seu iPhone, através de notificações que vai enviando. Mas o facto de estar a guardar as localizações, pode mexer com a sua bateria. Retira a opção de a ‘Localização Frequente’, nas definições.
- Tenha a certeza de que tem a opção Bluetooth desligada. Ligue só mesmo quando necessário, no caso de querer ligar algum acessório.
- Use imagens de fundo estáticas e não escolha as que têm opção de movimento.
- Se for possível utilize as aplicações já incorporadas no iPhone e não as alternativas a essas, pois as que já vêm com o smartphone utilizam muito menos bateria.
Fonte: Notícias ao Minuto
Saiba de algumas dicas:
- Reduza o número de notificações que aparece no ecrã quando o telemóvel está bloqueado. A verdade é que estas notificações ajudam-no a perceber mais facilmente se alguém entrou em contacto consigo, mas faz com que o seu telemóvel gaste mais bateria.
- Veja quais as apps que drenam mais a bateria do seu telemóvel, para evitar clicar nelas constantemente.
- Diminua o brilho do seu ecrã. Esta deve ser a primeira coisa a fazer para aumentar a capacidade da sua bateria.
- Desligue a opção de localização. Normalmente o iPhone está a par dos locais onde se encontra e consoante isso vai personalizando o seu iPhone, através de notificações que vai enviando. Mas o facto de estar a guardar as localizações, pode mexer com a sua bateria. Retira a opção de a ‘Localização Frequente’, nas definições.
- Tenha a certeza de que tem a opção Bluetooth desligada. Ligue só mesmo quando necessário, no caso de querer ligar algum acessório.
- Use imagens de fundo estáticas e não escolha as que têm opção de movimento.
- Se for possível utilize as aplicações já incorporadas no iPhone e não as alternativas a essas, pois as que já vêm com o smartphone utilizam muito menos bateria.
Fonte: Notícias ao Minuto
domingo, 3 de maio de 2015
Site diz-lhe que idade aparenta ter
Se acha que parece muito mais velho na foto que acabou de tirar do que aquilo que é na realidade, agora pode testá-lo. A Microsoft fez um site, o ‘How-old’, que lhe diz a idade que aparenta ter nas fotos que carregar neste portal da internet. Apesar de ter sido desenvolvido pela Microsoft, o ‘How-old’ tem dificuldade em reconhecer fotos com má iluminação e tem tendência a dar idades mais altas de acordo com a iluminação da imagem. Não esquecendo a probabilidade de erro, o site apresenta desculpas sempre que um utilizador carrega uma foto. "Desculpe se não percebemos corretamente a sua idade ou género – ainda estamos a melhorar este recurso", pode ler-se no ‘How-old’. O site faz parte do ‘Project Oxford’, uma iniciativa da Microsoft que tem como objetivo criar aplicações de reconhecimento facial e está a atravessar uma fase de teste de algoritmos. Se tudo correr como pretendido, no futuro será possível reconhecer identidades nas fotos e até juntar imagens da mesma pessoa de acordo com os seus traços faciais.
Fonte: Correio da Manhã
Fonte: Correio da Manhã
sábado, 2 de maio de 2015
Descoberto dinossauro-pássaro com asas de morcego. Confuso?
Cientistas chineses descrevem descoberta como uma bizarra criatura voadora.É dinossauro, tem o tamanho de um pombo, asas de morcego e é a mais recente descoberta (bizarra) da comunidade científica. Chama-se Yi qi, que significa “asa estranha” em Mandarim e foi descoberto na China, segundo um trabalho publicado na revista Nature, na quarta-feira.
Viveu cerca de 160 milhões de anos durante o Período Jurássico, dez milhões de anos antes daquela que é considerada a primeira ave, o Archaeopteryx. E, apesar de ter “asas de morcego”, este último só surgiu 100 milhões de anos depois. Pesava 230 gramas e tinha 63 centímetros de comprimento.
Toda esta informação consta num fóssil descoberto na província chinesa de Hebei há cerca de dez anos e pode trazer novos dados sobre a evolução dos dinossauros.
Isto porque foi um dos primeiros com aparente capacidade para voar, apesar de pouco sucesso na tarefa. E ao contrário de outros “dinossauros voadores”, as suas asas eram formadas por membranas, como as dos morcegos, e não por penas, como acontece com os pássaros.
“Trata-se de uma experiência falhada, uma evolução que não foi conseguida”, explicou à CNN o paleontólogo Xu Xing, do Instituto chinês de Paleontologia Vertebrada e Paleoantropologia, um dos investigadores.
“Nos últimos 30 anos têm sido muitas as descobertas que mostram que as aves são mesmo descendentes dos dinossauros”, observou, admitindo que esta nova espécie deveria deslizar pelo ar em vez de voar.
Fonte:: TVI24
Viveu cerca de 160 milhões de anos durante o Período Jurássico, dez milhões de anos antes daquela que é considerada a primeira ave, o Archaeopteryx. E, apesar de ter “asas de morcego”, este último só surgiu 100 milhões de anos depois. Pesava 230 gramas e tinha 63 centímetros de comprimento.
Toda esta informação consta num fóssil descoberto na província chinesa de Hebei há cerca de dez anos e pode trazer novos dados sobre a evolução dos dinossauros.
Isto porque foi um dos primeiros com aparente capacidade para voar, apesar de pouco sucesso na tarefa. E ao contrário de outros “dinossauros voadores”, as suas asas eram formadas por membranas, como as dos morcegos, e não por penas, como acontece com os pássaros.
“Trata-se de uma experiência falhada, uma evolução que não foi conseguida”, explicou à CNN o paleontólogo Xu Xing, do Instituto chinês de Paleontologia Vertebrada e Paleoantropologia, um dos investigadores.
“Nos últimos 30 anos têm sido muitas as descobertas que mostram que as aves são mesmo descendentes dos dinossauros”, observou, admitindo que esta nova espécie deveria deslizar pelo ar em vez de voar.
Fonte:: TVI24
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Por que é que os mosquitos picam mais umas pessoas que outras?
Os cientistas pediram a pares de gémeos que se deixassem morder por mosquitos, e demonstraram pela primeira vez a importância do código genético nesta questão.
Por que é que os mosquitos preferem certas pessoas? Uma equipa de investigadores que pediu a pares de gémeos idênticos e de gémeos fraternos para se deixarem picar por mosquitos descobriu que a diferença pode estar escrita no código genético. A atração do mosquito por determinada pessoa é definida por componentes do odor corporal que são definidos por certos genes. É a primeira vez que isto é demonstrado.
Os investigadores de uma universidade londrina já tinham concluído, num estudo anterior, que algumas pessoas parecem "cheirar melhor" para os mosquitos do que outras, e que um cheiro corporal específico atrai mais as picadas desses insetos. Para aprofundar as causas disso, os cientistas pediram a 18 pares de gémeos idênticos, cujos genes são iguais, e a 19 pares de gémeos fraternos, que não são geneticamente idênticos, para se deixarem picar por mosquitos.
Numa espécie de caixa de plástico com dois tubos, cada um dos gémeos colocava uma mão num tubo, e o ar que passava pelo tubo era direcionado para um grupo de mosquitos que, atraído pelo cheiro, podia escolher viajar por um tubo ou pelo outro. Os investigadores descobriram que os genes têm um papel significativo no momento em que o mosquito escolhe quem picar.
"Os gémeos idênticos eram muito semelhantes no seu nível de atratividade para os mosquitos, e os gémeos que não eram idênticos eram muito diferentes no seu nível de atratividade", explicou à rádio NPR o principal cientista do estudo, James Logan da London School of Hygiene & Tropical Medicine. "Isso sugere que o facto de se ser atrativo ou repelente para os mosquitos é controlado geneticamente".
O estudo, publicado na quarta-feira na revista científica Plos One, mostra assim que existe um fator genético na forma como os mosquitos se sentem mais atraídos a picar certas pessoas, mas os cientistas ainda estão longe de perceber quais os genes que regulam esse processo.
O responsável pelo estudo, James Logan, disse à NPR que a compreensão do que torna uma pessoa mais ou menos atrativa para os mosquitos pode ajudar a desenvolver melhores repelentes. Os mosquitos são responsáveis pela transmissão de muitas doenças, incluindo a febre-amarela e o dengue.
Fonte: Diário de Notícias
Por que é que os mosquitos preferem certas pessoas? Uma equipa de investigadores que pediu a pares de gémeos idênticos e de gémeos fraternos para se deixarem picar por mosquitos descobriu que a diferença pode estar escrita no código genético. A atração do mosquito por determinada pessoa é definida por componentes do odor corporal que são definidos por certos genes. É a primeira vez que isto é demonstrado.
Os investigadores de uma universidade londrina já tinham concluído, num estudo anterior, que algumas pessoas parecem "cheirar melhor" para os mosquitos do que outras, e que um cheiro corporal específico atrai mais as picadas desses insetos. Para aprofundar as causas disso, os cientistas pediram a 18 pares de gémeos idênticos, cujos genes são iguais, e a 19 pares de gémeos fraternos, que não são geneticamente idênticos, para se deixarem picar por mosquitos.
Numa espécie de caixa de plástico com dois tubos, cada um dos gémeos colocava uma mão num tubo, e o ar que passava pelo tubo era direcionado para um grupo de mosquitos que, atraído pelo cheiro, podia escolher viajar por um tubo ou pelo outro. Os investigadores descobriram que os genes têm um papel significativo no momento em que o mosquito escolhe quem picar.
"Os gémeos idênticos eram muito semelhantes no seu nível de atratividade para os mosquitos, e os gémeos que não eram idênticos eram muito diferentes no seu nível de atratividade", explicou à rádio NPR o principal cientista do estudo, James Logan da London School of Hygiene & Tropical Medicine. "Isso sugere que o facto de se ser atrativo ou repelente para os mosquitos é controlado geneticamente".
O estudo, publicado na quarta-feira na revista científica Plos One, mostra assim que existe um fator genético na forma como os mosquitos se sentem mais atraídos a picar certas pessoas, mas os cientistas ainda estão longe de perceber quais os genes que regulam esse processo.
O responsável pelo estudo, James Logan, disse à NPR que a compreensão do que torna uma pessoa mais ou menos atrativa para os mosquitos pode ajudar a desenvolver melhores repelentes. Os mosquitos são responsáveis pela transmissão de muitas doenças, incluindo a febre-amarela e o dengue.
Fonte: Diário de Notícias
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