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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Um copo de vinho que não entorna!

A Super Duper Studio criou um copo que parece imune a um dos maiores dramas dos apreciadores de vinho: entornar. E o produto está a ter de tal maneira atenção que já há dificuldade que já há dificuldade em dar vazão às encomendas.
O copo em causa chama-se Saturn Wine Glass e é notícia no Huffington Post. O pequeno vídeo que a Super Duper Studio usa para mostrar o produto também fala por si só: no vídeo podemos ver uma mão a entrar no plano só para pôr o copo a girar e a verdade é que o vinho continua no copo.
Cada unidade custa 52 dólares (cerca de 42 euros) e no site onde se pode conhecer o copo a empresa que o vende admite que a procura tem sido “avassaladora”.

Fonte: Notícias ao Minuto

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Cientistas criam maçã efervescente

Quando mordida, a maçã solta sumo como o das bebidas com gás.
Cientistas suíços criaram uma maçã geneticamente modificada que é efervescente na boca. Quando é mordida, esta maçã liberta um sumo igual ao das bebidas com gás.
A empresa de fruta, Lubera, afirma que as maçãs Paradis Sparkling "explodem na boca". "Paradis Sparkling é a primeira maçã que não fica 'quieta', é efervescente", explica a empresa no site oficial, garantindo que a sua textura é diferente de tudo a que as pessoas estão habituadas.
Já estão à venda árvores desta nova variedade por 43 euros.

Fonte: Correio da Manhã

terça-feira, 24 de junho de 2014

Os mais criativos utensílios de cozinha

Desde a pré-história que a humanidade se tem dedicado a desenvolver todo o tipo de utensílios para nos ajudar nas mais banais atividades.
A cozinha é, provavelmente, a divisão da casa onde tal característica humana mais se nota.
O site Hypeness descobriu alguns utensílios que, nalguns casos, devem tanto à criatividade como à utilidade.
Desde um utensílio que separa a clara da gema até uma faca capaz de derreter a manteiga acabada de sair do frigorífico, há aqui várias opções e para muitos gostos.

Fonte: Notícias ao Minuto

domingo, 29 de setembro de 2013

Cientistas oferecem bolos de larvas ou grilos com chocolate

Bolos e canapés feitos com larvas, cremes antirrugas com bactérias do mar e volantes de automóvel que medem os batimentos cardíacos são algumas das inovações que podem ser vistas hoje no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa.
A mostra, sob o tema "Futuro 2020", insere-se na "Noite Europeia dos Investigadores 2013", promovida pela Comissão Europeia para incentivar o contacto dos cientistas com o público. A iniciativa decorre até às 00:30 de sábado e tem entrada gratuita.
Em Portugal, a "Noite dos Investigadores" é organizada pela Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica e realiza-se em 28 localidades, incluindo Lisboa.
Na "Cozinha é um Laboratório", do Pavilhão do Conhecimento, é possível provar arroz de algas, canapés e bolos feitos com bichos-de-farinha tostados e grilos cobertos de chocolate.
Sara Ramos, monitora do Pavilhão do Conhecimento, descreve as vantagens em comer insetos: não escasseiam no planeta, mal se dão por eles quando misturados com outros ingredientes e possuem grandes propriedades nutritivas.
"Têm muita percentagem de ferro... mais proteínas do que um bife", salientou.
André Lourenço, investigador do Instituto de Telecomunicações, é um dos inventores do "Bitalino", uma placa com sensores de leitura de biosinais, como os batimentos cardíacos e as contrações musculares.
A placa pode ser incorporada num volante de automóvel, num guiador de bicicleta ou num telemóvel.
Com esta tecnologia, um ciclista, explicou, pode "medir o esforço que está a realizar" quando anda de bicicleta.
A mesma placa pode ser utilizada para monitorizar a falta de água de uma planta.
No Pavilhão do Conhecimento é possível ver também o protótipo de um instrumento que permite aplicar mais facilmente na pele um creme de difícil absorção e, no futuro, vacinas sem picas e sem dor.
"Desenvolvemos um material que transforma luz em pressão. Uma vez que essa pressão chega à nossa pele, ela abre os poros e o ingrediente ativo de um creme pode passar e ter o seu efeito cosmético ou terapêutico", assinalou Carlos Pacheco, um dos responsáveis da empresa que concebeu a tecnologia, que começou a ser trabalhada na Universidade de Coimbra.
O investigador pretende que o instrumento possa ser comercializado, para fins cosméticos, no próximo ano. Quanto à aplicação da tecnologia em vacinas, Carlos Pacheco estima que possa acontecer dentro de dois anos.
Na noite em que 300 cidades europeias promovem um encontro informal entre cientistas e público, Lisboa mostra no Pavilhão do Conhecimento outros inventos, como cremes feitos com bactérias marinhas que reduzem as rugas e aumentam a hidratação da pele, robôs de escritório que interagem com os humanos e armários com um dispositivo que informa à distância sobre o que tem lá dentro sem o abrir.

Fonte: Diário de Notícias