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quinta-feira, 23 de abril de 2015

App deteta depressão em jovens

Para um adolescente com depressão, e outras doenças do mesmo género, pode ser difícil admitir que precisa de ajuda ou mesmo perceber qual é o problema. Investigadores da Universidade de New Jersey, nos Estados Unidos, estão a trabalhar numa aplicação para smartphones que ajuda a detetar padrões mais preocupantes para os pais e ajuda a combater o suicídio dos adolescentes. A app é da autoria de Yanyong Zhang e Brian Chu, ambos professores da Universidade, e foi desenvolvida com a ajuda de estudantes do laboratório de Redes e Informações sem Fios. Chama-se 'Crowd++' e foi desenhada para identificar hábitos sociais específicos que possam resultar em problemas mais profundos. 'Crowd++' é uma combinação de três sistemas de monitorização. Primeiro, a app usa o microfone do telefone para procurar atividade social e movimento. Depois, as chamadas e mensagens são monitorizadas. Por fim, são feitos questionários diários aos adolescentes que são convidados a descrever como se sentem. A aplicação tem algumas limitação e, para funcionar como é suposto, o utilizador não se pode esquecer do telemóvel, desligá-lo com frequência ou recusar-se a falar acerca dos sentimentos diariamente.

Fonte: Correio da Manhã

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Homens usam mais apps de encontros

Também são os homens quem faz mais 'like' no Tinder. Por J.S. Em janeiro, cerca de 90 milhões de pessoas em todo o mundo utilizaram aplicações de encontros, como o Tinder e o OkCupid, segundo um estudo da Globalwebindex. A pesquisa mostra que, nos 32 países analisados, cerca de 62% destas pessoas são homens. Ainda assim, são as mulheres que passam mais tempo nas aplicações. No Tinder, que o New York Times estima ter 50 milhões de utilizadores, as mulheres passam mais de oito minutos do seu tempo, comparado com os sete dos homens. Mas são eles quem mais aproveita a app: os homens fazem 'like' 46% das vezes em comparação com os 14% das mulheres.

Fonte: Correio da Manhã

domingo, 28 de dezembro de 2014

Os polegares e o touch screen estão a mudar o nosso cérebro

O professor Arko Ghosh é o responsável por uma investigação que foi levada a cabo por duas universidades suíças e cujo objeto de estudo era a obsessão pelos smartphones com touch screen e que influência teria isso no cérebro.
“A tecnologia digital que usamos no nosso quotidiano molda o processamento sensorial dos nossos cérebros numa proporção que nos surpreendeu”, começou por dizer o investigador citado pelo Tech Crunch.
Os investigadores centraram o seu estudo na observação do córtex sensoriomotor que se ativa com o movimento dos dedos. Para tal realizaram eletrocardiogramas que mediram a atividade destas regiões do cérebro de 37 pessoas destras.
Os dados observados em pessoas que usavam smartphones com touch screen e telemóveis com as teclas antigas demonstraram que a atividade elétrica no cérebro dos primeiros aumentava com o movimento dos dedos. E mais. A quantidade de atividade do córtex cerebral associada ao polegar era proporcional à quantidade de tempo que o usuário passava a mexer no telemóvel.
Perante estes resultados, os investigadores concluíram que o processamento sensorial do córtex é continuamente alterado pela tecnologia digital.

Fonte: Notícias ao Minuto

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Os homens são mais idiotas do que as mulheres... É a ciência que o diz!

É uma verdade quase provada pela ciência... ou pelo menos uma teoria sustentada num estudo britânico: os homens são mesmo mais idiotas do que as mulheres. Chama-se teoria da idiotice masculina (MIT, na sigla em inglês) e é apresentada por investigadores num artigo publicado hoje no British Medical Journal (BMJ).
Muitos estudos realçam que os homens são mais propensos a correr riscos e a comportamentos arriscados, mas na maior parte dos casos há uma contrapartida. Mas esta investigação avança provas para sustentar a hipótese de que os homens também são mais propensos a comportamentos arriscados quando não há nenhum benefício.
Para provar esta teoria os investigadores analisaram vinte anos de dados dos Darwin Awards, prémios atribuídos às mortes mais absurdas, por assim dizer. Ao longo de duas décadas os prémios distinguiram casos como o do homem que tentou ir de boleia para casa ao prender o carrinho das compras a um comboio ou o do homem que deu um tiro na cabeça para mostrar a um amigo que a arma era real.
O que há em comum entre estes casos: a maioria é de homens. Dos 318 casos relatados considerados válidos, 88,7% (282) tinham homens como protagonistas e só 11,3% mulheres (36), um argumento de peso para provar a teoria da idiotice masculina. Os investigadores confessaram a sua perplexidade perante a disponibilidade masculina para correr riscos desnecessários - como ritual de passagem ou para impressionar amigos, por exemplo.
"De acordo com a teoria da idiotice masculina muitas das diferenças nos comportamentos arriscados, admissões nas urgências, e mortalidade podem ser explicadas pelo facto de que os homens são idiotas e idiotas fazem coisas estúpidas", diz Dennis Lendrem, da Universidade de Newcastle.
Resta dizer que a edição de Natal do BMJ aceita estudos mais fora da caixa, embora mantenha os padrões de qualidade científica e revisões pelos pares.

Fonte: Diário de Notícias

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Jogar Angry Birds faz perder apetite

Que os videojogos criam dependência e podem tornar os jogadores menos sociáveis, já não é novidade. Agora que tiram o apetite, é algo que até agora se desconhecia.
Essa é a conclusão de um estudo elaborado por um professor de nutrição da Universidade de Ryerson, em Toronto. Nick Bellissimo dividiu em dois grupos rapazes saudáveis, entre os 9 e os 14 anos de idade, conta o site Game Over.
Metade jogou Angry Birds durante meia hora, os outros ficaram sentados à espera que os primeiros participantes concluíssem a sessão de jogo. Fizeram isto durante quatro manhãs. Depois, uma vez acabado o jogo, tinham de comer algum alimento até ficarem totalmente satisfeitos.
Acontece que, o grupo que jogou Angry Birds acabou por consumir menos 50 calorias do que aqueles que não jogaram. Além disso, destaca Nick Bellissimo citado pelo site Game Over, os jovens que chegavam mais felizes ao laboratório também acabavam por comer menos depois de jogarem Angry Birds.

Fonte: Notícias ao Minuto

sábado, 6 de setembro de 2014

Cientistas testam com sucesso telepatia... por email

Pela primeira vez, cientistas conseguiram transmitir uma mensagem mentalmente de uma pessoa para outra, sem qualquer contacto, que estavam separadas por milhares de quilómetros, na Índia e França.
"É uma espécie de realização tecnológica do sonho da telepatia, mas definitivamente não tem nada de mágico", disse o físico teórico e coautor da investigação, Giulio Ruffini, em declarações telefónicas à AFP a partir de Barcelona.
"Estamos a usar tecnologia para interagir electromagneticamente com o cérebro", especificou.
Para a experiência, uma pessoa com um eletroencefalograma (EEG) ligado à internet, sem fios, pensou numa simples saudação, como "olá" ou "adeus".
Um computador traduziu as palavras num código binário digital, apresentado por séries de uns e zeros.
Depois, a mensagem foi enviada por correio eletrónico da Índia para França e entregue via robot ao destinatário, que pode ver "flashes" de luz na sua visão periférica através de uma estimulação cerebral não-invasiva.
O sujeito recebedor da mensagem não viu nem ouviu as palavras em causa, mas foi capaz de descrever os "flashes" de luz que correspondiam à mensagem.
"Quisemos descobrir se se consegue comunicar diretamente entre duas pessoas, lendo a atividade cerebral de uma pessoa e injetando atividade cerebral numa segunda pessoa, e isto através de grandes distâncias físicas, utilizando vias de comunicação existentes", disse o coautor Álvaro Pascual-Leone, professor de Neurologia na Escola de Medicina de Harvard.
"Uma destas vias é, claro, a internet, pelo que a nossa questão passou a ser "Será que conseguiremos realizar uma experiência que dispense a parte da conversação ou a digitação da internet e estabeleça uma comunicação direta, cérebro a cérebro, entre sujeitos localizados [em países] tão distantes um do outro, como a Índia e a França?""
Ruffini acrescentou que foram tomados cuidados extraordinários para garantir que nenhuma informação sensorial influenciasse a interpretação da mensagem.
Os investigadores têm tentado enviar uma mensagem de uma pessoa para outra desta forma há cerca de uma década, e a prova do princípio que está descrita na revista PLOS ONE ainda é rudimentar, disse à AFP.
"Esperamos que a longo prazo isto possa transformar radicalmente a forma como comunicamos uns com os outros", concluiu Ruffini.

Fonte: Diário de Notícias

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Será possível «ensinar» o cérebro a comer saudável?

Um estudo divulgado esta terça-feira numa revista da especialidade mostra que o cérebro pode ser treinado para gostar de comida saudável. Afinal, será que tudo não passa de uma questão de exercício e não de sacrifício?
Essa parece ser a resposta básica para este estudo que, ainda embrionário, tira conclusões importantes. Ora, não comemos comida «má», a chamada «fast food» toda a vida. Como diz a autora principal do estudo, Susan Roberts, da Universidade americana de Boston: «Não nascemos a gostar de batatas fritas», como cita a BBC. Por isso, o que é que nos leva mais tarde a desejá-la tanto e a preterir aquela que é saudável? Um ato de repetição de comer sempre o mesmo tipo de comida que cria hábitos no palato. Então também é possível habituar o gosto a outros sabores. E foi isso que aconteceu. Porque quem manda no corpo é o cérebro, o cérebro manda comer bem.
O programa alimentar que serviu de base ao estudo que dura há seis meses contou com a participação de 13 pessoas obesas: oito submeteram-se ao plano saudável de modo a perder peso e outras cinco não.
Ponto de partida para este plano alimentar baixo em calorias e rico em comida saudável: ninguém passa fome, porque é nessa altura que a «junk food» se torna mais atrativa e rapidamente sacia a fome.
A investigação agora publicada no jornal «Nutrition & Diabetes» analisou os cérebros dos 13 indivíduos antes do plano começar e seis meses depois. Como conclusão, a radiografia ao cérebro mostra alterações no «centro de informação» do órgão que comanda o corpo e essas modificações mostram que aqueles que seguiram o plano saudável, ao final dos seis meses, em caso de fome, desejam comida saudável, ao passo que os outros cinco continuam a direcionar o pensamento para a comida altamente calórica e rica em hidratos de carbono.
Por outro lado, os homens e mulheres que perderam peso e mudaram a alimentação mostraram-se pouco entusiasmados com a «fast food».
Conclusões que não representam o fim, mas o início de muitas outras investigações que tendem a descobrir mais sobre o papel do cérebro na perda de peso. Um método muito mais eficaz do que a colocação de uma banda gástrica, adianta Susan Roberts, que, feliz com estas primeiras descobertas, promete novos resultados.

Fonte: TVI24

domingo, 24 de agosto de 2014

Aprender a eliminar a depressão e o «stresse»

O neurocientista norte-americano Joe Dispenza, autor da obra «Como Criar um novo eu», virá pela primeira vez a Portugal com exemplos de casos de estudos ao cérebro, que podem contribuir para eliminar a depressão e o «stresse», foi hoje anunciado.
Dispenza realizará um «workshop» de três dias, de 28 a 30 de novembro, no qual apresentará estudos ao cérebro com a aplicação da física quântica e da neurociência e realizará exercícios interativos e práticos, refere uma nota da promotora do evento.
Segundo a mesma fonte, os estudos «revolucionaram a prática no campo da neuroplasticidade» e contribuíram para «um desenvolvimento interior».
Joe Dispenza é autor de três «best seller» nos Estados Unidos da América («Como Criar um novo eu», editado recentemente em Portugal) e é doutorado em bioquímica, com pós-graduação em neurociência, química e biologia celular.

Fonte: TVI24

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Ver pornografia faz mal ao cérebro

"Encontramos um importante vínculo negativo entre o ato de ver pornografia durante várias horas por semana e o volume de matéria cinzenta no corpo direito do cérebro", afirmam os cientistas do Instituto Max Planck, em Berlim.
A pesquisa, levada a cabo em maio, contava com 64 homens saudáveis, com idades entre os 21 e os 45 anos, que dedicavam em média 4 horas por semana a ver vídeos pornográficos. Os voluntários foram também submetidos a vários exames, como ressonância magnética, a fim de observar como o seu cérebro reagia às imagens pornográficas.
O resultado demonstrou que quanto mais tempo dedicavam a ver pornografia, mais o volume do cérebro e a sua atividade reduzia. Segundo os autores do estudo, não é possível provar que estes fenómenos sejam causados directamente pelo consumo de pornografia, afirmando ser necessário continuar a pesquisa. Ainda assim, os investigadores dizem haver sem dúvida uma ligação entre os dois factores.

Fonte: Diário de Notícias

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Traumas familiares podem afetar ADN das crianças

As crianças que testemunham a violência doméstica carregam cicatrizes emocionais, mas um novo estudo publicado na revista «Pediatrics» revela que crianças que vivem em famílias marcadas pela violência doméstica ou traumas como suicídio ou prisão de um dos membros pode ter o ADN afetado pela experiência. As crianças que passaram por essas situações têm os genes mais limitados do que as que são criadas em ambientes estáveis.
Cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Tulane, em Nova Orleans, nos Estados Unidos, descobriram que essa condição prejudica os telômeros, estrutura que impede que a extremidade de um cromossoma entre em fusão com a de outro. Estudos anteriores revelaram que telômeros mais curtos, considerados um marcador celular para o envelhecimento, estão ligados a riscos elevados de doenças cardíacas, obesidade, declínio cognitivo, diabetes, doenças mentais e piores condições de saúde de fora geral na vida adulta.
Para o estudo, os cientistas recolheram amostras do ADN de 80 crianças com idades entre os 5 e os 15 anos que vivem na cidade norte-americana de Nova Orleans. Os investigadores entrevistaram também os pais e mães das crianças sobre os ambientes domésticos, bem como a exposição dos filhos a situações traumáticas.
«Momentos familiares stressantes, como ver um membro da família a magoar-se, criaram um ambiente que afeta o ADN dentro das células das crianças», afirma Stacy Drury, diretora do Laboratório de Genética Comportamental e de Neurodesenvolvimento, na Universidade Tulane, nos Estados Unidos, e uma das autoras do estudo.
«Quanto maior o número de exposições que as crianças sofreram, mais curtos eram os telômeros, e observámos isso depois de pesquisarmos muitos outros fatores como o nível socioeconómico, a escolaridade materna, a idade dos pais e a idade da criança», explicou.
A pesquisa mostrou que o género interfere no impacto causado pela instabilidade familiar: eventos traumáticos são mais prejudiciais para as meninas, mais propensas a ter os telômeros encurtados que os meninos.

Fonte; TVI24

domingo, 22 de junho de 2014

O sol também pode viciar como as drogas

Os fãs da praia que trabalham afincadamente "para o bronze" podem afinal ter um motivo muito mais profundo, e até agora insuspeito, para o fazer: serão viciados em sol, como outros em heroína, em álcool ou em tabaco. A conclusão é de investigadores do Massachusetts General Hospital, nos Estados Unidos, que hoje publicam na revista Cell os resultados de um estudo em ratinhos.
A equipa, coordenada por David Fisher, põe a descoberto o mecanismo através do qual a exposição crónica à luz solar e aos seus raios ultravioletas - os que estimulam a produção da melanina que bronzeia a pele - pode tornar-se uma dependência para muitas pessoas. Isso explicaria também, segundo os autores, por que os adoradores do Sol, mesmo conhecedores e conscientes dos riscos que os seus excessos implicam - o cancro de pele - persistem em torrar na praia durante horas, incluindo as mais perigosas.

Fonte: Diário de Notícias

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Afinal, não pensamos assim tanto em sexo

Os homens pensam em sexo, em média, 19 vezes por dia. Muito menos do que davam conta alguns estudos que apontavam para um pensamento sobre sexo a cada sete segundos. Ou seja, 7200 vezes em cada dia, se pensarmos só no período em que se estamos acordados.
Agora, uma investigação da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, utilizou um método inovador para contabilizar esses pensamentos e concluiu que tanto os homens como as mulheres pensam menos em sexo do que se considerava antes. As mulheres têm pensamentos sexuais apenas 10 vezes por dia.
Terri Fisher e a sua equipa, distribuíram uns dispositivos a 283 estudantes universitários e pediram-lhes para os ativarem de cada vez que lhes ocorresse um pensamento sexual. Mas pediram também que registassem os pensamentos relativos a comida ou ao sono.
Os investigadores concluíram que os homens pensam em sexo mais vezes que as mulheres, mas também pensam mais em comida ou em dormir. A equipa de Terri Fisher considera que esta diferença se pode ficar a dever a uma tendência que os homens têm em considerar um sentimento vago como um pensamento estruturado.
De acordo com a BBC, os investigadores verificaram ainda uma grande variação do número de pensamentos: enquanto alguns dos estudantes ativaram o dispositivo relativamente ao pensamento em sexo apenas uma vez por dia, outros registaram 388 cliques.

Fonte: TVI24

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Proteja as suas crianças online

Um inquérito feito nos Estados Unidos mostra que 30% dos pais deixam os seus filhos com 10-12 anos ter uma conta no Facebook. O questionário mostra ainda que 80% das crianças com menos de 10 anos brincam na internet pelo menos uma vez por semana. Com o aumento do uso das novas tecnologias por parte das crianças, existe uma maior preocupação em protege-las dos perigos. A proibição não é a melhor solução, mas sim a informação. Ficam aqui alguns conselhos de como ensinar as crianças a protegerem-se online. Conheça os sites e apps que os seus filhos usam: perceba como funcionam, se são agressivos, se existe a possibilidade de contactar com outras pessoas. Ensine-lhes que por alguém os contatar e afirmar que é um amigo, não significa que o seja. Explique-lhes o perigo de falar com estranhos online e que devem sempre avisá-lo quando forem contatados por desconhecidos. Ensine-os a criar palavras-passe fortes: Uma palavra-passe com letras, números e símbolos é a melhor opção para se manter protegido online. Experimente o método da primeira letra, combinando a primeira letra de um verso de uma música, do filme ou livro preferido. Por exemplo, ‘sobe sobe balão sobe’, dá SSBS. Não se esqueça de os alertar para o perigo de partilhar palavras-passe com outras pessoas, mesmo amigos, para além de si. Acompanhe as novidades de segurança tecnológica: A leitura de impressões digitais é a mais recente novidade de segurança, impedindo que qualquer outra pessoa aceda ao seu telemóvel, por exemplo. Controle, mas não exagere: Use software de restrições e filtros de aplicações, sites e música a que eles podem aceder. Pode também limitar o tempo que eles têm por dia de telemóvel, tablet ou computador e, em caso dos mais pequenos, apenas poderem utilizá-los na presença de um adulto. À medida que mostram responsabilidade, vá diminuindo as restrições. Aprenda com os erros: Os acidentes acontecem, e os seus filhos podem cometê-los. Mas se se mantiver atento e controlar o acesso que eles têm à internet, o impacto será menor. Proteja-se: Sabemos como os mais pequenos gostam de pedir os telemóveis dos adultos para brincar. Evite tragédias de fotos e documentos importantes apagados sem intenção. Faça um back-up regular aos seus dados e confira se o seu telemóvel tem um modo ‘Privado’ que impeça o acesso a determinados ficheiros que protegeu previamente. Para além disso, proteja-o também de quedas com uma boa capa protetora.

Fonte: Correio da Manhã

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Pais que lavam a loiça criam filhas mais ambiciosas

O estudo, da universidade canadiana British Columbia, publicado no mais recente número da revista Psychological Science, conclui que os pais que participam em tarefas domésticas têm um papel fundamental na formação das atitudes de género e nas aspirações dos filhos, especialmente das raparigas.
Enquanto as mães são fundamentais na formação da atitude das crianças sobre a igualdade de género, nas raparigas, e no que respeita às ambições profissionais, o fator mais determinante parece ser a abordagem dos pais em relação às tarefas domésticas, sublinha a investigação.
"Sugere que as raparigas crescem com objetivos profissionais mais alargados em lares onde as tarefas domésticas são partilhadas pelos pais de maneira igual", considerou Alyssa Croft, investigadora principal do estudo.
O estudo sugere que as ações domésticas dos pais falam mais alto, ou seja, mesmo quando os pais têm um discurso público de apoio à igualdade de género, se não participam nas tarefas domésticas, as filhas revelam maior propensão para se imaginarem em trabalhos tradicionalmente femininos como enfermeira, professora, bibliotecária ou doméstica.
"Apesar dos esforços para criar igualdade laboral, as mulheres continuam severamente sub-representadas em posições de liderança e gestão", disse Croft.
"Este estudo é importante porque sugere que alcançar a igualdade de género em casa pode ser uma forma de inspirar as jovens a terem como objetivo carreiras de onde tradicionalmente têm sido excluídas", sublinhou.
O estudo envolveu 326 crianças com idades entre os 7 e os 13 anos e pelo menos um dos pais. Em cada uma das casas, os investigadores calcularam a divisão de tarefas e o trabalho pago.
Determinaram também os estereótipos associados à carreira e que cada um dos participantes se revê e as suas atitudes perante o género, o trabalho e as aspirações laborais.
A investigação concluiu ainda que pais e crianças associam mais as mulheres ao trabalho doméstico e ao cuidado das crianças e as raparigas revelaram-se significativamente mais propensas a dizer que preferem ser como os adultos que cuidam de crianças do que como alguém que tem uma carreira.
Os autores do estudo acreditam por isso que um pai que se envolva nas tarefas domésticas poderá inspirar as raparigas a ambicionarem carreiras além das tradicionalmente consideradas femininas.
"Falar sobre igualdade é importante, mas as nossas descobertas sugerem que é crucial que os pais passem à prática porque as suas filhas estão a ver", sublinhou Alyssa Croft.

Fonte: Diário de Notícias

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Dois dias sem publicar no Facebook é mau para autoestima

A dependência fase às redes sociais é cada vez mais notória e um recente estudo da Universidade de Queensland, na Austrália, comprova que estar dois dias sem publicar na rede social pode ser prejudicial à autoestima dos utilizadores.
De acordo com o Daily Mail, a pesquisa australiana focou-se no comportamento de dois grupos que interagiam entre si no Facebook. Numa das partes do estudo, apenas os membros de um dos grupos podiam escrever na rede social, ficando o outro grupo apenas autorizado a observar as atualizações de estado feitas.
Posto isto, os investigadores notaram, quase imediatamente, que aqueles que ficaram proibidos de escrever tiveram reações negativas e mostraram-se tristes. Contudo, a pesquisa foi mais além: os dois grupos foram unidos, e cada um dos membros recebeu uma conta anónima, na qual poderiam escrever o que quisessem, porém, não sabiam que apenas parte dos integrantes estavam autorizados a ter comentários na publicação.
Aqueles que publicaram e não receberam um feedback, mostraram-se extremamente desagradados e com baixos níveis de autoestima assim que descobriram que não tinham qualquer tipo de comentário à publicação.

Fonte: Notícias ao Minuto

sábado, 3 de maio de 2014

Como vencer no "Pedra, papel, tesoura"

Um estudo recente revela que as pessoas utilizam padrões não aleatórios quando jogam "Pedra, papel, tesoura", o que pode aumentar as probabilidades de vencer."Pedra, papel, tesoura", também conhecido como "Janken-pon", é um jogo de mãos para dois ou mais jogadores, onde cada um forma um símbolo.
A teoria clássica do "Pedra, papel, tesoura" sugere que se devem fazer jogadas totalmente aleatórias para manter a imprevisibilidade e, portanto, não possibilitar que o adversário preveja as jogadas seguintes.
Apesar de ser um jogo supostamente de sorte, em que a possibilidade de vencer é de um em três, um estudo revelou que é possível prever as jogadas dos adversários e, assim, vencer mais jogos.
Os cientistas chegaram a tais conclusões depois de um torneio intensivo de "Pedra, papel, tesoura" na Universidade de Zhejiang, na China. Foram recrutados 360 estudantes que se dividiram em grupos de seis, tendo cada um jogado 300 rondas.
Como esperado, em média, todos os jogadores escolheram cada uma das opções na mesma proporção.
Porém, os observadores detetaram um padrão de comportamento: cada vez que um estudante ganhava uma ronda, tendia a repetir o símbolo da vitória mais vezes do que seria esperado numa jogada completamente aleatória. Por outro lado, cada vez que um estudante perdia, tinha tendência a alterar o símbolo pela ordem do nome do jogo.
Depois de perder para uma "pedra", o jogador tem maior probabilidade de escolher "papel" na ronda seguinte do que a regra do "um em três" previa.
Os vencedores tendem a manter na ronda seguinta o símbolo utilizado na vitória, enquanto os vencidos tendem a mudá-lo pela sequência da "pedra, papel, tesoura". Os cientistas afirmam que, antecipando estas jogadas, é possível ganhar mais vezes.

Fonte: Diário de Notícias

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Porque são os homens barbudos mais atraentes?


A barba é um traço sexual secundário, que tem o seu próprio papel no jogo da sedução, diz a equipa de investigadores coordenada por Zinnia Janif, da Univsersity of New South Wales, na Austrália. Mas o que é percebido como mais sexy? Usar barba ou andar de cara escanhoada? A resposta é: depende.
Como mostram os resultados, que ontem foram publicados na revista científica Biology Letters, da Royal Society britânica, as mulheres tendem a considerar mais atraente o que no momento da avaliação não é a tendência dominante. E essa preferência, escrevem os autores, segue um padrão evolutivo bem conhecido, que é designado como seleção sexual dependente da frequência negativa. Em palavras mais mundanas, a vantagem dos traços menos vulgares.

Fonte: Diário de Notícias

terça-feira, 25 de março de 2014

Cigarros eletrónicos não aumentam abandono do tabaco

A taxa de abandono do tabaco é idêntica entre as pessoas que fumam cigarros eletrónicos e as que usam o tabaco normal, segundo um estudo divulgado hoje nos Estados Unidos.
O estudo envolveu 949 fumadores, dos quais só 13 por cento disse ter deixado de fumar no período de um ano, não havendo diferenças significativas entre os dois estilos de fumadores, de acordo com três responsáveis pelo trabalho, da Universidade da Califórnia, em S. Francisco.
Entre os participantes no estudo que disseram usar cigarros eletrónicos e cigarros normais o uso dos primeiros não foi associado com mudanças de consumo, indica o trabalho dos pesquisadores.
Os responsáveis assinalaram que apenas 88 dos inquiridos usavam o cigarro eletrónico (dispositivo que produz vapor, com ou sem nicotina, mas sem tabaco), nove dos quais estavam a deixar, pelo que foi difícil detetar tendências.
No entanto, acrescentaram os especialistas no documento, há uma evidência de que os cigarros eletrónicos não aumentam o número de pessoas que deixam de fumar, pelo que publicidade indicando que "os cigarros eletrónicos são um dispositivo eficaz de cessação tabágica" não deve de ser permitida até que haja evidências científicas nesse sentido.

Fonte: Diário de Notícias

sábado, 21 de setembro de 2013

Cientistas descobrem gene que ajuda a esquecer

Descoberta pode ajudar pessoas que sofrem de stress pós-traumático.
Investigadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) descobriram o gene que ajuda a apagar experiências traumáticas.
Tet1 é o nome do gene em questão. Este controla a memória ao manipular os níveis de metilação do DNA, ou seja, através da alteração do acesso aos genes.
Para testar como este gene afeta a memória, os investigadores fizeram uma experiência com ratos. Os animais recebiam choques em determinada gaiola para ficarem com medo e, pouco depois, eram postos na mesma gaiola - sem o tal choque. As suas reações foram gravadas.
 
Resultados da investigação
Como resultado, os ratos com níveis normais do gene Tet1 acabaram por esquecer o choque, permitindo que as novas memórias substituíssem as antigas. Contudo, ficou provado que os ratos com baixos níveis de Tet1 esqueceram as más memórias com  maior dificuldade.
Portanto, o baixo nível de Tet1 é a chave para a compreensão deste problema. Se os médicos encontrarem uma maneira de elevar os níveis deste gene, as pessoas que sofrem de stress pós-traumático serão capazes de deixar que as lembranças positivas apaguem os seus traumas.
"O que acontece durante a extinção da memória não é o apagar da memória original. O antigo vestígio de memória diz aos ratos que o lugar é perigoso. Mas a nova memória informa-os de que, afinal, é um lugar seguro. Há duas opções de memória que competem uma com a outra", explica Li-Huei Tsai, diretora do Instituto Picower para a Aprendizagem e Memória do MIT.
Por outras palavras, elevar os níveis do gene Tet1 pode vir a ajudar as pessoas a decidirem aquilo que querem, ou não, recordar. Todavia, é provável que demore algum tempo a passar esta pesquisa para um plano efetivo de tratamento para pessoas que sofram de stress pós-traumático. Afinal, a experiência ainda só foi realizada em ratos. Isto se esquecermos 'O Despertar da Mente', filme de Michael Gondry, protagonizado por Jim Carrey que parece ter sido a inspiração para este estudo.

Fonte: Coreeio da Manhã

terça-feira, 30 de abril de 2013

Problemas sexuais aumentam com a crise

O número de casos de impotência e de falta de desejo sexual está a aumentar em Espanha, sobretudo entre as pessoas mais afetadas pela crise económica, alertou hoje o médico espanhol José Luis Arrondo, citado pela EFE.
Presidente da comissão organizadora do XVI Congresso espanhol de Andrologia, Medicina Sexual e Reprodutiva, a decorrer em Pamplona, o especialista exemplificou que entre os mais afetados pelos crescentes problemas sexuais estão as pessoas com dificuldades em pagar hipotecas ou os casais em que ambos se encontram no desemprego.
Segundo Arrondo, a resposta sexual das pessoas é muito influenciada pela atual situação de crise social e económica.
Para o chefe do serviço de Andrologia do Complexo Hospitalar de Navarra, a solução é complicada porque estas pessoas precisam frequentemente de medicamentos que não são comparticipados e que não são baratos, pelo que os doentes não podem comprá-los devido à sua "delicada situação económica".
Na sua intervenção, o especialista referiu também que o homem mudou muito nos últimos anos, no que diz respeito a aceitar os seus problemas sexuais.
"Até há pouco tempo, o homem nem sequer tinha consciência da sua debilidade sexual; se não funcionava bem, entendia que isso era normal e não lhe passava pela cabeça recorrer a um especialista", disse.
Atualmente, os homens já pedem ajuda, embora ainda falte algo: "que recorram com as suas companheiras", afirmou Arrondo, sublinhando a "curiosidade" de, quando se trata de problemas urinários, cerca de 85% dos pacientes aparecerem nas consultas acompanhados, mas, quando é por causa de uma disfunção erétil ou uma ejaculação precoce, surgem sozinhos em 85% dos casos.
O especialista disse ainda que, da sua experiência em 33 anos de carreira, há três tipos de mulheres.
A primeira é "a acomodada", que, quando o marido tem problemas, ou não aparece na consulta ou não participa porque "no fundo está aliviada por uma possível ausência de relações sexuais no futuro".
A segunda é "a reivindicativa", que "arrasta o seu parceiro para a consulta e, longe de ajudar, o que faz é humilhá-lo e dificultar as soluções", enquanto a terceira, a que chama "a colaboradora", é "a ideal, porque entende que não há culpados e que entre ambos podem encontrar a solução para o problema".

Fonte: Diário de Notícias