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sábado, 20 de dezembro de 2014

Ser magra já nem sempre é o que mais agrada

Maria Southard Ospina, uma jornalista e blogger de moda «Plus Size», pediu a 17 editores de revista de moda, um pouco por todo o mundo, que a partir de uma única fotografia lhe retocassem a imagem através do uso do programa «Photoshop», para a tornarem «mais bonita» e para que se adequasse às «normas» socialmente aceites nos países onde trabalham.
É a magreza o padrão de beleza determinante em todo o mundo? Será que todos os editores de imagem iriam sucumbir à tentação de lhe aperfeiçoar as características? Eram as perguntas que incomodavam a jovem norte-americana de origem colombiana, de 21 anos.
O resultado é bastante surpreendente. A jovem pensou que a maioria dos editores de imagem lhe modificaria a estrutura óssea e o peso para que parecesse mais magra. Mas enganou-se. Só três editores lhe reduziram drasticamente o peso, afirma Maria Southard Ospina, no artigo que publicou no site Bustle.
Num trabalho impressionante, Maria Southard Ospina acabou, algumas vezes, por sofrer apenas alguns retoques, e houve mesmo quem, como foi o caso de um editor de moda da Islândia, lhe alterasse apenas alguns pormenores porque não concordava em «retocar a beleza natural de uma pessoa».
«Não acho que a experiência tenha servido para acabar com o preconceito em relação aos mais gordos. Nem que, de repente, tenha revelado que somos todos aceites na nossa diversidade. Mas ele demonstrou que a beleza não se pode definir», afirmou Mary Southard Ospina ao «The Huffington Post».
«Talvez as coisas estejam a mudar»
Das 17 pessoas que retocaram a imagem de Maria Southard Ospina através de «Photoshop», apenas três lhe reduziram drasticamente o peso: Ucrânia, México e Letónia. Outras, como a Índia e o Sri Lanka removeram todas as pequenas imperfeições. Em todas as fotos, a jovem tem uma pele lisa como a de uma modelo de capa de revista. Ainda assim, Mary Southard Ospina está feliz com o resultado.
«Fiquei surpreendida por ver que, na maioria das fotos, eu continuo muito igual a mim mesma», afirmou. «A maioria deles preservou a minha beleza natural, algo que eu nunca pensei possível. E vejo tudo isso de uma forma muito positiva. Talvez este seja o sinal de que as coisas estejam a mudar?», questionou.

Fonte: TVI24

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Nem uma terceira guerra mundial resolveria o problema da sobrepopulação

Investigadores da Universidade de Adelaide, na Austrália, fizeram as contas: caso ocorresse nos próximos tempos uma guerra mundial de cinco anos que provocasse tantos mortos quanto a primeira e a segunda grandes guerras juntas, o crescimento populacional do planeta manter-se-ia em números pouco diferentes dos atuais.
A Segunda Guerra Mundial fez entre 50 a 85 milhões de mortos. Na primeira, estima-se que morreram 37 milhões de pessoas. Números que "mal fariam mossa na trajetória [do crescimento demográfico] dos próximos 100 anos", diz Corey Bradshaw, um dos autores da análise, citada pela BBC.
Noutro cenário, ainda segundo o estudo agora publicado pela Proceedings of the National Academy of Sciences, mesmo que o mundo inteiro adotasse uma política de um filho por casal - semelhante à medida em vigor na China - o número de pessoas vivas no ano 2100 não se reduziria significativamente: haveria entre 5 e 10 mil milhões de pessoas no planeta o início do próximo século.
Atualmente existem mais de 7 mil milhões de pessoas na Terra, prevendo-se que o número chegue aos 12 mil milhões no início do próximo século.
Ainda outra forma de olhar para o crescimento populacional: o número de pessoas hoje vivas equivale a cerca de 14 por cento das pessoas que já existiram em toda a História do planeta.
Estes dados permitem perceber o quão difícil será resolver os problemas inerentes à sobrepopulação, nomeadamente em relação à exaustão de recursos naturais. Barry Brook, o outro autor do estudo, não tem dúvidas: "Não há qualquer solução a curto prazo".
"Eficaz planeamento familiar e educação reprodutiva a nível mundial têm potencialidade para limitar a dimensão da população planetária e aliviar a pressão sobre os recursos naturais a longo prazo", diz Brook. "Só os nossos te-te-tetranetos poderiam usufruir de tal planeamento".

Fonte: Diário de Notícias

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Twitter utilizado para combater o crime em Espanha

O Twitter apresenta-se como uma poderosa ferramenta de combate ao crime para a polícia espanhola.
Foi através, inclusive, desta rede social que a polícia do país vizinho conseguiu desvendar o caso da criança inglesa com cancro que foi levada pelos pais para Espanha. A polícia utilizou a rede para enviar um alerta sobre o caso e apenas em três minutos recebeu ma resposta, de alguém que havia visto o casal numa bomba de combustível.
A informação restringiu o terreno da busca e a polícia espanhola em colaboração com a britânica acabou por localizá-los depois de uma rececionista de um hotel em Málaga ter confirmado a matrícula que estava no alerta disseminado no Twitter, conta a Exame Informática.
A polícia espanhola tem um milhão de seguidores no Twitter, sendo a segunda conta de uma autoridade policial mais seguida, logo a seguir ao FBI. O seu caso está a ser estudado por outros polícias, como os da América Latina.

Fonte: Notícias ao Minuto

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Nova moda do Facebook já rendeu mais de dois milhões de vídeos

Seja o banho público por um jantar, seja para ajudar a ALS Research – aqui com o nome de Ice Bucket Challange – o desafio da moda já deu origem a mais de 2,4 milhões de vídeos no Facebook.
Os números avançados pela rede social, e citados pelo TeK, dizem respeito às publicações feitas até domingo passado.
A campanha da ALS Research, que já roda em todo o mundo e deu origem a banhos famosos, como é o caso de Bill Gates, Mark Zuckerberg, Lady Gaga e até mesmo Cristiano Ronaldo, angariou até ao momento 28 milhões de interações, estando aqui incluídos os próprios vídeos, os comentários e as partilhas geradas.
Segundo o TeK, o maior número de vídeos foi publicado nos Estados Unidos, Nova Zelândia e Austrália.

Fonte: Notícias ao Minuto

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Estranhos despem-se para sequela de 'First kiss'

'Undress me' é a sequela de Tatia Pilieva, que chocou alguns internautas com um vídeo em que estranhos se beijavam. Desta vez, a autora foi mais longe e pôs dez pares de pessoas que não se conheciam a despirem-se em frente às câmaras. Ao contrário de 'First kiss', que era um vídeo de moda, este é uma promoção à nova temporada da série 'Masters of Sex'. Estranho ou não, o vídeo registou mais de cinco milhões de visualizações em apenas quatro dias.

Fonte: Correio da Manhã

sábado, 5 de julho de 2014

Ser 'youtuber' já não é apenas uma brincadeira

Ser criador no site de vídeos Youtube está a tornar-se cada vez mais um negócio rentável. À medida que os criadores amadurecem para se tornarem empreendedores, este novo negócio amadurece com eles. Os negócios tendem a ser menos caóticos do que no início. Em Anaheim, no estado norte-americano da Califórnia, EUA, decorreu a quinta edição do Vidcon, um festival anual que reúne as estrelas do Youtube com os seus fãs e com toda a gente associada à indústria do vídeo online. Estiveram presentes cerca de 20 mil pessoas mas o número duplica todos os anos. 

FÁCIL OU DIFÍCIL FAZER DINHEIRO? 
Pela primeira vez na Vidcon, os criadores mais populares pertenciam todos a alguma empresa multinacional como a Disney’s Maker Studios ou outras mais independentes como a Fullscreen ou a Collective Digital Studio, que gerem várias contas de canais no Youtube. No entanto, os criadores têm de se sujeitar a algumas exigências para assinar contrato. O exemplo mais notório disso são contratos a longo prazo, que podem chegar a sete anos, pelos direitos de autor de todos os vídeos criados dentro do canal. À medida que os criadores ganham audiências maiores, ganham também a capacidade de manter uma autoria parcial dos conteúdos que criam e de ficar com uma maior fatia do dinheiro por eles gerido. E essa fatia é cada vez maior. "A minha experiência na indústria do Cinema era que, mesmo a ideia de lançar um filme que apenas ficasse nos cinemas e não fosse para mais lado nenhum.. nem sequer era uma ideia", explica Malik Ducard, um antigo executivo de estúdio e agora diretor de parcerias no Youtube. Para o responsável este é um "sinal de maturidade no negócio agora que se vê alguma diversificação". As marcas também se querem associar e oferecem, cada vez mais, financiamento altamente lucrativo e integração em negócios à medida que a audiência do Youtube cresce. A aposta no merchandising é cada vez maior e, só no ano passado, eventos como o Vidcon juntaram-se à crescente corrente de dinheiro que promete ser o futuro desta indústria. "(Eventos ao vivo) ainda são menos sobre fazer dinheiro; os fãs estão a pedir, querem conhecer as pessoas, querem que as pessoas saiam do ecrã", afirmou Stephanie Horbaczewski, cofundadora do canal de lifestyle e moda StyleHaul. "Vejam quantas pessoas estão aqui para conhecer os canais. É uma parte muito importante do negócio, temos que estar atentos", acrescentou. 

AS GORJETAS 
Entre as novas promessas do Youtube está a função "Fan Funding", um pote de gorjetas virtual que permite aos fãs doarem quantias desde 1 dólar a 500 dólares aos criadores favoritos. No entanto, há quem acredite que nada disto será necessário para o negócio fluir. "Os negócios com as marcas são tão lucrativos que não nos sentimos confortáveis a pedir aos nossos fãs para investirem diretamente quando toda a gente ganha da otra forma", afirmou Rhett McLaughlin, uma metade de três canais populares que formam um pequeno império. 

EVOLUÇÃO DOS CONTEÚDOS 
Para além dos utilizadores, também os conteúdos têm vindo a sofrer mutações. Enquanto os pequenos vídeos virais dominavam por completo o tráfego do site, agora são os conteúdos profissionais e serializados que começam a ganhar terreno. "É também uma maturação da audiência", explica Barry Blumberg, vice-presidente executivo da rede Defy Media, responsável por vários canais. "As pessoas só viam vídeos de 45 segundos com gatos ou tartarugas em skates, mas evoluiu e agora tudo o que tenho de fazer é prestar atenção à forma como o meu filho de dez anos consome vídeos", acrescenta.

Fonte: Correio da Manhã

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Proteja as suas crianças online

Um inquérito feito nos Estados Unidos mostra que 30% dos pais deixam os seus filhos com 10-12 anos ter uma conta no Facebook. O questionário mostra ainda que 80% das crianças com menos de 10 anos brincam na internet pelo menos uma vez por semana. Com o aumento do uso das novas tecnologias por parte das crianças, existe uma maior preocupação em protege-las dos perigos. A proibição não é a melhor solução, mas sim a informação. Ficam aqui alguns conselhos de como ensinar as crianças a protegerem-se online. Conheça os sites e apps que os seus filhos usam: perceba como funcionam, se são agressivos, se existe a possibilidade de contactar com outras pessoas. Ensine-lhes que por alguém os contatar e afirmar que é um amigo, não significa que o seja. Explique-lhes o perigo de falar com estranhos online e que devem sempre avisá-lo quando forem contatados por desconhecidos. Ensine-os a criar palavras-passe fortes: Uma palavra-passe com letras, números e símbolos é a melhor opção para se manter protegido online. Experimente o método da primeira letra, combinando a primeira letra de um verso de uma música, do filme ou livro preferido. Por exemplo, ‘sobe sobe balão sobe’, dá SSBS. Não se esqueça de os alertar para o perigo de partilhar palavras-passe com outras pessoas, mesmo amigos, para além de si. Acompanhe as novidades de segurança tecnológica: A leitura de impressões digitais é a mais recente novidade de segurança, impedindo que qualquer outra pessoa aceda ao seu telemóvel, por exemplo. Controle, mas não exagere: Use software de restrições e filtros de aplicações, sites e música a que eles podem aceder. Pode também limitar o tempo que eles têm por dia de telemóvel, tablet ou computador e, em caso dos mais pequenos, apenas poderem utilizá-los na presença de um adulto. À medida que mostram responsabilidade, vá diminuindo as restrições. Aprenda com os erros: Os acidentes acontecem, e os seus filhos podem cometê-los. Mas se se mantiver atento e controlar o acesso que eles têm à internet, o impacto será menor. Proteja-se: Sabemos como os mais pequenos gostam de pedir os telemóveis dos adultos para brincar. Evite tragédias de fotos e documentos importantes apagados sem intenção. Faça um back-up regular aos seus dados e confira se o seu telemóvel tem um modo ‘Privado’ que impeça o acesso a determinados ficheiros que protegeu previamente. Para além disso, proteja-o também de quedas com uma boa capa protetora.

Fonte: Correio da Manhã

domingo, 1 de junho de 2014

Plataforma permite aos doentes consultarem médicos pela Internet

Uma empresa portuguesa lançou este mês uma plataforma online que permite colocar perguntas a médicos ou esclarecer dúvidas por videochamada, tendo de momento mais de 300 clínicos que aderiram de forma voluntária.
A ideia deste site, que estreou a 19 de maio e já conta com mais de 100 questões colocadas por doentes, surgiu com a constatação de que os portugueses têm uma grande tendência de ir procurar informações de saúde na internet.
«Nem sempre é o sítio indicado para procurar informações de saúde. Quando as pessoas querem ter informação fidedigna e útil têm de falar diretamente com o médico», justifica Miguel Castro, empresário responsável pelo site www.doctorhome.pt.
Aproveitando as novas tecnologias, a plataforma pretende facilitar o contacto com os médicos, tornando-o mais ágil e direto: «O que pretendemos é evitar que procurem informação na internet de forma desregrada, que vão à internet mas ao sítio certo, falando com o seu médico».
Miguel Castro salienta que este site não está dirigido para questões urgentes de saúde, lembrando que, perante uma urgência, um doente deve dirigir-se ao hospital ou contactar a linha saúde 24.
Apesar disso, a plataforma estabelece um prazo de 72 horas para os médicos responderem às perguntas deixadas pelos doentes, de forma a responder às expetativas dos utilizadores e permitir que o fluxo de questões funciona.
A entrada no site é gratuita e o utilizador pode escolher o médico que mais lhe convém, procurando por critérios de pesquisa como a especialidade ou a localidade. «Quando encontram o médico que consideram adequado podem entrar em contacto ou através de uma pergunta ou de uma videochamada, que pode ser muito útil para os portugueses emigrados. Pode também marcar-se consulta presencial ou marcar visita no domicílio», explica o responsável da plataforma.
O valor cobrado por cada serviço é definido pelo médico que é a quem cabe passar a respetiva fatura. Os pagamentos podem ser feitos por transferência bancária, através de referência multibanco ou por cartão de crédito.
Miguel Castro acredita que a maioria dos médicos está disponível para responder de forma gratuita às perguntas ou então cobrar um «valor simbólico» (entre um ou dois euros) que funcione como uma espécie de triagem de perguntas efetivamente genuínas.
Atualmente a plataforma tem 325 médicos distribuídos por 49 especialidades, que vão desde a medicina geral e familiar, à cardiologia, pediatria, urologia e também estomatologia e medicina dentária.
A adesão dos médicos a esta plataforma é voluntária, mas o seu registo tem de ser sujeito a validação, que passa por comprovar o registo na Ordem dos Médicos.
A partir do momento em que o clínico é admitido, passa a ser um perfil público, onde constam as suas habilitações, área profissional, idade, anos de carreira e outros elementos, como fotografia.
Para interagirem com os doentes ou marcarem consultas, os médicos têm de subscrever um plano profissional, que custa 190 euros numa adesão anual. Por cada consulta ou serviço que cobrem, a empresa retém uma percentagem para si.
Miguel Castro reconhece que este «produto inovador» é dirigido a uma classe «altamente conservadora» como a dos médicos, mas considera que a plataforma vem «preencher um nicho de mercado e resolver um problema evidente», que é a busca de informação pouco fidedigna na internet.
«Nós não fazemos consultas online. O que fazemos é facilitar o contacto entre o médico e o utente», refere, lembrando que cabe aos profissionais de saúde de que forma encaminham o contacto com os doentes.
Atualmente, segundo Miguel Castro, a média de idades dos médicos aderentes ronda os 50 anos.

Fonte: TVI24

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Desenhar sobrancelhas em bebés é nova moda online

Depois dos gatos a imitar barbas e das pernas em forma de salsichas, a internet brinda-nos com uma nova moda. Agora, conta o Daily Mail, as redes sociais enchem-se de imagens de bebés com as sobrancelhas desenhadas. E aqui, o desafio é tentar perceber se as emoções da criança coincidem com a expressão dada pela sobrancelha falsa.
São bebés, não fazem ideia do que estão a fazer mas posam para as objetivas com sobrancelhas desenhadas. Esta é a nova moda online e coloca os mais novos no centro das atenções.
De acordo com o Daily Mail, esta nova moda já enche as redes socais e alguns pais vão mesmo mais além criando ainda bigodes e barbas aos bebés.
Depois de desenhar as sobrancelhas basta acertar no timing e captar a melhor imagem.

Fonte: Notícias ao Minuto

quinta-feira, 15 de maio de 2014

O futuro do dinheiro é digital e substituirá os modelos atuais

"O atual sistema de pagamentos não está totalmente adaptado à tecnologia. O futuro do dinheiro é digital", disse hoje em Barcelona o investidor norte-americano Brock Pierce, um dos pioneiros das moedas virtuais como a 'bitcoin'.
"A 'bitcoin' democratiza o sistema, permitindo que cada ser humano que tenha um telefone ou um computador possa participar na economia 'online'", defendeu.
O criador de dezenas de empresas e pioneiro de moedas virtuais usadas em jogos 'online' - uma das plataformas que ajudou a criar e tem mais de 50 milhões de utilizadores - falava no primeiro encontro de 'e-commerce' promovido pela escola de negócios IESE, em Barcelona.
Recentemente eleito para o conselho de administração da Fundação BitCoin - que promove o uso da polémica moeda virtual - Pierce reconhece que continua a haver alguma preocupação em torno desta moeda, mas que a tendência é "positiva".
"Estamos a falar de uma rede gigantesca de moeda digital e intangível que já constitui uma rede de pagamentos gigantesca", explicou.
O atual sistema de pagamentos, disse, nem sempre funciona, especialmente para clientes fora dos países desenvolvidos ou em países onde a sua moeda nacional "tem menos confiança internacional".
"Para o atual sistema, que usa cartões de crédito, por exemplo, é expectável que haja confiança que, em alguns casos, nem sempre existe. Imaginemos, por exemplo, uma pessoa que queira comprar a partir de África, de alguns países da América Latina ou da China", comentou.
A 'bitcoin', ou semelhantes, por seu lado, oferece um "modelo com poucos custos, simples, com pouca fraude, com melhores taxas de conversão" já usado em milhões de transações.
"Imagine um modelo, por exemplo, em que se começa a ver um vídeo ou ler um livro e depois se faz um pequeno pagamento, uma microtransação, para terminar. Quase como dar uma moeda a um músico que esteja na rua", disse Pierce.
"Ainda não podemos fazer isso 'online'. Isso será o futuro", comentou.
Apesar do otimismo de Pierce as dúvidas em torno da 'bitcoin' mantém-se, especialmente depois da falência de uma das principais empresas do setor, a Mt Cox, no Japão - com perdas de centenas de milhões de euros para investidores - ou o recente roubo digital a uma empresa canadiana.
Noticias que ajudaram a fazer cair o valor da 'bitcoin' do recorde de mil dólares, no final de 2013, para praticamente metade.
O próprio regulador do mercado norte-americano, a Security and Exchange Comission (SEC) alertou recentemente para o elevado risco associado ao investimento em 'bitcoin'.
"Claro que há noticias sobre riscos. Noticias recentes que colocaram a 'bitcoin' no radar. Mas também há noticias positivas, como a Alemanha que recentemente a reconheceu como uma moeda válida para trocas comerciais", disse.
"Mas estamos na fase inicial de debate sobre o quadro regulatório. Um pouco como os debates que marcaram na Europa o jogo 'online'", sugeriu.

Fonte: Notícias ao Minuto

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Mais de 80% dos adolescentes mandam mensagens eróticas

Mais de 80 por cento dos adolescentes manda mensagens eróticas. Uma investigação realizada pelo Reino Unido e Austrália com jovens entre 15 e 18 anos concluiu que 84 por cento o fazem.
Curioso é que cerca de 20 por cento de todos os participantes na investigação realizada pelo governo australiano, também afirmaram já terem enviado mensagens de texto pornográficas ou imagens explícitas para a pessoa errada. Pior mesmo, é que, em 20 por cento desses casos, o envio acidental foi para a mãe da namorada, a «sogra».
«Fui enviar uma mensagem para um amigo a falar sobre uma mulher com quem dormi na noite anterior e não tinha gostado. Mas enviei o texto para a minha namorada», como cita a «Exame».
Daqueles 80 por cento, metade disse enviou fotos nu ou seminu e vídeos pornográficos próprios para outras pessoas.
O estudo concluiu também que os utilizadores de iPhone são os mais propícios a enviar mensagens de texto com conteúdos eróticos. Estatisticamente, um terço dos proprietários do aparelho da Apple admitiram enviar mensagens obscenas contra 21 por cento dos donos de BlackBerry e 17 por cento dos que usam Samsung.
De realçar ainda que 12 por cento donos de iPhone também disseram ter acabado um relacionamento por meio de mensagens de texto.

Fonte: TVI24

domingo, 27 de abril de 2014

Ter gadgets topo de gama impulsiona a carreira

Um estudo, recentemente publicado pelo 'The Journal of Product Innovation Management', sugere que usar os gadgets topo de gama de última geração pode mesmo impulsionar a carreira e melhorar a imagem no local de trabalho, especialmente se estivermos a falar de trabalhadores ligados aos negócios. "A facilidade na utilização das tecnologias de ponta está associada ao espírito de inovação", escreve a autora do estudo, a professora de marketing da Universidade da Carolina do Norte, Stacy Wood. "Quem as usa é tido como uma pessoa autoritária com grande capacidade de liderança", acrescenta. Para chegar a esta conclusão, numa das fases da experiência, os investigadores chamaram atores apreciados sobretudo pela sua imagem. Num primeiro momento fizeram-nos escrever numa agenda em papel e, num segundo momento, numa agenda eletrónica. Enquanto isto os pesquisadores observavam as reações dos sujeitos convidados a participar no estudo. O que resultou desta fase da pesquisa foi a convição de que os atores que usavam a agenda eletrónica transmitiam uma imagem mais autoritária. O estudo revelou também que estes estigmas em relação à utilização de tecnologia de ponta se refletem mais nas mulheres do que nos homens.

Fonte: Correio da Manhã

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Porque são os homens barbudos mais atraentes?


A barba é um traço sexual secundário, que tem o seu próprio papel no jogo da sedução, diz a equipa de investigadores coordenada por Zinnia Janif, da Univsersity of New South Wales, na Austrália. Mas o que é percebido como mais sexy? Usar barba ou andar de cara escanhoada? A resposta é: depende.
Como mostram os resultados, que ontem foram publicados na revista científica Biology Letters, da Royal Society britânica, as mulheres tendem a considerar mais atraente o que no momento da avaliação não é a tendência dominante. E essa preferência, escrevem os autores, segue um padrão evolutivo bem conhecido, que é designado como seleção sexual dependente da frequência negativa. Em palavras mais mundanas, a vantagem dos traços menos vulgares.

Fonte: Diário de Notícias

terça-feira, 15 de abril de 2014

NASA quer tirar um retrato à Terra em forma de «selfies»

A ideia é criar fotografia composta por autorretratos de indivíduos dos quatro cantos do planeta.
A agência espacial NASA apresentou uma proposta e convocou todas as pessoas do mundo a celebrar o planeta com uma imagem peculiar. Já que toda a gente insiste nas «selfie», porque não comemorar o «Dia da Terra», no dia 22 de abril, da mesma forma?
A ideia é criar uma «selfie global» que seja composta por autorretratos de indivíduos nos quatro cantos do planeta, uma imagem-mosaico da Terra feita pelas pessoas.
Para participar, basta apenas escolher uma paisagem personalizada (pode ser um parque da cidade, montanha, rio, lago ou qualquer outro lugar distinto), esticar o braço, fotografar e publicar nas redes sociais. Quem quiser poderá descarregar uma identificação oficial da NASA, imprimi-la e utilizá-la no momento da selfie.
Para que a agência possa monitorizar todas as publicações, as fotografias devem fazer-se acompanhar da hashtag #GlobalSelfie. As redes sociais que integram este movimento são o Instagram, Facebook, Twitter, Google+ e Flickr.
A NASA pretende também assinalar assim o lançamento de cinco novas missões, todas com o objetivo de observar a Terra durante um ano.
Um dos principais objetivos da ação é «incentivar as pessoas a terem consciência ambiental», explicou a agência em comunicado.

Fonte: TVI24

sábado, 8 de março de 2014

Família utilizava eBay para vender bens roubados

Três membros de uma família de Chicago, nos Estados Unidos, vão ser ouvidos em tribunal pelo roubo de produtos no valor de 5 milhões de euros. A família foi descoberta, depois de terem colocado à venda no eBay os bens roubados, conta a Time.
As autoridades federais de Chicago detiveram uma família que alegadamente terá roubado bens num valor total de mais de 5 milhões de euros e de ter lucrado quase 3 milhões com a sua venda através do eBay.
A polícia conseguiu identificar o casal depois de ter descoberto um homem que negociava com eles através desta plataforma de vendas online e que foi obrigado a colaborar com as autoridades.
Os três elementos da família Bogdanov - Branko, Lela e Julia - serão ouvidos em tribunal esta sexta-feira, acusados de transportar bens roubados para fora do Estado, noticia a Time.
Os produtos roubados eram de marcas como a Lego, a Toys’r’us ou a Barnes & Noble.
Cada um deles pode agora enfrentar uma pena máxima de 10 anos de prisão e uma multa de 180 mil euros pelos seus crimes.

Fonte: Notícias ao Minuto

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Detetor de mentiras para redes sociais

O ditado ‘mais facilmente se apanha um mentiroso do que um coxo’ nem sempre se aplica. Mas um novo projeto quer pôr isso em prática nas redes sociais.
Chama-se Pheme -  nome da deusa grega conhecida por espalhar rumores - e trata-se de um detetor de mentiras que tem como objetivo perceber se os rumores que circulam em fóruns online e redes como o Facebook e o Twitter não passam disso mesmo ou são, afinal, verdade.
O sistema vai analisar em tempo real se uma publicação é verdadeira e conseguirá identificar se uma conta ou perfil de uma rede social foi criada apenas para espalhar informações falsas. O sistema vai categorizar as fontes das informações para avaliar a sua autoridade. Nestas incluem-se serviços de notícias, especialistas, testemunhas, cidadãos e contas que publicam automaticamente em redes sociais.
O sistema também examinará o histórico de uma conta para identificar se ela foi criada apenas para disseminar rumores falsos.
Os resultados das buscas feitas pelo sistema serão exibidos num painel visual para que as pessoas possam perceber se um rumor se sustenta.
A primeira série de resultados deve ficar pronta em 18 meses e dali resultará uma ferramenta feita especialmente para jornalistas.

Fonte: Correio da Manhã

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Menina virtual apanha 20 mil pedófilos, três em Portugal

Milhares de pessoas dispostas a pagar para ver Sweetie ter relações sexuais através de uma webcam.
A Organização Não Governamental (ONG) holandesa "Terre des Hommes" criou uma criança virtual, com a aparência de uma menina de 10 anos e nome de Sweetie, para atrair pedófilos na Internet. Em cerca de três meses, mais de 20 mil pessoas, provenientes de 71 países, entraram em contacto com a menina à procura de sexo online, incluindo três em Portugal.
Quem pretendia ver performances sexuais de Sweetie através da webcam estava disposto a pagar. Ao todo, a ONG holandesa conseguiu detetar cerca de mil pedófilos. Os contactos dos suspeitos já foram entregues à Interpol.

Fonte: Correio da Manhã

sábado, 19 de outubro de 2013

Drones matam terrorista a partir de um único e-mail

Documentos revelados por Edward Snowden sobre espionagem dos EUA mostram que apenas um e-mail é suficiente para localizar um suspeito terrorista.
O escândalo que tornou o nome de Edward Snowden famoso mostrou que a Agência Nacional de Segurança norte-americana (NSA, sigla em inglês de National Security Agency) consegue espiar milhões de chamadas e mensagens de e-mail em todo o Mundo. O que não sabíamos é que a informação recolhida por esta agência e pelos serviços secretos dos EUA (CIA, sigla de Central Intelligence Agency) é tão detalhada que consegue localizar um alvo terrorista através de um único e-mail.
Citando os documentos secretos que Snowden revelou, o jornal ‘Washington Post’ explica que as agências de informação NSA e CIA trabalham em conjunto na recolha de informação sobre suspeitos de terrorismo. Informação essa que é depois usada para localizar o alvo de um ataque drone.
O jornal norte-americano descreve memso um destes casos, ocorrido em 2011, em que uma única mensagem supostamente 'inócua' de e-mail foi enviada para Hassan Ghul, membro da rede terrorista Al-Qaeda, morto depois num ataque aéreo levado a cabo por um avião não-tripulado, que vitimou também a sua mulher.
Importa ainda realçar que este terrorista esteve detido pela CIA durante dois anos e meio, entre 2004 e 2006, antes de ser transferido para um sistema prisional paquistanês. As mortes de Ghul e da sua mulher nunca foram confirmadas publicamente pelo governo dos EUA.
Além da espionagem de chamadas e mensagens de correio eletrónico, a NSA tem mais ‘cartas na manga’. O ‘Washington Post’ refere que esta agência de informação tem à sua disposição “um arsenal de ferramentas, capazes de secretamente controlar computadores portáteis, desviar ficheiros áudio e controlar transmissões radiofónicas”.
O programa de drones militares tem sido um dos pontos fundamentais da estratégia de combate ao terrorismo implementada pela administração de Barack Obama.

Fonte: Correio da Manhã

domingo, 6 de outubro de 2013

Mapa revela como o Google domina o mundo

Dois investigadores de Oxford desenharam um mapa-múndi onde indicam qual o site mais popular em cada país, alterando o tamanho dos territórios consoante o número de utilizadores da Internet. Um segundo mapa mostra os "impérios da Internet".
Os dados permitem verificar que o mundo ocidental é praticamente dominado pelo motor de pesquisa Google, que é também o rei em Portugal, com o Facebook a liderar no norte de África, partes do Médio Oriente e da América do Sul.
Os mapas foram feitos pelos investigadores Mark Graham e Stefano De Stabbata, do Instituto da Internet de Oxford, com base nos dados da empresa Alexa.
Além do Google e do Facebook, mapa inclui ainda o site chinês Baidu, que domina neste país e em alguns dos seus vizinhos. A Yahoo! é um sucesso no Japão e Taiwan. O motor de pesquisa Yandex é o site mais popular na Rússia. Nos Territórios Palestinianos, o site mais visitado é o de um jornal: o 'The Al-Watan Voice'.

Fonte: Diário de Notícias

terça-feira, 30 de abril de 2013

Problemas sexuais aumentam com a crise

O número de casos de impotência e de falta de desejo sexual está a aumentar em Espanha, sobretudo entre as pessoas mais afetadas pela crise económica, alertou hoje o médico espanhol José Luis Arrondo, citado pela EFE.
Presidente da comissão organizadora do XVI Congresso espanhol de Andrologia, Medicina Sexual e Reprodutiva, a decorrer em Pamplona, o especialista exemplificou que entre os mais afetados pelos crescentes problemas sexuais estão as pessoas com dificuldades em pagar hipotecas ou os casais em que ambos se encontram no desemprego.
Segundo Arrondo, a resposta sexual das pessoas é muito influenciada pela atual situação de crise social e económica.
Para o chefe do serviço de Andrologia do Complexo Hospitalar de Navarra, a solução é complicada porque estas pessoas precisam frequentemente de medicamentos que não são comparticipados e que não são baratos, pelo que os doentes não podem comprá-los devido à sua "delicada situação económica".
Na sua intervenção, o especialista referiu também que o homem mudou muito nos últimos anos, no que diz respeito a aceitar os seus problemas sexuais.
"Até há pouco tempo, o homem nem sequer tinha consciência da sua debilidade sexual; se não funcionava bem, entendia que isso era normal e não lhe passava pela cabeça recorrer a um especialista", disse.
Atualmente, os homens já pedem ajuda, embora ainda falte algo: "que recorram com as suas companheiras", afirmou Arrondo, sublinhando a "curiosidade" de, quando se trata de problemas urinários, cerca de 85% dos pacientes aparecerem nas consultas acompanhados, mas, quando é por causa de uma disfunção erétil ou uma ejaculação precoce, surgem sozinhos em 85% dos casos.
O especialista disse ainda que, da sua experiência em 33 anos de carreira, há três tipos de mulheres.
A primeira é "a acomodada", que, quando o marido tem problemas, ou não aparece na consulta ou não participa porque "no fundo está aliviada por uma possível ausência de relações sexuais no futuro".
A segunda é "a reivindicativa", que "arrasta o seu parceiro para a consulta e, longe de ajudar, o que faz é humilhá-lo e dificultar as soluções", enquanto a terceira, a que chama "a colaboradora", é "a ideal, porque entende que não há culpados e que entre ambos podem encontrar a solução para o problema".

Fonte: Diário de Notícias