sábado, 31 de janeiro de 2015

E se substituísse o cartão da empresa por um chip implantado na mão?

Um núcleo de empresas na Suécia está a experimentar uma maneira inovadora de identificar os trabalhadores. Em vez de cartões de identificação ou códigos, o pessoal pode agora optar por receber um implante debaixo da pele da mão, com o qual pode abrir portas ou usar a fotocopiadora com apenas um movimento.
O chip, do tamanho de um grão de arroz, é implantado entre o polegar e o indicador. Serve para identificar aquele que recebeu o implante - trata-se de uma RFID (radio-frequency identification, ou seja, identificação por radiofrequência), e é reconhecido pelos sensores nas portas e outros aparelhos no edifício Epicenter, em Estocolmo, como se se tratasse de um cartão identificativo ou de um código.
"Já interagimos com a tecnologia a toda a hora", conta à BBC um membro do Swedish Biohacking Group, um grupo que se dedica a desenvolver formas de integrar as novas tecnologias no corpo humano. "Hoje em dia é um pouco confuso - precisamos de códigos pin e palavras-passe. Não seria mais fácil simplesmente tocar as coisas com a mão? É muito intuitivo", diz Hannes Sjoblad, responsável pela realização dos implantes.
No Epicenter, porém, nem todos são a favor da nova medida. O repórter da BBC entrevistou algumas pessoas e, embora algumas parecessem entusiasmadas com as possibilidades, outras rejeitavam a ideia de receber o implante, especialmente "apenas para abrir uma porta". Os trabalhadores do Epicenter não são obrigados a receber o chip, podendo optar por usar identificação mais tradicional.
Hannes Sjoblad, no entanto, diz que o objetivo é mais amplo do que apenas o de substituir os cartões. O Swedish Biohacking Group está a preparar-se para o futuro, para quando empresas e governos desejarem colocar implantes nas pessoas.
"Queremos perceber bem esta tecnologia antes que as grandes empresas e os governos venham dizer-nos que toda a gente devia ter um chip - o chip dos impostos, o chip do Google ou do Facebook". Para Sjoblad, é importante que a tecnologia seja estudada e experimentada antes por developers independentes como acontece no Epicenter.

Fonte: Diário de Notícias

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Aquecer comida no micro-ondas é prejudicial à saúde?

O micro-ondas é um dos eletrodomésticos mais utilizados em todo o mundo, pela sua rapidez em aquecer, cozinhar ou descongelar certos alimentos.
No entanto, será que este aparelho tem algum efeito na nossa saúde? Diz-se que irradia ondas perigosas aos seres humanos, que deteriora a comida e que lhe retira os seus componentes principais. Mas será tudo isto verdade?
A explicação:
- O calor do micro-ondas não chega a todas as partes dos alimentos. Ao não aquecer suficientemente a comida, algumas bactérias podem sobreviver e provocar um mal-estar intestinal. Para que o calor se propague por toda a comida, deixe arrefecer o prato um pouco no micro-ondas para que depois se distribua uniformemente.
- Segundo um estudo, alguns alimentos processados no micro-ondas podem perder os seus nutrientes, como os antioxidantes. As ondas eletromagnéticas fazem vibrar as moléculas de água que geram um calor do interior para o exterior alterando a sua estrutura química.
- A comida acaba por ter menos sabor em comparação àquela que é cozinhada de forma convencional.
- Também os alimentos se desidratam mais rápido devido às fortes ondas eletromagnéticas que fazem aquecer mais rapidamente através deste equipamento.
No entanto, há que pensar naquelas pessoas que não têm outra solução, seja porque no trabalho só têm à sua disposição este aparelho ou porque precisam de ser rápidos.
A estas pessoas deixamos alguns conselhos:
- Não use recipientes de plástico para aquecer a comida.
- Deixe a comida repousar durante alguns segundos no micro-ondas.
- Aqueça a refeição em recipientes de vidro ou cerâmica, especializados para esse efeito.
- Antes de colocar a comida a aquecer, abra a porta do aparelho para arejar, durante alguns minutos. Só depois é que deve aquecer.

Fonte: Notícias ao Minuto

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Sente-se nesta cadeira e faça exercício enquanto vê televisão

Chama-se Tao Chair e é o protótipo de uma cadeira que exercita os seus músculos. A ideia pertence à start up Tao-Wellness que apresentou o mecanismo inovador na Consumer Eletronic Show, a maior feira tecnológica do mundo que teve lugar este mês em Las Vegas, nos Estados Unidos.
Segundo o Gizmag, a cadeira permite ao seu utilizador queimar calorias e fortalecer os músculos, enquanto assiste descansado à sua série preferida na televisão.
O objetivo deste protótipo não é o de desencorajar as pessoas de fazer exercício físico a sério, mas é uma forma de, pontualmente, conseguir juntar o exercício a um momento de descontração em frente ao televisor.
Escreve o Gizmag que a cadeira trabalha os músculos da mesma forma que um exercício de pilates. Para começar a exercitar os músculos basta empurrar ou puxar os apoios da cadeira. Num dos braços está instalado um visor onde se pode ver, entre outras informações, quantas calorias foram queimadas.
A Tao Chair não passa ainda de um protótipo, mas os seus criadores esperam poder torna-la uma realidade no mercado o mais breve possível.

Fonte: Notícias ao Minuto

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Asteroide aproximou-se da Terra

Fenómeno foi detetado pela NASA. Um asteroide do tamanho de dois navios-cruzeiro aproximou-se ontem da Terra, sem qualquer risco de colisão, anunciou a NASA. O asteroide de 500 metros de diâmetro, batizado como 2004 BL86 e descoberto em 2004, cruzou o planeta às 16h19 GMT, a 1,2 milhões de quilómetros, uma distância três vezes a que separa a Terra da Lua.

Fonte: Correio da Manhã

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Com esta aplicação pode ter a relação amorosa que sempre desejou

O amor real pode não ter preço, mas o amor virtual pode ser comprado e deverá custar cerca de 25 dólares (21 euros) por mês. Este é o preço da aplicação que lhe permite ter um namorado ou namorada virtual capaz de lhe mandar mensagens escritas e de voz.
Chama-se «Invisible Boyfriend» (Namorado Invisível) ou «Invisible Girlfriend» (Namorada Invísivel), conforme o pretendido, e faz com  que os seus utilizadores possam fingir que estão numa relação.
O utilizador pode criar um parceiro virtual à sua medida: escolher o nome, a idade, a imagem e que tipo de história quer que o software invente sobre o início da relação.
«Dá-te provas reais de que estás numa relação – mesmo que não estejas – para que possas viver nos teus próprios termos», diz o site da aplicação.
A ideia terá começado como uma brincadeira, em 2009, quando o co-fundador Matthew Homann comprou os domínios há nove anos atrás. Em 2009, Homann e Kyle Tabor ganharam um concurso de projetos start-up e a partir daí começaram a trabalhar num sistema de computador que permitisse gerar sensações humanas.
Não é claro, no entanto, como é que a aplicação funciona realmente e qual o controlo humano sobre as mensagens vendidas aos clientes.
Certo é que o namorado ou namorada invisível terá um custo que deverá rondar os 25 dólares (21 euros), num pacote que inclui 100 mensagens de texto, 10 mensagens de voz e uma nota romântica escrita à mão.
A ferramenta foi lançada recentemente nos Estados Unidose  já está a dar que falar, apesar de ainda estar em fase de testes.

Fonte: TVI24